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Dilma Rousseff

25/10/2014

às 20:11 \ Direto ao Ponto

O DataNunes constata: com 54%, Aécio vai derrotar as milícias do lulopetismo, os videntes do Datafolha e as ciganas do Ibope

Neste começo de noite, os videntes do Datafolha trataram de refugiar-se num “empate técnico” para aguardar a votação de amanhã. Vão passar menos vergonha que as ciganas do Ibope, que reiteraram a opção pelo abraço de afogado e insistem em reeleger Dilma Rousseff. Os institutos que andam errando 11 em cada 10 pesquisas naufragaram de novo, acaba de constatar o DataNunes. Com 54% dos votos válidos, Aécio Neves está oito pontos percentuais acima de Dilma Rousseff (46%).

O candidato da oposição brasileira garantiu a dianteira graças à goleada imposta a Dilma no debate da Globo e à revelação de que Lula e a sucessora sabiam de tudo o que se passava nas catacumbas infestadas de saqueadores da Petrobras. A dianteira foi consolidada depois do ataque promovido por milícias lulopetistas à sede da Editora Abril e de outras manifestações de ódio à democracia protagonizadas por devotos da seita liberticida.

Avaliadas a direção e a força dos ventos, medida a temperatura política, examinados os fatos, ouvida a voz da sensatez, o quinto e último boletim do DataNunes comunica que, por determinação do povo brasileiro, a era da canalhice está chegando ao fim.

24/10/2014

às 19:35 \ Opinião

‘Beto & Paulinho’, de J.R. Guzzo

PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA DE VEJA

J.R. GUZZO

Diante das versões francamente incompreensíveis que o governo vem apresentando a respeito dos atos de corrupção praticados na Petrobras ao longo dos últimos anos, talvez seja útil para o leitor ter na ponta da língua os fatos registrados a seguir. Versões são mercadoria barata. Fatos, porém, são o corpo e a alma da realidade. Podem ser ignorados por quem não gosta deles, mas não mudam, e não vão embora. No caso da Petrobras, aqui estão:

Paulo Roberto Costa, chamado de “Paulinho” pelo ex-presidente Lula e um dos convidados ao casamento da filha da presidente Dilma Rousseff, Paula, em abril de 2008, foi um dos mais altos diretores da Petrobras entre 2004 e 2012. Em março deste ano “Paulinho” foi preso pela Polícia Federal, acusado de praticar atos de corrupção nas operações da estatal, e algum tempo atrás resolveu confessar seus crimes, por livre e espontânea vontade, dentro das condições legais que permitem redução de pena para réus que colaboram com a Justiça. Seu companheiro de delitos, o doleiro Alberto Youssef, ou “Beto”, fez o mesmo. A partir daí ficou provado, acima de qualquer dúvida, que houve corrupção na maior empresa estatal do Brasil; é um fato que não pode mais ser apagado. Feita dentro das exigências da lei, a confissão é a “rainha das provas” – não pode ser suplantada por nenhuma outra, e é a única que garante consciência tranquila ao juiz que assina uma sentença de condenação.

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24/10/2014

às 14:50 \ Direto ao Ponto

O boletim n° 4 do DataNunes constata: com 53% dos votos válidos, Aécio está 6 pontos à frente de Dilma. E vai ampliar a vantagem com a bala de prata revelada por VEJA

logo-datanunesO boletim n° 4 do DataNunes constata: com 53% dos votos válidos, Aécio Neves está 6 pontos percentuais à frente de Dilma Rousseff, que não passou de 47%.

A redução da distância entre os dois candidatos foi provocada pela ampliação do contingente de eleitores indecisos.

Tal retração decorreu de acusações infamantes e outras torpezas disseminadas pelos devotos da seita que tem em Lula seu único deus e enxerga em Dilma a nada santa padroeira dos bandidos de estimação.

Os eleitores reticentes voltarão a engrossar o eleitorado de Aécio depois do debate transmitido pela Globo nesta sexta-feira, a partir das dez da noite. À farta munição de que dispõe o candidato da oposição acaba de juntar-se uma bala de prata calibre 45: a edição de VEJA que está chegando às bancas. Amparada num depoimento do doleiro Alberto Yousseff, preso no Paraná, a reportagem de capa informa que Lula e Dilma sabiam das tenebrosas transações nas catacumbas da Petrobras.

No primeiro turno, o desempenho de Aécio no debate promovido pela Globo garantiu-lhe a chegada à etapa decisiva. A reprise da performance vai tornar ainda mais retumbante a vitória sobre o bando para o qual o único crime hediondo é perder a eleição. Dilma não afundará sozinha: como os videntes de acampamento cigano não criam juízo, vem aí o segundo naufrágio dos institutos de pesquisa. 

