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13/09/2011

às 18:32 \ Feira Livre

‘Educação: reprovada’, um artigo de Lya Luft

TEXTO PUBLICADO NA REVISTA VEJA DESTA SEMANA

Lya Luft

Há quem diga que sou otimista demais. Há quem diga que sou pessimista. Talvez eu tente apenas ser uma pessoa observadora habitante deste planeta, deste país. Uma colunista com temas repetidos, ah, sim, os que me impactam mais, os que me preocupam mais, às vezes os que me encantam particularmente. Uma das grandes preocupações de qualquer ser pensante por aqui é a educação. Fala-se muito, grita-se muito, escreve-se, haja teorias e reclamações. Ação? Muito pouca, que eu perceba. Os males foram-se acumulando de tal jeito que é difícil reorganizar o caos.

Há coisa de trinta anos, eu ainda professora universitária, recebíamos as primeiras levas de alunos saídos de escolas enfraquecidas pelas providências negativas: tiraram um ano de estudo da meninada, tiraram latim, tiraram francês, foram tirando a seriedade, o trabalho: era a moda do “aprender brincando”. Nada de esforço, punição nem pensar, portanto recompensas perderam o sentido. Contaram-me recentemente que em muitas escolas não se deve mais falar em “reprovação, reprovado”, pois isso pode traumatizar o aluno, marcá-lo desfavoravelmente. Então, por que estudar, por que lutar, por que tentar?

De todos os modos facilitamos a vida dos estudantes, deixando-os cada vez mais despreparados para a vida e o mercado de trabalho. Empresas reclamam da dificuldade de encontrar mão de obra qualificada, médicos e advogados quase não sabem escrever, alunos de universidades têm problemas para articular o pensamento, para argumentar, para escrever o que pensam. São, de certa forma, analfabetos. Aliás, o analfabetismo devasta este país. Não é alfabetizado quem sabe assinar o nome, mas quem o sabe assinar embaixo de um texto que leu e entendeu. Portanto, a porcentagem de alfabetizados é incrivelmente baixa.

Agora sai na imprensa um relatório alarmante. Metade das crianças brasileiras na terceira série do elementar não sabe ler nem escrever. Não entende para o que serve a pontuação num texto. Não sabe ler horas e minutos num relógio, não sabe que centímetro é uma medida de comprimento. Quase a metade dos mais adiantados escreve mal, lê mal, quase 60% têm dificuldades graves com números. Grande contingente de jovens chega às universidades sem saber redigir um texto simples, pois não sabem pensar, muito menos expressar-se por escrito. Parafraseando um especialista, estamos produzindo estudantes analfabetos.

Naturalmente, a boa ou razoável escolarização é muito maior em escolas particulares: professores menos mal pagos, instalações melhores, algum livro na biblioteca, crianças mais bem alimentadas e saudáveis – pois o estado não cumpre o seu papel de garantir a todo cidadão (especialmente a criança) a necessária condição de saúde, moradia e alimentação.

Faxinar a miséria, louvável desejo da nossa presidenta, é essencial para nossa dignidade. Faxinar a ignorância – que é uma outra forma de miséria – exigiria que nos orçamentos da União e dos estados a educação, como a saúde, tivesse uma posição privilegiada. Não há dinheiro, dizem. Mas políticos aumentam seus salários de maneira vergonhosa, a coisa pública gasta nem se sabe direito onde, enquanto preparamos gerações de ignorantes, criados sem limites, nada lhes é exigido, devem aprender brincando. Não lhes impuseram a mais elementar disciplina, como se não soubéssemos que escola, família, a vida sobretudo, se constroem em parte de erro e acerto, e esforço. Mas, se não podemos reprovar os alunos, se não temos mesas e cadeiras confortáveis e teto sólido sobre nossa cabeça nas salas de aula, como exigir aplicação, esforço, disciplina e limites, para o natural crescimento de cada um?

Cansei de falas grandiloquentes sobre educação, enquanto não se faz quase nada. Falar já gastou, já cansou, já desiludiu, já perdeu a graça. Precisamos de atos e fatos, orçamentos em que educação e saúde (para poder ir a escola, prestar atenção, estudar, render e crescer) tenham um peso considerável: fora isso, não haverá solução. A educação brasileira continuará, como agora, escandalosamente reprovada.

