Blogs e Colunistas

28/02/2015

às 22:54 \ Opinião

Reynaldo-BH: Um pato que rosna é o primeiro sargentão da tropa dos ratos

REYNALDO ROCHA

Sei de lambe-botas que são capazes de qualquer coisa para agradar ao “chefe”. Seria o caso desse Washington Quaquá? Parece que sim. A nova identidade — dada pelos “cumpanheiros”, creio eu – já retrata a figura: uma risada que se tornou nome! Quaquá (que coisa ridícula esse apelido!) quer calar-nos com porradas. Conta com quem? Com José Dirceu e sua espingardinha de rolha? Ou com os ratos que infestam os gabinetes de Brasília?

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28/02/2015

às 18:53 \ História em Imagens

A IMAGEM DO ANO: o poder da ironia desnuda e ridiculariza os idiotas no poder

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28/02/2015

às 18:43 \ Direto ao Ponto

Antes de juntar-se à Frente Pró-Ladroagem chefiada por Lula, o veterano da Guerra Fria apoiou o Paraguai na batalha de Itaipu

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Lula não foi o primeiro revolucionário bolivariano a enxergar em João Pedro Stédile a sumidade militar capaz de induzir um Winston Churchill à rendição sem luta com meia dúzia de rosnados (e um olhar feroz durante a pausa entre a ameaça medonha e o ultimato). Sete anos antes da beligerância de picadeiro na ABI, também o presidente paraguaio Fernando Lugo vislumbrou por trás do bando aquartelado em barracas de lona preta uma força combatente de meter medo no mais temerário marine americano.

Em janeiro de 2009, o bispo que virou reprodutor de batina escapou por pouco de cair no conto do marechal dos campos. Ainda em êxtase com a chegada ao poder do companheiro Lugo, ocorrida quatro meses antes, e já excitado com os festejos pelo 25º aniversário do MST, programados para quatro meses depois, Stédile lembrou que em dezembro o início da Guerra do Paraguai completaria 145 anos. É muita coincidência para ser apenas muita coincidência, desconfiou o veterano da Guerra Fria.

E se fosse uma mensagem psicografada por Stalin, avisando que um ano daqueles merecia muito mais que as selvagerias de rotina?, intrigou-se. A dúvida acabou parindo a ideia de acrescentar às invasões de fazendas produtivas e aos ataques a laboratórios de pesquisas agrícolas o retumbante recomeço da guerra que se estendeu de 1864 a 1870 — com a novidade que mudaria o desfecho do confronto: desta vez, a Tríplice Aliança não enfrentaria uma nação sem parceiros.

Na maior revanche do terceiro milênio, o Brasil, a Argentina e o Uruguai teriam de enfrentar o exército que, no tiroteio retórico que agitou o saloon da ABI, coube em três falácias agrupadas pelo palanque ambulante. “Quero paz e democracia”, mentiu Lula. “Mas também sabemos brigar”, reincidiu na bazófia. “Sobretudo quando o Stedile colocar o exército dele nas ruas”, sucumbiu ao delírio.

Convém esperar sentado pela tropa pronta para matar e morrer se assim ordenar o  camponês de araque que, como constata o post reproduzido na seção Vale Reprise, só conhece foice de bandeira e imagina que pá é coisa que dá em parreira. Já na segunda semana de 2009, ainda tentando descobrir a diferença entre gatilho e culatra, Stédile comunicou a Lugo que era iminente a execução de duas operações concebidas para inaugurar a troca de chumbo: a tomada das instalações da hidrelétrica de Itaipue e a expulsão dos agricultores brasileiros que vivem e trabalham no Paraguai.

“Nada é mais nacionalista do que defender a soberania de um povo sobre os seus recursos naturais”, explicou o comandante. “Defendemos a soberania de todos os países. Somos contra o imperialismo dos Estados Unidos sobre o Brasil e do Brasil sobre qualquer país da América do Sul”. No século 19, o exército imperial precisou aliar-se a dois vizinhos e lutar durante cinco anos para derrotar um solitário Solano Lopes. Conseguiria a República sobreviver à ofensiva conjunta de paraguaios com trabuco e brasileiros sem terra?

Nunca se saberá. As divisões de Stédile preferiram o sossego das barracas aos perigos e carências das trincheiras que, além do mais, estão fora do circuito abrangido por cestas básicas e mesadas que o governo distribui graças ao dinheiro extorquido dos pagadores de impostos. Nem por isso o marechal perdeu a pose, informa o besteirol protagonizado na ABI pela Frente Pró-Ladroagem. Ele não foi à luta nem mesmo quando Lugo foi liberado pelo impeachment para conviver com a filharada. Mas promete colocar a turma nas ruas se a Polícia Federal e o Judiciário insistirem em cumprir a lei.

Até agora, as organizações criminosas a serviço do lulopetismo contavam com as milícias comandadas por José Dirceu, que só conseguem matar de rir. As tropas do MST são mais perigosas — para os recrutas que as compõem. Se tentar transformar em armas os instrumentos de trabalho que sempre passaram ao largo de colheitas e  semeaduras, o exército de Stédile vai acabar exibindo, depois de uma semana de treinamento, a maior incidência de mutilados de guerra por metro quadrado desde o primeiro confronto armado entre tribos das cavernas.

O comandante Stédile, por exemplo, deve dispensar-se de ensinar como se luta com facão. Pode perder a cabeça, literalmente, no primeiro minuto da aula.

