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Dilma Rousseff

04/03/2015

às 14:02 \ Vídeos: Entrevista

O Roda Viva com Eduardo Braga, ministro de Minas e Energia

O convidado do Roda Viva desta segunda-feira foi o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga. Paraense de Belém, trocou a profissão de engenheiro pela carreira política aos 21 anos, quando se elegeu vereador em Manaus. Antes de tornar-se senador pelo PMDB em janeiro de 2011, foi deputado estadual, deputado federal, vice-prefeito da capital, prefeito e governador do Amazonas por duas vezes. Na liderança do governo no Senado desde 2012, ingressou no primeiro escalão no início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, na vaga de Edison Lobão.

No programa, o ministro tratou, entre outros temas, dos problemas que afligem o sistema energético, dos riscos de racionamento e do escândalo do Petrolão. Participaram da bancada os jornalistas André Lahóz (Exame), Carla Jimenez (El País), João Gabriel de Lima (Época) e Renée Pereira (Estadão) e por Maria Cecilia Wey de Brito, secretária-geral da ONG WWF-Brasil.

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04/03/2015

às 5:22 \ Opinião

‘Em busca de um novo alvo’ e outras cinco notas de Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann

CARLOS BRICKMANN

Lula pediu à CUT que desista das manifestações nacionais que marcou para sexta, 13 de março. Há quem pense que é para evitar um fiasco – é difícil manifestar-se “em favor da Petrobras” ao lado do pessoal que passou os últimos anos a sugá-la. Há quem pense que é para evitar que a manifestação marcada para o domingo, dia 15, contra o Governo, ganhe mais ímpeto. Nada disso: o Governo Federal quer concentrar todas as forças, na sexta-feira, 13, no Paraná. O objetivo é demonizar o governador paranaense, o tucano Beto Richa, e criar um novo alvo que tire Dilma do foco das notícias negativas. Culpar só FHC já não é suficiente.

Beto Richa enfrenta uma série de problemas neste início de segundo mandato. A Associação Paranaense de Professores, radicalizadíssima, ligada a partidos como PSOL, PSTU e também PT, está em guerra com o governador. Richa enfrenta a necessidade do ajuste fiscal, sempre doloroso e impopular. O Paraná – que formava com São Paulo a dupla de Estados que o PT tinha como prioritários em 2014, e nos quais perdeu já no primeiro turno – é visto como possível contraponto ao desmanche do prestígio do Governo Federal. É lá o foco da luta.

Grandes grupos de militantes pró-PT estão sendo enviados ao Paraná – CUT, MTST, MST – que Lula chamou de “exército de Stedile”, referindo-se ao chefe dos invasores de terras. Devem manifestar-se na sexta,13, contra Beto Richa e os tucanos; e ficar por lá no mínimo até domingo, 15, para contrapor-se às manifestações contra o Governo Federal. O clima em Curitiba é o mais quente do país.

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03/03/2015

às 20:53 \ Sanatório Geral

Neurônio na estratosfera

“Comprimentar os prefeitos, ex-prefeitos, tanto o prefeito Israel Cabrim, como meu amigo Saturnino Braga”.

Dilma Rousseff, capturada por Celso Arnaldo no já antológico discurso pelos 450 anos da galáxia chamada Rio de Janeiro, conforme a transcrição abalizada do Portal do Planalto, acariocando a secular família Klabin.

03/03/2015

às 19:21 \ Opinião

Marco Antonio Villa: ‘O Brasil não tem medo do PT’

MARCO ANTONIO VILLA

Em 2015, em meio a muita tensão política, a Constituição de 1988 terá sua prova de fogo. Não há qualquer paralelo com o episódio do impeachment de Fernando Collor. Este já tinha percorrido mais de dois anos de mandato quando foi apeado do poder. E o momento mais agônico da crise foi resolvido em quatro meses — entre julho e outubro de 1992. Também deve ser recordado que o então presidente tinha um arremedo de partido político, sua conexão com a sociedade civil era frágil — e quase nula com os setores organizados ─, a relação com o Congresso Nacional era ruim, e com medidas heterodoxas descontentou amplos setores, do empresariado ao funcionalismo público. Sem contar que, em 1990, o país passou por uma severa recessão (-4,3%) e tudo indicava — como efetivamente ocorreu — que, em 1992, haveria uma nova recessão.

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03/03/2015

às 18:42 \ Sanatório Geral

Neurônio bossa-nova

“Então, o centro histórico do Rio, além da beleza arquitetônica, de tudo o que ele tem, porque como dizia a música ‘Ele desdobra para dentro do mar’ e, portanto, o centro do Rio está na beira do mar, o centro do Rio se conjuga com o mar”.

Dilma Rousseff, capturada por Celso Arnaldo no pior discurso de aniversário do Rio de Janeiro desde a primeira continência de Estácio de Sá, lançando um desafio aos musicólogos brasileiros: quem é o misterioso compositor de “Ele desdobra para dentro do mar”?