24/10/2014

às 14:45 \ Direto ao Ponto

“Aqui entre Nós”, com Joice Hasselmann, Augusto Nunes e Ricardo Setti: Youssef afirma que Lula e Dilma sabiam do Petrolão, as pesquisas de intenção de voto e a reta decisiva da campanha presidencial

24/10/2014

às 14:25 \ Opinião

‘Os números amordaçados’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão desta sexta-feira

A sonegação começou pelos dados mais recentes sobre a desigualdade de renda no País, apurados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), vinculado ao Ministério do Planejamento. Em sintonia com os interesses eleitorais da presidente Dilma Rousseff, a cúpula do órgão adiou para depois do segundo turno a divulgação dos números que contrariam a propaganda da candidata sobre a queda continuada da diferença de rendimentos entre os mais ricos e os mais pobres. Em protesto contra a censura, que fere frontalmente o direito de acesso dos brasileiros a informações de natureza pública, um dos diretores da entidade, Herton Ellery Araújo, pediu exoneração do seu cargo. Foi seguido pelo vice-coordenador da sua área, Marcelo Medeiros.

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24/10/2014

às 14:10 \ Opinião

‘Tudo junto e desregrado’, de Dora Kramer

Publicado no Estadão desta sexta-feira

Na última segunda-feira a repórter Tânia Monteiro fez as contas: há exatos 31 dias a presidente Dilma Rousseff não pisava no Palácio do Planalto. Hoje faz 35 e há muito mais tempo que isso não se tem notícia de um ato dela que não seja como candidata à reeleição.

O mais grave é que não parece fazer falta. Ou pior: só vamos saber disso depois da eleição, quando o País voltar a funcionar – se é que voltará – ao ritmo normal. Quando, por exemplo, o governo liberar os números sobre economia, desempenho do ensino público, desmatamento e pobreza no País, cuja divulgação foi adiada para não afetar a votação da presidente, considerando indicações de que os resultados seriam negativos.

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24/10/2014

às 14:05 \ Opinião

‘Quatro anos num domingo’, de Fernando Gabeira

Publicado no Estadão desta sexta-feira

A campanha chega ao fim com o grande debate de hoje. Alguns temas ficaram de fora. Do Rio Piracicaba à nascente do São Francisco, na Serra da Canastra, encontrei vestígios da grande seca, talvez a maior dos últimos 50 anos no Sudeste. Ignoro o que os candidatos pretendem fazer a respeito. Não falam em recuperação de rios, fortalecimento dos comitês de bacia, nada que lembre uma política de recursos hídricos. Apenas se culpam.

Não sei se todos têm a sensação de que há uma distância entre o País dos debates e o da vida real. Creio que a distância às vezes é ampliada pelo próprio debate, que deveria encurtá-la.

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23/10/2014

às 13:39 \ Opinião

‘Outro negócio suspeito faz a Petrobras continuar sangrando’, de Ricardo Noblat

Publicado no Globo desta quinta-feira

Êpa! Tem jeito de elefante, presa de elefante, tromba de elefante, mas o governo não admite que seja um elefante.  O que será então?

Muita coisa se passou na Petrobras desde que se montou ali um esquema bilionário de desvio de recursos para enriquecer políticos que apoiam o governo e financiar campanhas – a de Dilma, inclusive.

O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu uma auditoria para investigar o pagamento extra de mais de R$ 1 bilhão feito pela Petrobras ao governo boliviano. Tem a ver com a importação do gás boliviano pelo Brasil.

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23/10/2014

às 13:20 \ Opinião

‘Fora PT!’, de Marco Antonio Villa

Publicado na Folha desta quinta-feira

Estamos vivendo o processo eleitoral mais importante da história da República. Nesta eleição está em jogo um mandato de 12 anos. Caso o PT vença, estarão dadas as condições para a materialização do projeto criminoso de poder –expressão cunhada pelo ministro Celso de Mello no julgamento do mensalão.

Em contrapartida, poderemos pela primeira vez ter uma ruptura democrática –pelo voto– com a vitória da oposição. Isso não é pouco, especialmente em um país com a tradição autoritária que tem.

O PT não gosta da democracia. Nunca gostou. E os 12 anos no poder reforçaram seu autoritarismo. Hoje, o partido não sobrevive longe das benesses do Estado. Tem de sustentar milhares de militantes profissionais.

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22/10/2014

às 20:01 \ Direto ao Ponto

Quem não pode ficar fora da comissão de frente do Bloco da Dilma?

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Confiantes na condenação à perpétua impunidade, satisfeitos com a vida mansa, animados com a engorda das contas bancárias, sorriem no cartaz concebido pelo PT alguns titulares da comissão de frente do Bloco da Dilma, entidade político-policial cujo presidente de honra é Lula. O timaço de comentaristas está convidado a eleger os companheiros que não podem ficar fora do bando que levantaria a arquibancada se topasse abrilhantar o carnaval na Papuda.

 

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