28/02/2015

às 16:51 \ Vídeos: Entrevista

O Roda Viva com Cacá Diegues

O cineasta Cacá Diegues foi o entrevistado do Roda Viva de 26 de janeiro. Autor do recém lançado Vida de Cinema – Antes, durante e depois do Cinema Novo, autobiografia que demorou seis anos para ficar pronta, Diegues dirigiu clássicos como Xica da Silva, Bye, Bye Brasil ou Tieta. Além de incursionar por bastidores do Cinema Novo, o programa tratou dos horizontes da indústria cinematográfica nacional e de sua importância na cultura brasileira. A bancada de entrevistadores foi formada pelos jornalistas João Gabriel de Lima (Época) e Ivan Finotti (Folha de S. Paulo), pela cineasta Laís Bodanzky, por Renata Almeida, diretora da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, e pelo documentarista e professor Sylvio do Amaral Rocha.

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28/02/2015

às 16:02 \ Opinião

Editorial do Estadão: ‘A tropa obedece’

“Após o ex-presidente Lula ter posto lenha na fogueira, pedindo que a companheirada não fugisse do embate com a oposição – mesmo que fosse preciso recorrer à briga –, a tropa petista obedeceu. O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) no Rio de janeiro e atual prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá, postou em sua página no Facebook um texto que exprime bem a autoridade que o comandante Lula ainda goza perante a sua militância.

Em sua página na rede social, Quaquá escreveu: “Contra o fascismo a porrada! Não podemos engolir esses fascistas burguesinhos de merda! Tá na hora da militância e dos petistas responderam (sic) esses fdps que dão propina ao guarda, roubam e fazem caixa dois em suas empresas, sonegam impostos dão uma de falsos moralistas e querem achincalhar um partido e uma militância que melhorou (sic) a vida de milhões de brasileiros. Vamos pagar com a mesma moeda: agrediu, devolvemos dando porrada”.

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27/02/2015

às 16:58 \ Opinião

Editorial do Estadão: ‘O PAC se esfarela’

Publicado no Estadão

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi criado em 2007 pelos bruxos do marketing petista para ser o nome que resumiria o esforço de desenvolvimento do país na nova era inaugurada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Oito anos depois, às voltas com congelamento de verbas e atrasos nos pagamentos para as construtoras, o PAC se consolida como um dos maiores símbolos do fracasso administrativo dos governos petistas, especialmente o daquela que já foi chamada de “mãe do PAC”, a presidente Dilma Rousseff.

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27/02/2015

às 14:12 \ Opinião

Merval Pereira: ‘Por um triz’

Publicado no Globo

MERVAL PEREIRA

O que era dito meio às escondidas nas reuniões da equipe econômica com os coordenadores políticos do governo, agora está escancarado nas reuniões com as diversas bancadas da suposta base aliada: se não aprovarem o pacote fiscal, fica mais próxima a perda do grau de investimento do Brasil.

A imagem do país no exterior já derreteu faz tempo, e a surrealista capa da revista inglesa “The Economist”, com uma passista de escola de samba debatendo-se num lodaçal, é o mais recente exemplo disso, depois de artigos os mais críticos possível da revista Time, do Financial Times, e por aí vai.

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27/02/2015

às 9:57 \ Opinião

Fernando Gabeira: ‘Os saqueadores da lógica’

Publicado no Estadão

FERNANDO GABEIRA

Se o PT pusesse fogo em Brasília e alguém protestasse, a resposta viria rápida: onde você estava quando Nero incendiou Roma? Por que não protestou? Hipocrisia.

Com toda a paciência do mundo, você escreve que ainda não era nascido, e pode até defender uma ou outra tese sobre a importância histórica de Roma, manifestar simpatia pelos cristãos tornados bodes expiatórios. Mas é inútil.

Você está fazendo , exatamente, o que o governo espera. Ele joga migalhas de nonsense mo ar para que todos se distraiam tentando catá-las e integrá-las num campo inteligível.

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26/02/2015

às 20:55 \ Homem sem Visão

Começou na enquete a votação que vai eleger o HSV de Fevereiro. Confira a ficha resumida dos cinco candidatos ao troféu

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A Comissão Organizadora lembra aos leitores-eleitores que uma das cláusulas do regulamento do HSV impede a inscrição, nas disputas mensais, dos campeões promovidos a hors concours pelos títulos que conquistaram. São sete: Lula (HSV da Década), Dilma Rousseff (HSV de 2009), Franklin Martins (2010), Márcio Thomaz Bastos (2011), Ricardo Lewandowski (2012), Alexandre Padilha (2013) e José Eduardo Cardozo (2014). Fernando Haddad, eleito Homem sem Visão de Janeiro, não disputa mais o troféu mensal por já estar na briga pelo HSV do ano.

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26/02/2015

às 18:50 \ Opinião

Demétrio Magnoli: ‘Voz do Brasil’

Publicado no Globo

DEMÉTRIO MAGNOLI

Eu sabia que eles assinariam um manifesto. Ingênuo, imaginei que, desta vez, seria um texto contra o pacote fiscal de Dilma Rousseff (culpando, bem entendido, o mordomo, que se chama Joaquim).

Contudo, eles desistiram de fingir: o inevitável manifesto, intitulado “O que está em jogo agora”, é tão oficialista como “A voz do Brasil” dos velhos tempos. Num lance vulgar de prestidigitação, o texto dos “intelectuais de esquerda”, assinado por figuras como Marilena Chaui, Celso Amorim, Emir Sader, Fabio Comparato, Leonardo Boff, Maria da Conceição Tavares e Samuel Pinheiro Guimarães, apresenta-se como uma defesa da Petrobras — mas, de fato, é outra coisa.

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