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107 Comentários

  1. Luana Alves Santana

    -

    20/09/2014 às 13:54

    O que acontece no Brasil é fácil de se entender, os nossos governantes querem que todos seja ignorantes para que continuem a votar neles, para que de fato a educação continue esse grande lixo que é hoje.

  2. Antonio Virgilio Dos Snatos

    -

    03/09/2014 às 21:33

    O Brasil que sonhamos ainda está muito longe da realidade que vivemos. O gasto com educação supera e muito o investimento.

  3. Debora Mafra

    -

    08/04/2014 às 16:49

    A educação brasileira é uma vergonha, e isto é um fato. Mas tambem sabemos que nosso representantes não dão a mínima para a educação, pois sabem que se investirem em educação as pessoas se tornaram mais críticas e indagaram mais e não colocariam hipócritas no poder.

  4. Karolina

    -

    25/03/2014 às 22:30

    Creio que o foco do artigo e da autora não está em “reprovação”, e sim na precariedade da educação publica, onde se promove o aluno sem que ele tenha aprendido o conteúdo que lhe é ensinado. Concordo que é complicado reprovar um aluno com as condições da educação nos dias atuais, mas convenhamos que deixar ele seguir a séries seguintes sem ter aprendido conteúdos anteriores vai trazer prejuízos a ele somente. Enfim, ótimo artigo. E que mais pessoas o vejam, enxerguem tamanho problema e arregacem as mangas em prol de uma educação digna, ou como foi estampado em muitos cartazes nos protestos de 2013, “educação padrão FIFA”.

  5. Anônima

    -

    20/02/2014 às 18:07

    Lya Luft fala pelos brasileiros.

  6. valtemir morais

    -

    25/01/2014 às 23:39

    Professor Claudio de Souza de Morais, o que você ler? Não conhece Lya Luft? Não precisa dizer mais nada…

  7. JOÃO CAETANO JÚNIOR

    -

    12/01/2014 às 20:40

    Ao professor e leitor Cláudio,

    Prezado mestre, todo excesso é prejudicial não podemos defender o excessivo conservadorismo,tampouco concordar com este ” avacalhamento ” a que foi submetida a educação brasileira, mestre de qualidade questionável, já que os que sentem o desejo de produzir algo com sentido,com lógica, logo se distanciam deste sistema podre. Nenhum mestre que se preze suporta lidar com animais bípedes, mas que possuem ações dignas de quadrúpedes. UM sistemática do nada vale, prega-se uma ideologia furada de que o estudnte possui um saber, que há um novo estudante do século XXI, até agora não tive o prazer de v~E-LO. Tudo uma banalização o professor caso pergunte ao estudante o que é um VERBO, mesmo se o aluno disser que é um jumento, o professor deve verificar a relação existente entre o verbo e o JEGUE e deve assim considerar como correta a resposta do quadrúpede, pqp.Esses caras vem falar em construtivismo.

  8. PAULO ROBERTO SANTOS DE OLIVEIRA

    -

    22/11/2013 às 11:00

    Parabéns a Veja que tem uma escritora do nível da Lya Luft!

  9. wilson mamedes

    -

    17/11/2013 às 20:19

    Muito interessante, esta reportagem sobre educação

  10. Armando

    -

    30/10/2013 às 12:34

    Parabéns Lya Luft, ótimo texto. Realmente as verdades precisam ser ditas e não mascaradas, existem muitas pessoas pessoas que preferem viver em um mundo de ilusões, emfim, há que viva na lama e prefira pensar que está deitada em meio a relva florida do campo….

  11. cida maciel

    -

    15/10/2013 às 9:47

    concluindo, em último caso, aí sim sou a favor da reprovação.

