Blogs e Colunistas

24/07/2015

às 17:25 \ Feira Livre

A charge do Alpino

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24/07/2015

às 14:39 \ Direto ao Ponto

Marco Antonio Villa no Aqui entre Nós: ‘Vivemos uma crise sem precedentes’

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23/07/2015

às 15:43 \ Opinião

Carlos Alberto Sardenberg: Mal comparando

Publicado no Globo

CARLOS ALBERTO SARDENBERG

O que os japoneses já consideram como um dos maiores escândalos corporativos de sua história foi um tipo de pedalada contábil da Toshiba.  Manipulando receitas e despesas de um ano para outro, a diretoria gerou lucros, digamos, falsos no valor de US$ 1,2 bilhão, ao longo de sete anos. Só perde, lá no Japão, para o escândalo da Olympus, que escondeu um prejuízo de US$ 1,7 bilhão por vários anos.

A Petrobras, no seu último balanço, estimou perdas de R$ 6,2 bilhões, ou US$ 2 bilhões, só com a corrupção apanhada pela Lava Jato até o final do ano passado. E olha que foi um cálculo “conservador”, na expressão do presidente da estatal, Aldemir Bendine. Eis a comparação: contando o que se sabe até agora, de maneira conservadora, a corrupção na Petrobras já supera os dois maiores escândalos corporativos da economia japonesa  - que é, por sinal, duas vezes e meia maior que a brasileira.

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23/07/2015

às 15:11 \ Direto ao Ponto

As manifestações de 16 de agosto decidirão a data do enterro do mandato natimorto

ATUALIZADO ÀS 15H11

Vítima de corrupção generalizada, falência dos truques econômicos, insuficiência mental e raquitismo administrativo, o segundo mandato de Dilma morreu nos trabalhos de parto. E a hora do enterro chegou, acaba de avisar a pesquisa divulgada pela Confederação Nacional dos Transportes. Como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, os donos do picadeiro foram demitidos pela platéia farta de mágicas baratas.

Lula é derrotado em todas as simulações da sucessão presidencial. Se o segundo turno da eleição fosse antecipado para julho de 2015, o sinuelo sem rebanho perderia para Aécio Neves, Geraldo Alckmin ou José Serra. O índice de popularidade da afilhada é menor que a taxa de inflação. Oito em cada dez brasileiros acham desastroso o desempenho de Dilma. Mais de 60% querem que a supergerente de araque seja forçada a abandonar o emprego.

Mais de 70% qualificam o governo de ruim ou péssimo. Metade dos entrevistados teme perder o emprego. Mais de 60% conhecem alguém incorporado à procissão dos 12 mil demitidos por dia. Para 76%, o custo de vida vai subir e a renda mensal continuará caindo. Quase 85% afirmam que Dilma está despreparada para lidar com a crise econômica. Sete em cada dez brasileiros responsabilizam o padrinho e a afilhada pela roubalheira do Petrolão.

Se o horizonte desenhado pelos brasileiros tem todos os matizes de cinza, se os otimistas delirantes logo caberão numa missa negra do PT, o que falta para a consumação do sepultamento? Falta apenas que a imensidão de descontentes se transfira das pesquisas para as ruas. E sem prazo para voltar para casa. As dimensões da crise requerem pressa e pressão constante. Neste momento, um ato de protesto por trimestre é quase nada. Há um cadáver a enterrar urgentemente.

No dia 16 de agosto, a imensa maioria de indignados precisa exigir o imediato encerramento do velório que há meses adia a ressurreição da esperança. É o povo quem forja o próprio destino. É perda de tempo ficar à espera de homens providenciais. Os políticos acabarão fazendo o que for ditado pelo coro da multidão. Sempre foi assim. E assim sempre será.

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23/07/2015

às 14:20 \ Homem sem Visão

Chegou a hora de eleger o HSV de Julho

Termina no dia 27, segunda-feira, o prazo para a inscrição de candidatos ao título de Homem sem Visão de Julho. A votação na enquete que escolherá o ganhador do troféu mensal começa na manhã de terça, 28. O timaço de comentaristas está intimado a selecionar as feras que não podem ficar fora da jaula dos concorrentes. Ao teclado, amigos. Ninguém pode perder a chance de votar sem remorso em gente que ninguém merece.

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23/07/2015

às 14:19 \ Opinião

Eliane Cantanhêde: De ‘marolinhas’ e ‘crisezinhas’

Publicado em O Estado de S. Paulo

ELIANE CANTANHÊDE

O momento brasileiro não tem graça nenhuma e o vice-presidente Michel Temer, sempre tão sóbrio, foi no mínimo infeliz ao imitar o ex-presidente Lula, sempre tão boquirroto, e dizer que toda essa baita confusão não passa de uma “crisezinha”. A ebulição política não é só uma “crisezinha”, tanto quanto o tsunami econômico internacional de 2008 não foi só “marolinha”.

