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19/08/2014

às 18:19 \ História em Imagens, Sem categoria

TVEJA: na estreia do programa ‘Aqui entre Nós’, Joice Hasselmann, Reinaldo Azevedo, Ricardo Setti e Marco Antonio Villa debatem a entrevista de Dilma ao Jornal Nacional e os resultados da pesquisa Datafolha

03/05/2014

às 10:44 \ Sanatório Geral, Sem categoria

Foi plágio

“Esse deputado deve ter enchido a cara antes do ato”.

Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, sobre o discurso no Dia do Trabalho em que Paulinho da Força afirmou que Dilma Rousseff deveria estar na Papuda, acusando o orador de ter plagiado o método de aquecimento que Lula criou para comícios logo depois do almoço.

04/03/2014

às 16:26 \ Sem categoria

‘Vandalismo com dinheiro público’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão desta terça-feira

Sempre que podem, os ditos “sem-terra” reclamam publicamente da presidente Dilma Rousseff porque ela, corretamente, desapropriou menos terras para a reforma agrária do que Fernando Henrique Cardoso. Mas eles se queixam de barriga cheia: o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), faça o que fizer, destrua o que destruir, será sempre beneficiado pelo governo petista com generosas verbas públicas – que garantem sua sobrevida como “movimento social”, mesmo que não haja mais a menor justificativa para sua existência, a não ser como caso de polícia.

Segundo revelou o Estado, uma entidade ligada ao MST recebeu dinheiro da Petrobrás, da Caixa Econômica Federal, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para realizar um congresso de sem-terra – e foi nesse evento, em Brasília, no último dia 12/2, que o MST reafirmou sua verdadeira natureza: criminosa e hostil às instituições democráticas.

Milhares de militantes atacaram policiais que tentavam impedi-los de invadir o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal. O saldo de feridos deu a exata medida do ânimo violento dos manifestantes: 30 policiais (8 em estado grave) e apenas 2 sem-terra.

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31/01/2014

às 3:04 \ Sanatório Geral, Sem categoria

Neurônio copeiro

“É fato que nós investimos em estádios. Mas não é esse o principal investimento. O principal investimento está em todas as estruturas de aeroportos, em todas as estruturas de portos, em todas as obras que são muito maiores do que a Copa: de mobilidade urbana. O Brasil está gastando em mobilidade urbana para além da Copa ─ e também contemplando a Copa ─ mas é para além da Copa isso, R$ 143 bilhões. Nove estados do país vão ter sistema de metrô. Outros tantos são 600 quilômetros sobre trilhos”.

Dilma Rousseff, na delirante entrevista em Havana, admitindo que, ao contrário do que prometeu, o governo torrou dinheiro em estádios e revelando que o que não se fez é muito mais importante que o que foi feito.

07/12/2013

às 15:55 \ Sem categoria

‘Mistura tóxica: inflação, estagnação e crise fiscal’, de Rolf Kuntz

Publicado no Estadão deste sábado

ROLF KUNTZ

Ninguém vai jogar a toalha. A inflação já estourou a meta, com 4,95% até novembro. A economia encolheu 0,5% no terceiro trimestre e cresceu apenas 2,3% em 12 meses. Mas a presidente Dilma Rousseff ainda poderá falar em vitória se o ano terminar com alta de preços inferior a 5,84%, resultado final de 2012, e expansão do produto em torno de 2,5%. Nessa altura, poucos lembrarão a maior parte dos micos de 2013, incluída a entrevista ao jornal El País, quando ela anunciou a revisão do crescimento do ano passado para 1,5%. Houve revisão, sim, mas de 0,9% para 1%, como informou nesta semana o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Talvez numa próxima correção apareça a taxa de 1,5%, mas quem se importará, além da presidente?

Em qualquer país governado por gente comum, a mistura de crescimento econômico em torno de 2,5% com inflação acima de 5% seria considerada um desastre. Neste Brasil de governantes incomuns, as autoridades torcem por esse resultado. Que mais poderiam ambicionar, neste momento? Além disso, cantam vantagem, apontando países com crescimento menor, mas, curiosamente, em posição bem melhor na escala de risco de crédito. Agências de classificação cometeram erros notáveis nos últimos 20 anos, mas seus critérios, de modo geral, fazem sentido e suas avaliações são levadas a sério no setor financeiro.

No mercado, todo mundo sabe do risco de rebaixamento da nota do Brasil. O ministro da Fazenda até já se mostrou preocupado com essa possibilidade. Mas nem por isso decidiu cuidar seriamente das contas públicas, admitir os problemas e pôr de lado a contabilidade criativa e a política de remendos fiscais. Há poucos dias o ministro desistiu de mais uma operação para maquiar as contas federais – uma jogada com participação da Caixa e da Eletrobrás. Mas só mudou de ideia quando uma reportagem do Valor escancarou a manobra e toda a imprensa foi atrás da história. A armação de um lance desse tipo havia sido mencionada algum tempo antes na cobertura do Estado.