  12. cida maciel

    -

    15/10/2013 às 9:39

    Alguém que já foi reprovado na escola é a favor de tal absurdo? Sofri muito quando tive que repetir a 1 série e entendo que uma escola de qualidade é aquela que apresenta alternativas viáveis para um desenvolvimento cognitivo de qualidade: professores bem remunerados e capacitados, aulas interessantes, material concreto para que as crianças possam utilizar, salas com menos alunos, projetos de reforço para os alunos com dificuldades de aprendizagem, utilização de tecnologias para o envolvimento dos alunos, estruturar conteudos de forma a .. Enfim, a estrutura toda carece ser repensada.

  13. Claudio de Souza de Morais

    -

    06/09/2013 às 23:20

    Lya Luft, eh o primeiro artigo que leio da sua autoria. Portanto, nao a conheço melhor.
    Meu teclado esta desconfigurado.
    Bem. Quando voce diz: “(…) Açao? Muito pouca, que eu perceba(…)”, voce revela que nao pesquisou sobre o que escreveu.
    Quando insinua que nao existem livros nas bibliotecas das escolas publicas…existem.
    E ao defender uma educaçao tradicional que resultou
    nessa “nos” sociedade inerte, mostra-se num retrocesso.

    A educaçao brasileira eh um caos sim. O motivo, muita gente nao sabe. Mas muitos outros, sim: a educaçao a serviço da corrupçao.
    Sou professor. Penso, sofro e ajo. Sei que muitos professores agem de forma errada, por varias razoes. Uns tem medo, outros sao alienados, alguns servem a poderes politicos especificos, tantos simplesmente nao sabe como fazer melhor e gostariam. Esses ultimos, sao a maioria no meio em que vivo e arrisco-me a dizer que eh um bom dado estatistico.
    Os livros existem, mas nao se treina usa-los.
    E por ultimo, precisamos emancipar a independencia dos nossos cidadaos. Uma educaçao tradicional nao ajuda isso. Ja temos um fim, ja sabemos.

    Reprovaçao ou aprovaçao nao sao as questoes. A questao eh a avaliaçao.

    eh a sociedade brasileira AVALIAR a quem serve essa educaçao cerrada apenas em conhecimentos cientificos a milhares de metros de um microscopio.

  14. Gabi

    -

    06/09/2013 às 12:41

    “CAnsei de falas grandiloquentes sobre educação..” Explique a critica da autora no ultimo volume paragrafo.Você concorda com a autora?

  15. Lucas viana

    -

    26/08/2013 às 10:57

    Sou a favor da reprovação pois a educação brasileira consiste em aprovar alunos e deixam de ver a qualidade dos alunos nas escolas de lado! Precisamos ver de outro modo a realidade do nosso pais

  16. ANGELA MARIA

    -

    26/08/2013 às 10:56

    Na minha opinião eu concordo com o que Lya luft fala pois eu sou a favor da reprovação,porque se os alunos já sabe que não vão ser reprovados não vẫo nem tentar aprende nada e mas tarde sofre as consequências por isso

  17. LAVÍNIA LIMA

    -

    26/08/2013 às 10:55

    Concordo com Lya Luft, eu sou super a favor da reprovação, só assim os alunos se empenham mais em estuda, em aprender para passar de ano. Na minha opinião, os professores para entrar em uma sala de aula, serem formados, e sempre haver cursos, qualificações, para manterem sempre atualizados…

  18. FRANCISCO IVO

    -

    26/08/2013 às 10:55

    Eu sou a favor da reprovação por que todos os alunos tem que aprender de tudo um pouco para ser alguem na vida

  19. Adenilce

    -

    26/08/2013 às 10:55

    Sou contra a reprovação, se for aquele aluno interessado e que tire notas boas eu sou contra, já aquele que não liga para nada, que não quer estudar e que tire notas baixa merece a reprovação.

  20. AILA PAULA

    -

    26/08/2013 às 10:54

    Na minha opinião a Lya Luft está certa, pois eu também sou a favor da reprovação, se não houver aprendizagem, pois não adianta de nada ser aprovada e não saber nem sequer dar uma opinião por escrito.

