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Celso Arnaldo Araújo

12/04/2015

às 21:08 \ Direto ao Ponto

EXCLUSIVO: O DIA EM QUE MARK ZUCKERBERG COMPARTILHOU O DILMÊS, por Celso Arnaldo Araújo

CELSO ARNALDO ARAÚJO

Com um novo regime vigorando no Brasil, o vice-parlamentarismo, Dilma Rousseff pode ficar mais à vontade num papel que cai muito bem em alguém com sua cultura universal. A VII Cúpula das Américas foi sua estreia oficial como chanceler brasileira — já credenciada por notáveis desempenhos em supereventos internacionais nos quais atuara, nessa função, mais informalmente. Do meio ambiente como ameaça ao desenvolvimento sustentável (Conferência do Clima, em Copenhague, 2010) à pasta de dente que volta para dentro do dentifrício (reunião do G-20, em São Petersburgo, 2013), Dilma revolucionou consagrados conceitos geopolíticos – como a milenar dualidade entre conteúdo e continente.

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10/04/2015

às 10:49 \ Sanatório Geral

Neurônio sujo

“E se a seleção é a Pátria de chuteiras, como dizia um saudoso fluminense, eu quero dizer que a Petrobras, de macacão, é também a Pátria de macacão e mãos sujas de óleo”.

Dilma Rousseff, nesta quinta-feira, capturada por Celso Arnaldo Araújo em Duque de Caxias, mais uma vez tentando usurpar o pensamento do “saudoso fluminense” Nelson Rodrigues para tentar limpar com óleo queimado as mãos sujas dos ladrões da Petrobras.

19/03/2015

às 17:59 \ Sanatório Geral

Comunicação enfática

“Comunico à Casa o comunicado que recebi do chefe da Casa Civil comunicando a demissão do ministro da Educação, Cid Gomes”.

Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, internado por Celso Arnaldo Araújo ao anunciar ao vivo o bota-fora do ministro da Má-Educação, Cid Gomes, retribuindo a deferência de Dilma com uma frase em dilmês redundante.

02/03/2015

às 19:40 \ Direto ao Ponto

Celso Arnaldo e a assombrosa decolagem da presidente na galáxia à beira-mar

O que foi publicado na internet neste domingo bastou para que se consumasse, em regime de urgência urgentíssima, mais uma internação de Dilma Rousseff no Sanatório Geral. Pois a incursão retórica pelo espaço sideral que transformou o Rio em galáxia e também capital de galáxia, além de promover Eduardo Paes a prefeito de uma maravilha cósmica que fica fora da Via Láctea mas está onde sempre esteve desde a fundação, foi ainda mais delirante do que parecia.

Sempre atento, o jornalista Celso Arnaldo Araújo foi buscar na fonte o que os textos maquiados por jornalistas escondeu. Leiam o recado enviado à coluna pelo único especialista em dilmês do Universo:

O dilmês exige transcrição fiel – pois só assim será dilmês legítimo. Qualquer tentativa de ordenar pensamento tão primitivo, a bem da compreensão lógica, tirará do dilmês o que ele tem de único — um idioleto falado por um único indivíduo. No caso, uma indivídua. Dito isto, consultada a transcrição feita pelo Portal do Planalto e conferido o áudio do discurso, eis a versão original dessa passagem do outro mundo:

“O Eduardo eu sei que ele é um homem feliz, um homem realizado, porque ele disse para mim que ele é o único prefeito do Rio de Janeiro do mundo e isso o torna uma pessoa especial. Ele tem alegria 24 horas por dia, 365 dias no ano de sê o prefeito da mais bonita, da mais fantástica cidade. Ele disse… e eu cheguei à conclusão que ele é o melhor prefeito das galáxias e não é da via láctea. É de uma galáxia chamada Rio de Janeiro, uma galáxia especial”.

Melhorou? Piorou? Não sei. Só sei que é Dilma.

Arremato de primeira o cruzamento impecável do Celso Arnaldo: a cabeça da presidente é um nada capaz de tudo.

21/02/2015

às 19:44 \ Direto ao Ponto

Celso Arnaldo e a frase em dilmês que já se tornou antológica no estudo da oratória: ‘Nunca deixamos de esconder que era 4,5%’

CELSO ARNALDO ARAÚJO

Nesses 60 dias de sumiço, Dilma Rousseff afinou um punhado de quilos com a dieta do Dr. Ravenna, mas engrossou sua rombuda ignorância com o tempero de um aparente cinismo, que até aqui lhe faltava por absoluta obtusidade. Dos cínicos competentes, como se sabe, exige-se um tirocínio que passa longe do cérebro mononeuronal de Dilma. A afronta de acusar FHC pelo Petrolão, em dilmês de porta de cadeia, namora o descaramento, o caradurismo e a mais rigorosa incompreensão dos fatos, mas passa longe do “raciocinismo”.

Até um estafeta do Palácio do Planalto derrubaria o disparate, em linguagem grosseira. De qualquer forma, a estreia de Dilma II – A Comissão nos espantosos 10m23s desta primeira entrevista do segundo mandato talvez mereça uma resenha mais minuciosa, porque peça histórica na crônica da má-fé lulopetista. Má-fé sem requinte, tosca, indecente. Mas, num nível mais rasteiro ainda, celebre-se a volta do fissuroso dilmês oral, inconfundível e indispensável aos “dilmadictos”, como este que vos escreve.