03/03/2015

às 18:19 \ Direto ao Ponto

Celso Arnaldo informa: no mesmo domingo, Dilma fez dois passeios pelo espaço sideral

CELSO ARNALDO

Mea culpa, mea maxima culpa. O estudo do dilmês não é ciência exata – aliás, nada é exato quando se fala em Dilma e no que Dilma fala. O sanatório intitulado “Tremenda Viagem” – pretensamente corrigido aqui – é a mais pura expressão do dilmês.

Na verdade, ela fez dois discursos no Rio, domingo, aniversário da cidade. Em ambos, usou a astronômica imagem do Rio como galáxia. A do citado sanatório – a Via Láctea como “fichinha” perto da galáxia – na verdade foi extraída do segundo discurso, feito à noite, cuja transcrição só apareceu ontem no Portal do Planalto.

A deste post supostamente corretivo – Eduardo Paes como o maior prefeito das galáxias e do melhor prefeito do Rio do mundo – tinha sido apresentada à tarde. Analisando-se os dois trechos à luz da mais avançada dilmologia, conclui-se: a exemplo do que faz há quatro anos com o conceito de casa própria, Dilma vai piorar consideravelmente essa analogia cada vez que voltar ao Rio e se encontrar com Eduardo Paes, o prefeito da galáxia fluminense.

Mal sabe Dilma que — para ficar no domínio da astrofísica — ela está mais perto do buraco negro do que da Farinha Láctea.

03/03/2015

às 16:31 \ Sanatório Geral

Neurônio maravilhoso

“Eu, sempre que passava do túnel, ao chegar ali, eu sempre pensei nisso também, deve ter sido uma quantidade de araras, uma quantidade de pássaros, deve ter sido um festival de cor. O Rio de Janeiro, mesmo que não tenha mais tantas araras, ele mantém a imensa da beleza natural que nunca será tirada dessa cidade. Mas não basta ela não ser tirada e ela ser natural. E aí entra toda, também, a nossa história, que é refletida aqui”.

Dilma Rousseff, capturada por Celso Arnaldo ao reforçar a sensação de que a história do Rio de Janeiro agora se divide em duas eras: ADD e DDD – Antes do Discurso de Dilma e Depois do Discurso de Dilma.

02/03/2015

às 20:27 \ Sanatório Geral

Neurônio musical

“Queria agradecer à dona Ivete Lara”.

Dilma Rousseff, ao dirigir-se a dona Ivone Lara, cantora e compositora, reforçando a suspeita de que no próximo comício na Bahia vai cumprimentar dona Ivone Sangalo.

02/03/2015

às 19:40 \ Direto ao Ponto

Celso Arnaldo e a assombrosa decolagem da presidente na galáxia à beira-mar

O que foi publicado na internet neste domingo bastou para que se consumasse, em regime de urgência urgentíssima, mais uma internação de Dilma Rousseff no Sanatório Geral. Pois a incursão retórica pelo espaço sideral que transformou o Rio em galáxia e também capital de galáxia, além de promover Eduardo Paes a prefeito de uma maravilha cósmica que fica fora da Via Láctea mas está onde sempre esteve desde a fundação, foi ainda mais delirante do que parecia.

Sempre atento, o jornalista Celso Arnaldo Araújo foi buscar na fonte o que os textos maquiados por jornalistas escondeu. Leiam o recado enviado à coluna pelo único especialista em dilmês do Universo:

O dilmês exige transcrição fiel – pois só assim será dilmês legítimo. Qualquer tentativa de ordenar pensamento tão primitivo, a bem da compreensão lógica, tirará do dilmês o que ele tem de único — um idioleto falado por um único indivíduo. No caso, uma indivídua. Dito isto, consultada a transcrição feita pelo Portal do Planalto e conferido o áudio do discurso, eis a versão original dessa passagem do outro mundo:

“O Eduardo eu sei que ele é um homem feliz, um homem realizado, porque ele disse para mim que ele é o único prefeito do Rio de Janeiro do mundo e isso o torna uma pessoa especial. Ele tem alegria 24 horas por dia, 365 dias no ano de sê o prefeito da mais bonita, da mais fantástica cidade. Ele disse… e eu cheguei à conclusão que ele é o melhor prefeito das galáxias e não é da via láctea. É de uma galáxia chamada Rio de Janeiro, uma galáxia especial”.

Melhorou? Piorou? Não sei. Só sei que é Dilma.

Arremato de primeira o cruzamento impecável do Celso Arnaldo: a cabeça da presidente é um nada capaz de tudo.

02/03/2015

às 13:30 \ Opinião

Editorial do Estadão: ‘O isolamento de Dilma’

A presidente Dilma Rousseff chega ao fim do segundo mês de seu novo mandato enfraquecida, desacreditada e, pior, criticada até mesmo por seus companheiros de partido, em razão do isolamento que se impôs ao se afastar das lideranças do PT e do principal partido de sua base de sustentação no Congresso, o PMDB. Ela, exclusivamente, é responsável por tudo isso. Incapaz, desde a confirmação de sua vitória eleitoral no ano passado, de qualquer gesto que apontasse na direção de um entendimento ou aproximação com os diferentes setores da sociedade, inclusive os que a ela se opuseram nas eleições – afinal, ela não é a presidente só de seus eleitores –, desperdiçou inteiramente o período de confiança que costumam desfrutar governantes em início de mandato.

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