  21. Venceslau Félix

    -

    30/05/2013 às 7:24

    É lamentável que a educação brasileira continue desta maneira. Não consigo entender como uma escola funciona sem que ao menos tenha uma biblioteca. Esta é a situação da maioria das escola públicas deste país. Como entender uma escola sem biblioteca? Não seria como uma casa sem cozinha? como posso favorecer ao aluno a oportunidade de leitura se não há meios para isso?
    Nós não queremos um país de bons leitores? E o que temos feito?
    O que temos aí é alguns programas como O Mais Educação, programas este que tem sido um fracasso e continuará sendo, caso não seja refletido e feito de forma politicamente correto, se é que neste país funcione políticas serias, principalmente quando se trata de educação.
    Este é o meu ponto de vista.

  22. Aline

    -

    20/05/2013 às 12:23

    Argumenta sobre analfabetismo e escreve “presidenta”.

  23. daniele

    -

    15/04/2013 às 9:31

    eu amei esse texto por que nele só fala a vardade.

  24. Elaine Cristina Gomes da Silveira Sukeda

    -

    04/04/2013 às 20:00

    Essa é a dura realidade em que nos deparamos. Diante de uma sociedade consumista e extremamente capitalista, perdeu-se principalmente o respeito ao próximo e o egoísmo impera a nação. Está faltando dedicação, amor e “AÇÃO”, por parte de profissionais que atuam nesta área. Não basta deter o conhecimento, mas sim compartilha-lo afim de contribuir para o desenvolvimento humano.

  25. Rosângela

    -

    14/01/2013 às 19:59

    Parabéns à escritora Lya Luft por colocar tão objetiva e suscintamente a educação brasileira. Eu,professora do ensino médio da rede estadual de ensino,concordo que o professor “tem de ajudar o aluno a caminhar”, dando instrumentos que o auxiliem, mas o professor “não pode caminhar pelo aluno. É preciso conscientizar o aluno disso. E que nosso Ministro da Educação pense nisso.

  26. isvanil

    -

    04/01/2013 às 22:19

    Lia Luft, estraordinária escritora.
    Parabéns.

  27. Jane

    -

    21/12/2012 às 23:25

    Parabéns a escritora Lya luft! cujo texto na minha opinião, representou também,o ‘meu desabafo’, pois sinto na pele a educação escorregar pelas mãos… Eu também sou professora universitária, mas durante muitos já ensinei na Educação Infantil e Ensino Fundamental I e II. Atualmente sou professora do Ensino Médio e superior, e tinha a ilusão de que quando chegasse a ensinar nesses níveis, me sentiria contemplada por trabalhar com alunos leitores críticos,que escrevessem melhor, enfim… Puro engano! Os alunos estão cada vez mais despreparados, escrevem mal, não são e nem se esforçam a tornarem-se leitores críticos. A cerca de dois anos atrás, um aluno do Instituto Federal da Bahia, do curso de mecânica me perguntou, bastante irritado, sobre uma proposta de atividade escrita que eu havia orientado a turma a realizar, ele disse: “professora, pra quê escrever um artigo? Depois vai pra o lixo mesmo! Afinal, o que eu vou fazer com a sua disciplina de língua portuguesa e literatura, se afinal eu vou mexer com máquinas?”… Fiquei perplexa, e percebi que se eu desse uma resposta diplomática escorregaria pelo ralo, o aluno não iria refletir como deveria, então, respondi no mesmo nível que ele perguntou: “já que a ‘minha disciplina’não acrecentará nada a você, lembre-se de dizer a seu supervisor quando estiver numa empresa trabalhando ou quando for solicitado para uma entrevista para estagiar, que você só ‘sabe mexer com máquinas’, não use bem a linguagem e utilize gírias, se negue a escrever relatórios, e se alguém´propor a escita de uma redação, não faça. E pra ser mais iriginal, na ocasião, vá todo sujo de graxa. Assim, quando obtiver o resultado, aí entenderá porque não aproveitou a oportunidade de aprender da disciplina que agora você despreza”.
    Este é apenas um exemplo, em meio de muitos que existem por aí, pois a educação no Brasil virou fenômeno de piada, infelizmente o resultado disso é a demanda de alunos que não sabem se expressar, que escrevem mal (os que escrevem), e isso implica na falta de mão de obra qualificada, como bem escreveu lya Luft, “as empresas reclamam da dificuldade de encontrar mão de obra qualificada, médicos e advogados quase não sabem escrever, alunos de universidades têm problemas para articular o pensamento, para argumentar, para escrever o que pensam. São, de certa forma, analfabetos.” Sim, são. Especialmente àqueles que fazem curso superior, são ‘analfabetos de luxo’ porque ingressam na faculdade, pagam para estudarem, mas “outros é quem escrevem para eles”, porque muitos pagam para obter uma monografia…Enfim, tá dificil mesmo ‘reorganizar o caos’!!!

