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Dilma Rousseff

17/09/2014

às 14:20 \ Direto ao Ponto

O vídeo mostra como deve agir o líder de uma bancada oposicionista na Câmara

O deputado Antonio Imbassahy, líder do PSDB na Câmara, mostrou na sessão da CMPI da Petrobras como deve agir um genuíno oposicionista. Durante o depoimento de Nestor Cerveró ─ o ex-diretor da Petrobras que planejou a compra da sucata em Pasadena e outras tantas maracutaias bilionárias ─, nem foi preciso que o depoente respondesse com sinceridade e clareza. Como atesta o vídeo de 2min07, bastaram as perguntas de Imbassahy para deixar claro que Dilma Rousseff sempre soube de tudo.

17/09/2014

às 9:09 \ Opinião

‘A mais difícil’, de Merval Pereira

Publicado no Globo desta terça-feira

A 19 dias do primeiro turno, tudo indica que o PT terá a eleição mais difícil desde 2006, quando surpreendentemente o candidato do PSDB Geraldo Alckmin teve uma votação não prevista pelas diversas pesquisas. Recebeu no primeiro turno 41,5% dos votos válidos, contra 48,5% de Lula. Pesquisa Datafolha previa uma situação próxima do empate técnico no início do segundo turno: Lula tinha 49%, contra 44% de Alckmin.

Depois de uma campanha desastrosa no segundo turno, quando caiu na armadilha petista sobre privatizações e fantasiou-se com os logotipos das estatais para mostrar quão estatizante era, Alckmin foi menos votado do que no primeiro turno e terminou a eleição com 39% dos votos.

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16/09/2014

às 23:42 \ Sanatório Geral

Neurônio criterioso

“Não acredito no governo dos bons. Acredito num governo com legitimidade do voto popular”.

Dilma Rousseff, confessando que recruta o que há de pior entre os companheiros eleitos porque só acredita no governo dos péssimos.

16/09/2014

às 18:08 \ Sanatório Geral

Neurônio malandro

“Fui colega por oito anos da senadora Marina Silva e nunca vou atacá-la pessoalmente”.

Dilma Rousseff, depois de 10 dias de ataques pessoais a Marina Silva.

16/09/2014

às 18:08 \ Opinião

‘PT constrange empresários’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão desta terça-feira

A destruição dos fundamentos da economia e a consequente perda de confiança dos setores produtivos são obras que têm a indelével assinatura do PT. Além de terem de encarar uma crise causada em grande medida pela imperícia das autoridades econômicas e da própria presidente Dilma Rousseff, os empresários do País ainda estão sendo sistematicamente demonizados na campanha da presidente à reeleição – no horário eleitoral gratuito, eles são apresentados como vilões que aniquilam o bem-estar dos pobres em nome do lucro. Mesmo assim, com o caradurismo habitual, os petistas enviaram a esses mesmos empresários uma carta em que pedem dinheiro para financiar a campanha de Dilma.

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16/09/2014

às 13:40 \ Sanatório Geral

Neurônio vigarista

“Minha filha, meu filho, esse povo da autonomia do Banco Central quer é o modelo anterior. Quer é fazer um baita ajuste, um baita superávit primário, aumentar os juros pra danar, reduzir emprego e reduzir salário, porque emprego e salário não garantem a produtividade, segundo eles. Eu sou contra isso, eu tenho lado”.

Dilma Rousseff, jurando que tudo isso acontecerá se perder o emprego para Marina Silva, decidida a mostrar ao eleitorado que mente mais que o padrinho Lula.

16/09/2014

às 9:36 \ Sanatório Geral

Dois dígitos

“Óbvio que eu queria estar crescendo a 10%, meu querido”.

Dilma Rousseff, para um jornalista que perdeu a chance de revidar ao “meu querido” lembrando que, se a presidente estivesse falando de crescimento da inflação, é só ter paciência que o Brasil não demora a chegar lá.

16/09/2014

às 1:07 \ Sanatório Geral

Programa irresponsável

“O meu programa tem quatro anos que está nas ruas. Mais do que nas ruas está sendo feito”.

Dilma Rousseff, explicando que não consegue cumprir o que prometeu porque o programa foi para as ruas e ainda não voltou.

15/09/2014

às 20:24 \ Direto ao Ponto

Lula logo dirá que nem sabe o nome do meliante que chamava de ‘Paulinho’

Brazil's former president da Silva gives the thumbs-up during a demonstration in Rio de Janeiro

Lula veste macacão da Petrobras no comício diante da sede da estatal. Foto: Sergio Moraes/Reuters

Na discurseira diante do prédio da Petrobras, Lula prorrogou o prazo de validade do Glossário da Novilíngua Companheira, adotado pelo PT há 12 anos para substituir termos muito chocantes por outros que podem ser pronunciados sem que antes se tire as crianças da sala. Os bandidos de estimação do mestre, por exemplo, jamais praticam crimes. Apenas cometem, de vez em quando, um ou outro “erro”, palavrinha que parece reduzir a pecado venial até um matricídio consumado a machadadas.

Nesta segunda-feira, durante a escala no centro do Rio, o palanque ambulante ensinou que foi isso ─ na pior das hipóteses ─ o que aconteceu na estatal transformada em sucursal de quadrilha. Se alguém errou, concedeu, deve ser investigado. O que Lula não tolera é ver a Petrobras alvejada por “ataques” que comprometem a excelente imagem da empresa. “Ataque”, segundo o glossário dos linguistas de porta de cadeia, é qualquer espécie de crítica a sacerdotes da seita lulopetista. Era, portanto, um recado enviesado a Aécio Neves, Marina Silva e outros inimigos da pátria.

Em países civilizados, o criminoso só volta ao local do crime em romances policiais. No Brasil, o chefe do bando se enfia num uniforme usado pelos funcionários da vítima, aparece sem algemas no cenário das muitas delinquências e ameaça aos berros quem ousa espantar-se com um portentoso caso de polícia. Para Lula, atacantes são os defensores da lei e da empresa atacada desde 2004 pela turma que nomeou e a afilhada manteve. Desta vez, o palavrório não convenceu sequer os nacionalistas de galinheiro.

A Polícia Federal, o Ministério Público e o Judiciário já sabem o suficiente para induzir a um acordo de delação premiada o ex-diretor Paulo Roberto Costa. Dilma garante que nunca teve intimidade com o amigo que fez questão de convidar para o casamento da filha. Lula logo estará jurando que não conhece nem de vista o companheiro que chamava de “Paulinho” nas frequentes conversas no Planalto. As revelações do ex-diretor estão longe do fim. É bom que os quadrilheiros se cuidem.

O juiz federal Sérgio Moro, que cuida do caso, é homem íntegro. Ao contrário do que ocorreu na última etapa do julgamento do mensalão, não pode ser substituído por algum magistrado que, em vez de cumprir a lei, cumpre ordens.

15/09/2014

às 15:40 \ Sanatório Geral

Poste não chora

“O problema são pressões de outra envergadura que aparecem e que, se você não tem coluna vertebral, você não segura. Não tem coitadinho na Presidência. Quem vai para a presidência não é coitadinho, porque, se se sente coitadinho, não pode chegar lá”.

Dilma Rousseff, ao criticar Marina Silva por se comportar como gente normal, ensinando que o Brasil precisa ser governado por um poste que só se emociona quando encontra antigas companheiras de cela ou é obrigado a despedir ministros corruptos desmascarados pela Polícia Federal ou pela imprensa.

 

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