A “marolinha” de Lula pegou os Estados Unidos, a Europa de jeito e o mundo inteiro de jeito, virou o que virou e até hoje é pretexto, inclusive, para a desordem econômica herdada do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff. Até o presidente do Supremo Tribunal Federal caiu nessa, ou prefere cair nessa.

Quanto à “crisezinha” de Temer: o rompimento declarado do deputado Eduardo Cunha com o governo acentua o clima de guerra entre a Câmara e o Planalto e aumenta a desconfiança mútua entre o PMDB de Temer e o PT de Dilma. Fosse só uma “crisezinha”, o Planalto não estaria de prontidão, menos para atacar, mais para se defender.

Nesse tiroteio, com bala perdida para todos os lados, a Lava Jato segue seu rumo, não propriamente a jato, mas no tempo certo, e cria uma cena inédita na vida nacional: os atingidos não são pobres coitados de favelas e periferias, mas ricos e poderosos encastelados nas grandes empreiteiras. Se o mensalão meteu os corruptos na cadeia, o petrolão chega na outra ponta: a dos corruptores.

A Justiça acaba de condenar três mandachuvas da Camargo Corrêa e a Polícia Federal está indiciando o dono da Odebrecht, nada mais nada menos que a maior empreiteira do País. Vocês lembram de algo parecido? E não vai parar por aí, porque a fila é grande e a Lava Jato entrou na fase do “anda rápido que atrás vem gente”. Depois dos empreiteiros, diretores da Petrobrás e doleiros, está chegando a vez dos políticos.

Eduardo Cunha pode espernear à vontade, mas ele não vai escapar tão fácil das investigações – e não está sozinho. Além dos colegas do PMDB, inclusive o presidente do Senado, Renan Calheiros, a Lava Jato atinge praticamente todo o PP, aliados governistas do PT e de vários partidos e até gente da oposição. Logo, vice Temer, é até de mau gosto falar em “crisezinha”.

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23/07/2015

às 9:12 \ Direto ao Ponto

Fábio Altman e Augusto Nunes no Aqui entre Nós: o gol que derrotou uma nação

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22/07/2015

às 23:32 \ Opinião

Reynaldo Rocha: A escolha de Sofia

REYNALDO ROCHA

Charge - Reprovação DilmaNão há uma crise institucional. Isso acontece quando os poderes republicanos param de operar. Em uma conversa com um amigo culto, antenado e consciente, concluímos que o que está em curso é um processo que pode ser chamado de “escolha de Sofia”. Quem viu o filme entenderá a analogia. Há sobre a mesa duas opções: entre o insuportável e o desesperador, qual escolher?

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22/07/2015

às 15:27 \ Opinião

“Depois da tempestade vem o tufão” e outras quatro notas de Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann

O Congresso, onde a presidente apanhou que nem genta granda neste semestre, entrou em férias. A crise foi embora? Não: a crise está no ar, mas com os pés solidamente plantados no chão. Lula, o primeiro-companheiro deste governo, está sendo investigado pelo Ministério Público, por suspeita de relações estranhas com empreiteiras. O Tribunal Superior Eleitoral examina a possibilidade de que a campanha de Dilma tenha recebido recursos desviados da Petrobras (neste caso, o registro da chapa Dilma-Temer é cassado, e caem ambos). O Tribunal de Contas da União estuda as contas do Governo Dilma, e há quem defenda sua rejeição, por conta das pedaladas fiscais. Os presidentes da Câmara e do Senado são investigados, há uma imensa bancada parlamentar na mira do Ministério Público e da Polícia Federal, há grandes empresários sob suspeita, ou já condenados. E, em menos de duas semanas, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, promete detonar mais duas bombas: a CPI do BNDES e a dos Fundos de Pensão.

Dilma cai? Pode ser; depende de como a situação evoluir. Uma data decisiva será o domingo, 16 de agosto, dia marcado para as marchas Fora, Dilma. Muita gente nas ruas enfraquecerá a presidente. Se houver pouca gente, ela se fortalece. Mas, de qualquer modo, Dilma é frágil: a avaliação de seu governo, segundo a pesquisa CNT-MDA, divulgada pela Agência Brasil, estatal, continua caindo – de 10,8% para 7,7%, em julho. E 55,5% acreditam que a situação vai piorar.

Dilma Rousseff, quem diria!, tem índice de apoio inferior à inflação.

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22/07/2015

às 15:02 \ Direto ao Ponto

No Aqui entre Nós, J. R. Guzzo comenta com Augusto Nunes a situação de Eduardo Cunha, o tombo de Dilma na pesquisa, o recado de Sérgio Moro aos empreiteiros e o avanço do noivado entre Cuba e os Estados Unidos

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