  28. Nádia Gräwer

    -

    30/11/2012 às 2:24

    Parabéns por publicar um artigo tão verdadeiro. O governo fala tanto em educação e oferece programas de melhoria, com profissionais qualificados e comprometidos. A realidade é que grande parte dos alunos quando saem do ensino médio não sabem expressar uma ideia sobre algum assunto relevante.

  29. Maria Elvira

    -

    28/11/2012 às 9:17

    Triste, mas real. Acredito que as pessoas possam imaginar o que sentem os professores comprometidos, as pessoas que escolheram educar como a sua profissão. Minha querida Lya, triste demais… repensar o lugar social da escola no nosso país nos assusta, refletir sobre os rumos e as escolhas dos nossos governantes, nos deixa indignados! Acho que isso é uma opção política! Em um país cujo maior poder é o voto popular e o grande trunfo são as mil e uma bolsas sociais… não poderia ser diferente! Formar leitores? Pessoas que saibam se posicionar de defender fortemente o que acredita? Isso daria sérios problemas aos nossos representantes mais bem votados… Se houvesse EDUCAÇÃO no nosso país, os cidadãos buscariam perspectivas de vida, aspirariam por melhores lugares sociais, fariam do voto o maior instrumento de transformação social… Sou professora, há 22 anos… Assisto a uma inversão de valores que me assusta! o meu “não lugar” me faz uma sofredora e muitas vezes envergonho-me quando ouço alguém me dizer que sou “sofressora”! Mais ainda quando chego em uma clínica e falo que sou professora, temos descontos e promoções! Acho que a sociedade tem pela nossa categoria o mais desrespeitoso sentimento: piedade, dó! Imaginem! Os professores brasileiros são dignos de dó??? Repito, estou assustada! De fato, sobre esse tema, poderia escrever milhares de comentários… um deles, o mais escabroso é que os pais de escolas particulares não querem que os professores estudem! Imagine que iniciei o meu mestrado, meu sonho de continuar estudando e produzindo cientificamente… uma aluna me questionou para que? Eu estaria perto de aposentar… Outro pai refutou a posição da escola de me apoiar quando pedi o meu afastamento para realizar minha pesquisa… fizeram tanto barulho, fui DEMITIDA! Este ano, um colega está com a corda no pescoço porque os pais alegam que ele está muito ocupado com a especialização e tendo pouco tempo disponível para os seus queridinhos… Este ano, dois professores mestrandos foram demitidos… Para onde iremos?

  30. Matilde

    -

    30/10/2012 às 21:48

    Parabens pelo texto e pela coragem de falar a verdade, pois a nossa sociedade está carente de valores, de educação de qualidade, de saúde pública, de segurança, de conhcimento…e o que é pior, as pessoas aceitam com naturalidade. Muitos adolescentes se drogando e se destruindo, roubando e matando. O que está sendo feito realmente para salvar estes jovens? Não tem dinheiro para investir na educação, assistencia social,mas políticos tem salários absurdamente altos. Até quando a população vai votar confindo em promessa que ´não são cumpridas? A sociedade brasileira precisa de mais pessoas como voce. Um forte abraço.

  31. Matilde

    -

    30/10/2012 às 21:46

    Parabens pelo texto e pela coragem de falar a verdade, pois a nossa sociedade está carente de valores, de educação de qualidade, de saúde pública, de segurança, de conhcimento…e o que é pior, as pessoas aceitam com naturalidade. Muitos adolescentes se drogando e se destruindo, roubando e matando. O que está sendo feito realmente para salvar estes jovens? Não tem dinheiro para investir na educação, assistenia social,mas políticos tem salários absurdamente altos. Até quando a população vai votar confindo em promessa que ´não sa cumpridas? A sociedade brasileira precisa de mais pessoas como voce. Um forte abraço.

