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Anvisa

21/08/2013

às 19:57 \ Sanatório Geral

Cosa nostra

“Indiquei o menino como técnico. O pai dele teve problema de câncer e morreu, a mãe está doente. É um rapaz muito sofrido, mas que tem muito valor, é dedicado, batalhador, fichinha limpa”.

Eunício Oliveira, líder do PMDB no Senado e padrinho de casamento de Renato Porto, “o menino” que indicou para ocupar uma diretoria da Anvisa, revelando os critérios adotados para o loteamento de cargos públicos entre os parceiros da base alugada.

31/12/2012

às 15:00 \ Sanatório Geral

Ajuda dispensável

PUBLICADO EM 25 DE AGOSTO

“A greve não prejudica hospitais”.

Alexandre Padilha, ministro da Saúde, sobre a greve da Anvisa, reconhecendo que o sistema de saúde pública brasileiro não precisa da ajuda de ninguém para brilhar no ranking dos piores do mundo.

26/08/2012

às 8:37 \ Feira Livre

‘Direito à greve, direito ao serviço’, por Carlos Brickmann

PUBLICADO NA COLUNA DE CARLOS BRICKMANN

CARLOS BRICKMANN

Vamos, juntos, imaginar o avanço das tropas aliadas na Alemanha, nos dias finais da Segunda Guerra Mundial. Num determinado momento, o Conselho da Tropa informa que os soldados entraram em greve por aumento salarial e só retornarão aos combates depois que suas reivindicações forem atendidas.

Pode ou não pode? Pulemos algumas décadas, troquemos o Norte pelo Sul e veremos que agentes federais entraram em greve por aumento salarial, suspenderam o policiamento das fronteiras e colaram cartazes nos pontos de entrada do Brasil informando a contrabandistas e narcotraficantes que podem trabalhar à vontade, pois não serão reprimidos. Pode ou não pode?

A inabilidade do Governo Federal, que não se mexeu até a situação chegar a este ponto, levou o país a uma situação de perde-perde: se der o aumento pedido pelos funcionários em greve, não terá como pagá-los; se não der o aumento, a greve continuará gerando problemas insolúveis. Já há falta de remédios, por causa da greve da Anvisa; já há indústrias com problemas, por falta de componentes importados; as exportações também sofrem, porque estradas e aeroportos, que já não são lá essas coisas, funcionam ainda pior do que antes. Negociação? É com o mesmo pessoal que viu as universidades federais fecharem por três meses e não conseguiu negociar com os professores. E que é que o Governo propõe?

Depende: até agora, pagou direitinho o salário de quem não trabalhou. Hoje ameaça demiti-los. Vai da moleza ao confronto sem passar pela negociação.

Prepare seu coração

Os funcionários em greve rejeitaram até agora as propostas do Governo. Isso significa que estradas federais, postos de fronteira, aeroportos, fiscalização de importações e exportações, todos esses setores vão piorar, jogados às traças.

Tensão capital

Só isso? Não: o Movimento dos Sem-Terra resolveu promover manifestações em Brasília, o que obrigou a presidente Dilma Rousseff a deixar o Palácio do Planalto pela porta dos fundos, com a segurança em alerta total.

24/08/2012

às 17:52 \ Sanatório Geral

Ministro do Cinismo

“Qualquer caso concreto de falta de medicamentos ou outros produtos prioritários à saúde pública deve ser informado à ouvidoria da Anvisa”.

Alexandre Padilha, ministro da Saúde, fingindo ignorar que a falta de medicamentos nos hospitais e farmácias é consequência da greve dos funcionários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, codinome Anvisa,

 

11/11/2011

às 8:11 \ Sanatório Geral

Honra ao mérito

“A verdade começa a ser agora restabelecida”.

Agnelo Queiroz, governador do Distrito Federal, ao saber que vai ficando conhecido nacionalmente como “José Roberto Arruda do PT” e “Herdeiro Moral de Joaquim Roriz”.

09/11/2011

às 7:11 \ Sanatório Geral

Delinquente sensível

“Foi a devolução de quantia concedida em empréstimo à referida pessoa. Associar esse depósito a origem irregular é tentativa criminosa de acusação vazia.”

Nota da assessoria de Agnelo Queiroz, sobre a suspeitíssima transação financeira entre o então diretor da Anvisa e um lobista de estimação, explicando que, no paraíso da ladroagem impune, agora é crime descobrir que um governador do PT é criminoso.

11/06/2010

às 17:59 \ Vídeos: Entrevista

Dr. David Braga Junior, especialista em clínica médica

Remédios nem sempre ajudam na cura de uma doença, ensina David Braga Junior, médico do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo. Pelo contrário: com frequência surpreendente, prejudicam. Uma pesquisa da Agência Nacional de Saúde Suplementar revelou que 82% dos pacientes idosos que ingerem até seis medicamentos diferentes apresentam reações adversas que podem levar à morte. Mostra também que, dos 2.871 fármacos lançados entre 1981 e 2003, 1.913 não trazem nenhuma novidade em relação aos remédios já existentes. David revela ainda que a prescrição simultânea de vários  medicamentos – prática comum nos hospitais e ambulatórios do Brasil – e os erros médicos são duas das síndromes geriátricas mais comuns no país.

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