Quem mais, senão Dilma Vana Rousseff, seria capaz de confirmar que a correção da tabela do IR abaixo da inflação é uma cláusula pétrea de seu governo com uma frase que se tornou antológica no estudo da oratória humana, assim que o “por cento” escafedeu dos lábios presidenciais na tarde desta sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015:

“Nunca deixamos de esconder que era 4,5%”.

É o que se ouve aos 6:08 do vídeo oficial do Planalto, sem cortes — e com fortes emoções. Que não se pode deixar de perder.

Bem-vinda, presidenta.

03/02/2015

às 22:33 \ Sanatório Geral

Minha Casa, Minha Dilma

“Pois bem, é algo importantíssimo a casa. Porque a casa é onde você estrutura a família, você cria seus laços afetivos, protege as crianças, recebem os amigos, enfim. Muitos namoram, casam, noivam. Todas aquelas atividades da vida privada que são essenciais para a gente viver”.

Dilma Rousseff, hoje, em Campo Grande, internada por Celso Arnaldo Araújo ao retomar a agenda dos piores discursos de todos os tempos ─ sem dar a menor esperança de que conseguirá enfim explicar para que serve uma casa, ao final de oito anos de governo

26/12/2014

às 11:23 \ Direto ao Ponto

O discurso no Pará aprofunda o maior enigma da História do Brasil e de suas brasileirices: como alguém como Dilma chegou à Presidência da República?

tarja-an-melhores-do-ano-2014 PUBLICADO EM 26 DE ABRIL 

Ainda convalescendo de discursos recentes, o jornalista CELSO ARNALDO ARAÚJO foi abalroado pelo palavrório de Dilma Rousseff no Pará. Imediatamente, mandou três trechos escoltados por observações que imploram por internações no Sanatório Geral. Mas uma trinca de comentários de Celso Arnaldo é coisa para o Direto ao Ponto. Confira. (AN) De tempos em tempos, a Dilma faz um discurso que supera os anteriores e passa a vigorar, pelo menos por alguns dias, como o pior de todos os tempos. Este, feito ontem no interior do Pará, em mais uma daquelas transcendentais entregas da santíssima trindade “retroescavadeira, motoniveladora e pás carregadeiras” para municípios com menos de 50 mil habitantes, é quase imbatível. Pelo menos até o próximo… Sem nenhum esforço, a esmo, pincei três passagens que, na verdade, falando sério, simbolizam, no reino das palavras e das ideias, o maior enigma da História do Brasil e de suas brasileirices – como alguém como Dilma Rousseff chegou à Presidência da República? A DILMA COMO ELA É “Vocês vejam como é que é a vida. Eu nunca acho uma Dilma, e hoje uma Dilma fala e a outra Dilma depois fala”. (Na abertura do discurso na entrega de 32 máquinas a municípios do Pará, dirigindo-se à prefeita de Belterra, Dilma Serrão, ao confirmar que ainda não se achou e que, de todas as Dilmas do Brasil, ela é a única que não fala português) TEORIA GERAL DA DILMA “O início do Brasil e o fim do Brasil e o meio do Brasil são os municípios, porque não existe, de fato… nem é União, nem é um estado, um estado fisicamente. Existem, fisicamente, os municípios, as cidades e as zonas rurais”. (Ao admitir que o Brasil não precisa de uma presidente da República) PRA FRENTE, PARÁ “Então, eu vou concluir dizendo para a maioria e para a minoria, para todos, por que é que eu dei esse exemplo? Eu dei esse exemplo pelo seguinte, eu quero dizer para vocês que o Brasil só vai para frente se o Pará for para frente”. (No fecho do discurso, ao anunciar que, se o Pará for para frente, o Brasil – onde maioria e minoria formam o todo – ganha mais um pedaço do Oceano Atlântico)

24/12/2014

às 13:25 \ Sanatório Geral

Celso Arnaldo x Dilma

tarja-an-o-ano-em-frases-2014

PUBLICADO EM 23 DE JANEIRO

“Aquilo que o Nelson Rodrigues dizia: não é possível apostar no pior”.

Dilma Rousseff, estreando 2014 em grande forma, aos 4min18s do vídeo da coletiva de imprensa durante entrega da Arena das Dunas, em Natal, internada por Celso Arnaldo Araújo ao demonstrar, de novo, que é a única pessoa do mundo capaz de fazer Nelson Rodrigues dizer tolices em dilmês que nunca disse em português

 

28/10/2014

às 2:28 \ Sanatório Geral

Dilma II – A Missão

“Vou lutá diuturna e noturnamente pra que o crescimento no sentido de melhoria de vida pro brasileiro e pra sua família seja maior ainda”.

Dilma Rousseff, em sua primeira entrevista como presidente reeleita, internada por Celso Arnaldo Araújo ao prometer governar dia e noite em dilmês nos próximos quatro anos.

17/10/2014

às 0:09 \ Direto ao Ponto

O parecer de Celso Arnaldo: ‘Não foi pressão, não’

Único doutor em dilmês do planeta, o jornalista Celso Arnaldo Araújo enviou à coluna o seguinte parecer sobre a entrevista que não houve porque a entrevistada estava grogue:

Não foi pressão, não. Ineq, ineqüi, inhoqui, sem sombra de dúvidas foi um insulto típico do dilmês ─ ataque apoplético caracterizado por insuficiência sintática, derrame semântico e Lesão de Esforço Repetitivo (LER) na articulação da fala.

Na verdade, a presidenta que não sabe recitar “batatinha quando nasce” é uma fingidora. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a vergonha que deveras sente.

 

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