Segundo o plano, a Caixa financiaria, com garantia do Tesouro, pagamentos devidos por subsidiárias do setor de energia a um fundo setorial. Isso pouparia ao Tesouro uma transferência de R$ 2,6 bilhões. Assim ficaria um pouco mais fácil obter o superávit primário de R$ 73 bilhões prometido pelo ministro. Se o governo alcançar esse resultado, será principalmente graças a manobras e a receitas extraordinárias, como os bônus de concessões de infraestrutura e as parcelas do programa de refinanciamento de dívidas tributárias, o Refis. Este programa deverá render uns R$ 20 bilhões. Só a Vale deverá entrar com uns R$ 6 bilhões nessa coleta. E só o bônus do leilão do campo de Libra, no pré-sal, deverá proporcionar R$ 15 bilhões. A soma desses valores garantirá quase metade do resultado primário fixado para o governo central.

O desarranjo das contas públicas tem sido apontado como um dos principais fatores da inflação. A alta de preços está obviamente vinculada ao descompasso entre a demanda e a oferta interna, reconhecido por boa parte dos analistas e de novo mencionado na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom/BC). O presidente do BC, Alexandre Tombini, citou num discurso, nesta semana, o recuo das taxas acumuladas de inflação, mas é necessário muito otimismo para festejar os números conhecidos.

A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), chegou a 4,95% no ano e a 5,77% em 12 meses. A variação mensal ficou em 0,54%, ligeiramente abaixo da observada em outubro (0,57%). Cinco dos nove grupos de despesas encareceram mais que no mês anterior. O índice de difusão – parcela de itens com aumento de preços – passou de 67,7% em outubro para 68,2%, confirmando, mais uma vez, a ampla disseminação das pressões inflacionárias. Não há como sustentar – nem havia antes – a tese oficial de uma inflação derivada da alta dos alimentos ou da valorização internacional das commodities. O custo da alimentação tem subido menos, assim como os preços das matérias-primas, como confirma a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Entre outubro e novembro a alta dos preços no atacado passou de 0,71% para 0,12%, enquanto a dos preços ao consumidor acelerou de 0,55% para 0,68%.

Nem um resultado final abaixo dos 5,84% do ano passado está garantido, porque o IPCA de dezembro vai registrar os aumentos de preços de combustíveis, cigarros, eletricidade, água e esgoto, como observou o economista Fernando Parmagnani, da consultoria Rosenberg & Associados. Além disso, um ligeiro recuo da inflação neste ano – por enquanto, só uma hipótese – de nenhum modo garante uma nova redução do acumulado em 2014, advertiu Salomão Quadros, da FGV. Houve “coisas atípicas” neste ano, disse ele, lembrando a interferência política nos preços administrados.

Inflação alta e contas públicas em baixa combinam de forma desastrosa com a indústria emperrada. A produção industrial cresceu 0,6% de setembro para outubro – uma bela notícia, depois do fiasco do terceiro trimestre. Mas a comemoração pode ter sido exagerada.

É bom examinar as médias móveis trimestrais de dois anos. Como a indústria foi mal em 2011, a evolução em 24 meses ficou abaixo de pífia. Nos três meses terminados em outubro, o índice de produção praticamente repetiu o de igual período de 2011, no caso da indústria geral. O indicador do segmento de bens de capital (máquinas e equipamentos), 17,6% superior ao da média de agosto a outubro do ano passado, parece espetacular. Mas o aumento em dois anos ficou em 6,03%. Isso combina com uma taxa geral de investimento – público e privado – na altura decepcionante de 19% do PIB. Não haverá crescimento muito maior com esse investimento.

03/12/2013

às 18:33 \ Sanatório Geral, Sem categoria

Tudo a ver

“O PT tem todo o interesse em fechar aliança com o PP em São Paulo. Já estamos juntos no governo federal e na prefeitura do Haddad”.

Emídio de Souza, presidente estadual do PT em São Paulo, reafirmando que seu partido tem tudo a ver com o PP de Paulo Maluf.

25/08/2013

às 11:49 \ Sanatório Geral, Sem categoria

Doutor em metrô

“O turista que vier para o Mundial não vai andar de metrô. Turista que vier para isso tem grana, vai ficar no hotel, vai pegar sua van, que vai levar direto para o estádio pelo corredor exclusivo, aquelas coisas todas”.

Jaques Wagner, governador da Bahia, nesta sexta, um dia depois de anunciar mais um novo atraso nas obras do metrô de Salvador, ensinando que os turistas estrangeiros, que usam diariamente o transporte subterrâneo nas cidades onde moram,  decidiram que vão andar de van na Copa do Mundo de 2014 porque brasileiro acha que metrô é coisa de pobre.

