Blogs e Colunistas

15/09/2014

às 14:15 \ Opinião

‘Tortuosos trajetos do dilmês’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão desta segunda-feira

Se algo ficou evidente nos anos de governo Dilma foi a incrível batalha que ela mantém com a língua portuguesa e com o próximo — seja ele quem for. Nestes anos, o País pôde conhecer em detalhes o dilmês, um modo único de falar, que expressa não apenas ideias desconexas, mas evidencia um jeito conflituoso de se relacionar com o interlocutor. Talvez isso explique o fato de, apesar da sua longa vivência política, até 2010 Dilma Rousseff nunca ter disputado nenhuma eleição. Para ela, a comunicação em público e com o público deve ser um tormento. Mas o dilmês não é apenas uma maneira de falar. É também um comportamento que tem caracterizado a sua administração, marcada pelo convívio difícil, se não rude, com seus auxiliares, ações descoordenadas e falhas de harmonia.

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15/09/2014

às 2:41 \ História em Imagens

Ainda existem vagas para os interessados em morar na propaganda do PT

Nosso Reynaldo-BH, que mandou o vídeo acima, pergunta: quem quer morar na propaganda do PT? As imagens mostram que o Brasil Maravilha só permite a entrada de gente grávida de felicidade. Até Dilma Rousseff, quando circula por lá, demite a carranca de solteirona excluída do testamento do avô para caprichar no sorriso de aeromoça que tem medo de avião.

Reynaldo avisa que ainda existem vagas. E terá preferência quem apresentar ideias que possam aperfeiçoar o mais que perfeito. Além do São Francisco já inundando os sertões nordestinos, das mansões do Minha Casa, Minha Vida, das crianças empanturradas de ensino e comida, dos ex-pobres com dentição de matar de inveja um Kennedy e de outros assombros, quais deslumbramentos não podem ficar fora da vigarice marqueteiras

Ao teclado, amigos. O timaço de comentaristas é suficientemente inventivo para melhorar o que Lula criou (com dinheiro do BNDES) e Dilma vem modernizando graças a verbas secretas repassadas pela PTbras desde o tempo em que a estatal tinha o nome de Petrobras.

14/09/2014

às 21:33 \ Opinião

‘Dinheiro falso’, de J.R. Guzzo

 PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA DE VEJA

J.R. GUZZO

Governos que mentem para o público o tempo todo acabam mais cedo ou mais tarde mentindo para si mesmos e, pior ainda, acreditando nas mentiras que dizem; o resultado é que sempre chegam a uma situação em que não sabem mais fazer a diferença entre o que é verdadeiro e o que é falso. Eis aí onde veio parar o governo da presidente Dilma Rousseff nestes momentos decisivos da campanha eleitoral. Muito pouco do que está dizendo faz nexo – resultado inevitável do hábito, desenvolvido já há doze anos, de navegar com o piloto automático cravado na contrafação dos fatos e na falsificação das realidades.

Entre atender à sua consciência e atender a seus interesses, o governo jogou todas as fichas na segunda alternativa, ao se convencer de que seria muito mais proveitoso tapear o maior número possível de brasileiros com a invenção de virtudes do que ganhar seu apoio com a demonstração de resultados. Não compensa: para que fazer toda essa força se dá para comprar admiração, cartaz e votos com dinheiro falso? Foi o que concluíram, lá atrás, os atuais donos do país. Agora, como viciados em substâncias tóxicas, vivem na dependência da embromação; está muito tarde para mudar, e a única opção é continuar mentindo até o dia das eleições. Sua esperança é que a maioria dos eleitores, como acontece com frequência, ache mais fácil acreditar do que compreender. » Clique para continuar lendo

14/09/2014

às 16:37 \ Opinião

Reynaldo-BH: ‘Navegantes do mesmo barco, nós somos o povo’

REYNALDO ROCHA

Não é fácil ir contra a corrente. Quase sempre se morre afogado. Tentarei me manter à tona.

Temos por princípio nos isolar do todo, criticando a figura do “povo”. Como se não fizéssemos parte dele. Cada um de nós tende a se sentir superior ao que parece uma entidade etérea: o “povo”.

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13/09/2014

às 20:01 \ Feira Livre

Imagens em Movimento: Um presente do passado

SYLVIO DO AMARAL ROCHA

17A fotografia faz lembrar que o tempo passa. É o recorte de um momento, um fragmento arrancado da vida.

Alguns povos indígenas não gostavam de ser fotografados. Alegavam que a vida lhes era roubada pelo clique. Durante muito tempo, fotografias dos mortos foram produzidas por gente que perseguia o registro do último suspiro, do momento derradeiro. Ao espelhar a imagem e congelar o instante com o uso de algum fixador potente, os fotógrafos inauguraram a idade do tempo. O contato com o passado feito através de uma fotografia evidencia a fragilidade do presente e a inclemência do devir. » Clique para continuar lendo

13/09/2014

às 11:01 \ Direto ao Ponto

No mais cruel dos dias para quem tem culpa no cartório, VEJA revela bandidagens que ligam a morte de Celso Daniel, o escândalo do mensalão e a roubalheira na Petrobras

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ATUALIZADO ÀS 11H01

No faroeste à brasileira inventado pelo PT, o bandido se fantasia de mocinho, atribui pecados inexistentes a meio mundo para desviar a atenção dos crimes que pratica compulsivamente e, enquanto saqueia a cidade, jura que a estrelinha usada no peito por todos os integrantes da quadrilha é uma estrela de xerife. Produzida por Lula, dirigida por João Santana e protagonizada por Dilma Rousseff, a mais recente obra do gênero estreou no horário eleitoral da TV logo depois de divulgadas por VEJA as bandalheiras na Petrobras reveladas pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa.

