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Dilma Rousseff

28/05/2015

às 15:48 \ Sanatório Geral

Neurônio campeão

“Não vejo como isso pode prejudicar o futebol brasileiro. Acho que só vai beneficiar o Brasil”.

Dilma Rousseff, ao comentar a prisão do cartola José Maria Marin, comemorando a iminente conquista pelo Brasil lulopetista do título de campeão mundial da corrupção, façanha que o neurônio solitário considera mais relevante que os 7 a 1 contra a Alemanha.

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28/05/2015

às 15:27 \ Opinião

‘Dilma perde ou Dilma perde’ e outras seis notas de Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann

CARLOS BRICKMANN

Por que, excetuando-se os gritos de “Fora, Dilma”, os principais movimentos de oposição se afastaram do impeachment e entregaram à Justiça, mais lenta que a Política, a tarefa de pressionar a presidente por eventuais irregularidades?

Porque, para a oposição, o PMDB e boa parte da base governista, a situação está ótima. Se o governo der certo, os responsáveis serão Joaquim Levy e Michel Temer; se der errado, a responsável será Dilma. Se Levy sair do governo, a culpa será de Dilma. Se ficar, e seu plano não funcionar, terá sido o pessoal de Dilma que atrapalhou. Se o combate à corrupção for bem, os responsáveis terão sido as CPIs, a imprensa e o juiz Moro. Se for mal, a culpa é de Dilma, que sabotou a investigação. Para que afastá-la e colocar Michel Temer no governo, com a responsabilidade de consertar o estrago? É bem melhor se queixar da falta de condições de trabalho, sabendo que a vitória está garantida.

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27/05/2015

às 19:41 \ Homem sem Visão

Frente suprapartidária lança em Curitiba o Movimento pela Candidatura Única de Álvaro Dias a Homem sem Visão de Maio

alvaro-dias

Impressionados com a mobilização dos leitores-eleitores que lutam pela entrega do troféu do mês ao senador do PSDB que chefiou a campanha de Luiz Fachin, líderes das mais expressivas correntes políticas do Paraná lançaram nesta tarde, em Curitiba, o Movimento Pela Candidatura Única de Álvaro Dias a Homem sem Visão. “É a maior e mais ecumênica aliança da história do nosso Estado”, entusiasmou-se o governador Beto Richa ao abrir a cerimônia de lançamento do MPCUADHSV.

“Nunca imaginei que o papel de principal cabo eleitoral do professor Fachin me renderia tantas emoções”, comoveu-se Álvaro Dias na chegada ao palanque improvisado na Boca Maldita. Abraçado ao caçula do Supremo Tribunal Federal, o senador pediu às autoridades presentes que, com as mãos entrelaçadas, erguessem os braços para a saudação conjunta à plateia que vaiava a confraternização dos inimigos íntimos. Os organizadores do evento anunciaram que havia 50 pessoas a multidão no palanque. Segundo os cálculos do Datafolha, foram 1.879.

“Nosso movimento é suprapartidário e está acima de possíveis divergências”, afirmou a senadora Gleisi Hoffmann. “O Paraná é mais importante que projetos pessoais”, emendou a seu lado o colega Roberto Requião. “Vim do Rio pela FABTur para reiterar que Álvaro Dias é um exemplo de oposição construtiva”, elogiou o senador Lindbergh Farias. Um dirigente do PSDB confidenciou que Álvaro Dias recebeu mensagens de apoio remetidas por Dilma Rousseff, João Pedro Stédile, Kátia Abreu, Demóstenes Torres e André Vargas, entre outras personalidades da vida nacional.

Em nome do ex-presidente Lula e da Associação dos Réus do STF, Gilberto Carvalho sustentou que o desempenho do senador tucano é coisa para candidatura única. “Cito três proezas”, caprichou na discurseira o coroinha de missa negra. “Primeira: ele enxergou um paranaense no paulista Álvaro Dias e outro paranaense no gaúcho Luiz Fachin. Segunda: enxergou a beleza que existe na amizade entre Fachin e o MST. Terceira: viu um gesto de coragem numa ideia de jerico”.

Até sexta-feira, 29 de maio, os leitores-eleitores poderão lançar outros candidatos em comentários enviados a este post. Se aparecerem concorrentes, a disputa será consumada na enquete. Se prevalecer a candidatura única, fato inédito desde o nascimento do HSV, a enquete se limitará a contabilizar os leitores-eleitores que garantiram um triunfo consagrador.

Antes mesmo da conclusão oficial da disputa, Álvaro Dias já é pior de maio. E assumiu a dianteira entre os candidatos favoritos ao título de Homem sem Visão do Ano.