05/05/2013

às 13:54 \ Sem categoria

‘E ele reclama!’, por Carlos Brickmann

PUBLICADO NA COLUNA DE CARLOS BRICKMANN

CARLOS BRICKMANN

O deputado federal José Genoíno, do PT, condenado à prisão pelo Mensalão, reclama que o Supremo não levou em consideração depoimentos de pessoas como José Janene, Pedro Henry e Pedro Correia, que o inocentavam.

É curioso: Genoíno não é mais criança, tem barbas brancas, e ainda não descobriu que, conforme as pessoas que falam a nosso favor, é melhor deixar pra lá.

A festa…
1 – Lembra do caso dos garçons do Senado que ganham R$ 15 mil mensais? Café pequeno! O presidente da Casa, senador Renan Calheiros (PMDB de Alagoas) tem à disposição, na residência oficial, um mordomo e dois garçons, nomeados naquela safra de atos secretos que provocou tanto escândalo (e nenhuma consequência). O mordomo ganha algo como R$ 18 mil mensais; os garçons, perto de R$ 11 mil. Renan tem a seu serviço, no Senado, mais dois garçons, que ganham um pouco menos: algo como R$ 8 mil mensais.

2 – O presidente da Câmara Municipal de São Paulo, vereador José Américo, do PT, devolveu a 55 funcionários o direito de receber mais que o salário-teto do funcionalismo: ganham até R$ 28 mil mensais. Existe também um bônus de produtividade, que varia entre R$ 1.500,00 e R$ 5.700,00 mensais. O bônus foi criado quando era presidente da Câmara o hoje senador Antônio Carlos Rodrigues, do PR, suplente da senadora Marta Suplicy. Mas é pouco, acham Suas Excelências: estuda-se a concessão do bônus de produtividade a funcionários aposentados.

Como calcular a produtividade de quem já não produz? Isso é outro problema, que os vereadores resolverão. O problema do caro leitor é só pagar a conta.

…da mexerica
O caro leitor folgou no Dia do Trabalho? Pois seus representantes se esmeraram em homenagear os trabalhadores do Brasil folgando a semana inteirinha. Em 2 de maio, quinta-feira, havia na Câmara Federal 23 de seus 513 integrantes. No Senado, apareceram cinco dos 81 senadores.

E ninguém perdeu dinheiro com isso – exceto o caro leitor, que paga a conta: Suas Excelências não sofrem qualquer desconto no pagamento quando resolvem emendar o feriado.

Quem sai na chuva
O professor Lino da Silva Jr., leitor desta coluna, está perplexo com o caso das capas de chuva compradas pela PM em Brasília. Não porque sejam superfaturadas, nem por serem em maior número que o de soldados da PM, nem porque a justificativa para a compra foi a Copa das Confederações ─ que se realiza em época de estiagem. Isso, no Brasil, é normal. Mas pela explicação do comandante que autorizou a compra (e foi demitido pelo governador Agnelo Queiroz, do PT, que tinha de botar a culpa em alguém): segundo ele, o alto preço se justificava pela boa qualidade do produto, que entre outras coisas seria à prova de fogo.

Pois é: pelo jeito, em Brasília, quem sai na chuva é pra se queimar.

19/04/2013

às 17:51 \ Direto ao Ponto, Sem categoria

A Casa do Espanto acabou de inventar o garçom-senador. Ou senador-garçom

Com José Sarney na presidência, o Senado inventou o ato secreto, a nomeação do namorado da neta, o Conselho de Ética sem compostura, a bancada do cangaço e outras pilantragens que tornaram a antiga Câmara Alta mais conhecida pelo codinome Casa do Espanto. No Brasil, o que está péssimo sempre pode piorar, confirmou a substituição do maranhense Sarney, vulgo Madre Superiora, pelo alagoano Renan Calheiros, também do PMDB.

Exausta com a jornada de trabalho, a turma pediu ao novo comandante que fosse autorizada a só dar as caras no Congresso na terça-feira, na quarta e na manhã de quinta. A poda de um período vespertino resolveu o problema: a semana de três dias virou semana de dois dias e meio. E criou mais duas maravilhas da fauna tropical, informou o Globo nesta sexta-feira. Como revela a reportagem de Maria Dias reproduzida na seção O País quer Saber, agora existe a sessão fantasma e o senador-garçom. Ou garçom-senador.

Parece mentira. É o Brasil de verdade.

18/04/2013

às 19:17 \ Sem categoria

Reynaldo-BH: Dilma abandonou o emprego

Trecho: Dilma se acha onipotente. Não delega nada a ninguém. Em alguns casos, faz muito bem. Ela sabe melhor que ninguém da qualidade gerencial de quem nomeou para o primeiro escalão. Se nem ela confia nos ministros, o que dizer de nós?

Leia a íntegra na seção Feira Livre.

 

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