Como sempre ocorre nesses obscenos bang-bangs, o enredo previa um final feliz para os vilões. Terá de ser reescrito, acabam de saber os roteiristas pilantras e os canastrões do elenco. Sábado é mesmo o mais cruel dos dias para quem tem culpa no cartório, reiteraram as sete páginas da edição de VEJA que resumem uma história de horror ainda em curso no submundo político-policial. A trama envolve o presidente Lula, a candidata Dilma Rousseff, ministros de Estado, chefões do PT, Marcos Valério, doleiros bilionários, assaltantes de estatais,  empresários corruptos do ABC e delinquentes do baixo clero armados de documentos de grosso calibre. Fora o resto.

A reportagem mapeia atalhos, trilhas e desvios que estabelecem ligações mais que perigosas entre três casos de altíssimo teor explosivo: o assassinato do prefeito Celso Daniel,  o escândalo do mensalão e a megaladroagem na Petrobras. Está também comprovado que o PT virou refém das bandidagens em que se meteu ─ e se tornou vulnerável a extorsões executadas por antigos comparsas. “Os segredos dos criminosos, se revelados, prenunciariam uma tragédia eleitoral”, informa o parágrafo de abertura. “Dirigentes do partido avaliaram os riscos e decidiram que o melhor era ceder aos chantagistas”.

Os atores desse faroeste se merecem. E todos merecem cadeia.

13/09/2014

às 8:35 \ Feira Livre

A segunda parte da viagem aérea que mostra como é o mundo visto do céu

Em agosto de 2013, a coluna publicou uma série de imagens que mostraram trechos de  cidades europeias aos olhos de quem flutua alguns quilômetros acima da superfície da Terra. Neste fim de semana, o passeio aéreo é retomado para que os leitores sobrevoem outras paragens do planeta.Vancouver, Canadá

Vancouver, Canadá

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12/09/2014

às 17:50 \ Direto ao Ponto

Radiografia de uma fraude (parte 5): A faxineira do Planalto é a única do mundo que odeia vassoura e gosta de lixo

O post publicado em 21 de novembro de 2011, reproduzido na seção Vale Reprise, é a quinta parte da radiografia de uma fraude  ─ e o primeiro dos três capítulos que descrevem o desempenho de Dilma Rousseff na Presidência da República. No parágrafo de abertura, o texto constata que, ao instalar no Palácio do Planalto o poste fabricado por Lula, o Brasil inventou a segunda das duas singularidades que engordaram naquele ano o vastíssimo acervo de assombros exclusivos do País do Carnaval.

Além do brasileiro, só aqui existem o analista de juiz de futebol, o jurado de escola de samba, o despachante, o senador biônico, o flanelinha, o comunista capitalista, o cabo eleitoral de ofício, o guerrilheiro que não sabe atirar e a família Sarney. No começo de 2011, graças a Lula, o Brasil inventou o único doutor honoris causa do planeta que nunca leu um livro e não sabe escrever. Em seguida, decidiu que Dilma Rousseff seria a primeira faxineira da história que odeia vassoura e gosta de lixo.

12/09/2014

às 17:45 \ Opinião

Reynaldo-BH: Dilma confessa que existem corruptos por toda parte, mas descobriu só agora que saqueavam até a Petrobras

REYNALDO ROCHA

A criatividade da presidente Dilma Rousseff é proporcional à inteligência que demonstra (não) ter.

Assim como o Partido Comunista Chinês teve por décadas o Livro Vermelho de Mao (uma coleção de ridículas citações) como documento dogmático, Dilma e o PT adotaram o Livro Sem Cor de Lula (e sem letras) para a mesma função.

Livro de fácil leitura. Tem somente duas orientações aos milicianos.

1 – “Eu não sabia”.

2 – “Sou, mas quem não é?” » Clique para continuar lendo

12/09/2014

às 16:29 \ Opinião

‘Abençoado por Deus e roubado com naturalidade’, de Fernando Gabeira

Publicado no Estadão desta sexta-feira

Tá lá o corpo estendido no chão. Acabou uma época imprensada entre a crise econômica e uma profunda desconfiança da política. Não quero dizer com isso que o atual governo federal, com sua gigantesca capacidade, milhões de reais e a máquina do Estado, perderá a eleição. Não o subestimo. Quando digo que acabou uma época quero dizer que algo dentro de nós se está rompendo mais decisivamente, com as denúncias sobre o assalto à Petrobrás.

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