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27/05/2015

às 16:13 \ Sanatório Geral

Neurônio embriagado

“Nós temos símbolos nas nossas culturas. Sem dúvida nenhuma, é um símbolo de alegria, de viver e de felicidade, a tequila mexicana. Sem sombra de dúvida é um símbolo de vida, de felicidade, de alegria e de música, a cachaça, a caipirinha brasileira. Por isso, senhor presidente, eu tenho imenso orgulho, prazer e honra, de saudar ao senhor, ao povo mexicano, ao fortalecimento da amizade entre os nossos países, a aproximação entre nossos empresários, acadêmicos e artistas, com uma caipirinha e uma tequila”.

Dilma Rousseff, durante almoço oferecido pelo presidente do México, internada por Celso Arnaldo Araújo depois de revelar que a Pátria Educadora tem um novo símbolo cultural: a cachaça.

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26/05/2015

às 19:22 \ Sanatório Geral

Neurônio em colapso

“É Tenochtitlán, não é? Ela tinha uma estrutura de água e esgoto que, na época em que ela existia, na mesma época, não havia na Europa, não havia em lugar nenhum do mundo ocidental. Então, e você vê uma sofisticação imensa em toda a cultura, coisa que você, por exemplo, naquela época, em 82, eu desconhecia completamente. O Brasil vivia de costas para a América Latina, vivia de costas e olhava só os Estados Unidos e a Europa, e até a Rússia, mas jamais olhava para nós mesmos, não é? Então, eu fiquei muito impressionada com isso. Aí, depois, eu fui lá nas duas, na Pirâmide do Sol e na Pirâmide da Lua. Aí eu percebi o tamanho do que que tinha sido aquela civilização. Depois, um pouco depois, eu fui em Chichén Itzá”.

Dilma Rousseff, na assombrosa entrevista ao jornal mexicano La Jornada, confirmando que é capaz de falar de qualquer coisa sem saber coisa alguma.

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25/05/2015

às 19:30 \ Sanatório Geral

Um, dois…

“Estou contente de ir ao México. Eu conheço o México. Eu já fui ao México umas duas vezes. Não, acho que foi até mais do que duas vezes, mas uma foi só de passagem”.

Dilma Rousseff, na retumbante entrevista ao jornal mexicano La Jornada, revelando que o neurônio solitário ainda não sabe contar até três.

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23/05/2015

às 6:45 \ Sanatório Geral

Neurônio lesado

“Quero comprimentá o ministro interino Ricardo Leyser, do Transporte… do Esporte, desculpa. Já te promovi a Transporte? Não. Porque não preciso te promovê, porque esporte aqui é muito importante porque nós vamo fazê a maior Olimpíada de todos os tempos na cidade do Rio de Janeiro”.

Dilma Rousseff, no já histórico Pronunciamento da Vivenda das Gaivotas (que chamou de Recanto das Gaivotas), confundindo Ministério dos Transportes com Ministério do Transporte, Transporte com Esporte e Ricardo Leyser com Antonio Carlos Rodrigues antes de informar que, pelo menos até o fim da Olimpíada de 2016, os cariocas topam trocar qualquer duplicação de rodovia pela medalha de bronze em tênis de mesa.

 

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22/05/2015

às 22:47 \ Opinião

Reynaldo Rocha: Se Levy sair, Dilma cairá

REYNALDO ROCHA

Não faço parte do time do “quanto pior, melhor”. Já fiz. Quando era petista (sim, confesso que fui), a torcida era pelo desastre que aceleraria a queda do “inimigo”. Celebrávamos a tragédia sofrida por terceiros desde que pudesse apressar a derrota de quem deveria ser somente adversário, mas se transformava em inimigo pela nossa visão distorcida. Foi essa uma das causas do meu afastamento. E da minha repulsa pelo que o PT hoje é.

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15/05/2015

às 7:20 \ Sanatório Geral

Um Oscar para o neurônio

“Mas, ao mesmo tempo, essa mesma empresa, ela é forte suficiente para ganhar o Oscar, o Oscar Tecnológico, na OTC, lá nos Estados Unidos, em Houston. E que Oscar é esse? Sabe qual é o Oscar? Ter sido capaz de extrair petróleo de uma profundidade extremamente elevada”.

Dilma Rousseff, no batismo do navio Marcílio Dias, internada por Celso Arnaldo Araújo ao falar da recuperação da Petrobras ─ a única empresa do planeta capaz de extrair petróleo de uma profundidade elevada, provavelmente na zona do pós-sal.

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14/05/2015

às 18:19 \ Sanatório Geral

Neurônio produtivo

“Nós não somos um país que não gosta dos outros países, pelo contrário, a gente gosta. O que nós queremos é produzir, no Brasil, aquilo que pode ser produzido no Brasil”.

Dilma Rousseff, durante cerimônia de batismo do navio Marcílio Dias, em Pernambuco, internada por Celso Arnaldo Araújo depois de insinuar que o Brasil não quer produzir o que não pode produzir.

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