  32. Jade

    -

    26/10/2012 às 15:48

    Sou uma profunda admiradora de seus artigos… E ao falar da má qualidade da educação e dos valores que perdemos enriquece a minha alma, pois dessa forma vejo que nem tudo está perdido, ainda existem pessoas que enxergam e querem mudanças. Precisamos nos unir e lutar por tudo aquilo que é nosso de direito!!

    Cara Jade, o Augusto está no estúdio para o debate sobre as eleições. Repassarei o recado. Um abraço, Júlia Rodrigues.

  33. Nara

    -

    02/10/2012 às 3:25

    Carlos Ricardo Araquam – Para quem discorda de um texto tão verídico e que aponta em direção ao exato problema que enfrentamos, sua argumentação foi lamentável e cometendo erros básico como trocar o Mas (significando porém)por Mais (adição). As pessoas podem aprender muito com a vida como você mencionou, mas é imprescindível saber ler e escrever corretamente, aprender as coisas básicas da vida e estar mais preparado e não ter que lutar por “10 anos para conseguir este feito” de entrar numa universidade, que nada mais é do que continuar estudando, uma etapa a mais. Aprender o que é fundamental em uma instituição de ensino não exclui a possibilidade de continuar aprendendo com a vida, pelo contrário, nos torna mais preparados para lidar com as questões do dia-a-dia e com o próximo.

  34. Carlos Ricardo Araquam

    -

    21/08/2012 às 21:03

    Bom comentário, mais para aqueles que concordem com este argumento.
    Pois eu discordo plenamente, pois minha opinião é totalmente diferente deste pensamento.
    Hoje pode ser que as coisas estão mais fáceis, mais é porque estão se desenvolvendo e a tecnologia esta ai aos olhos de todos.
    Eu particularmente estou cursando o 1º semestre em administração porque estou tendo esta oportunidade.
    Mais lutei durante 10 anos para conseguir este feito, prestei vestibular na FATEC, fiz ENENS e muitos outros cursos técnicos, para mim foi bom todo este tempo, pois agora estou mais maduro, experiente e preparado para enfrentar mais este feito em minha vida.
    Mais sabendo de uma só coisa tenho aprendido muitas coisas porque não aprendemos sós com os estudos também aprendemos com a vida ela nos mostra a realidade ela nos fornece mais uma faculdade a do crescimento para podermos viver bem em sociedade com nossos semelhantes sejam eles, técnicos, vendedores, comerciantes, cabeleireiros, policias, pai de família, analfabetos, enfim seja quem for de uma forma ou de outra é um ser humano e precisamos compreendê-lo em sua forma seja ela qual for.

  35. José Paulo

    -

    15/08/2012 às 15:09

    Texto divino. A realidade do ensino brasileiro em palavras. Parabéns

  36. Clovis Leal Filho

    -

    12/08/2012 às 18:10

    Uma nação repleta de analfabetos funcionais é tudo que um governo nada sério deseja. A educação agoniza…

  37. Sheila Farias

    -

    15/07/2012 às 3:42

    Sou admiradora,desta extradionaria escritora, porem me sinto muito triste com este artigo,dentro da sua reponsabilidade social, cultural que a sua imagem conquistou em nossos coraçoes,me sinto abatida. Sera que estamos condenados a nunca mais ser tao bom como foi um dia, canso de ouvir falar o quanto a rede de ensino particular e superior a rede publica, nao impota qual ,sendo particular esta tudo bem, seu filho tera um otimo futuro, se for cara melhor ainda o futura esta garantido.Mentira, grande mentira, a grande maioria quer e teme e o medo de ver os pupilos juntos com todos os desafortunados da rede publica de ensino.Discursam sobre educação mas nunca, nunquinha mesmo se deram ao trabalha de dar uma olhadinha na rede EStadual de ensino para ver,perguntar,discusar,propor nada para mudar esse quadro, sabe porque? O meu filho nao estuda nesta escola.Nao lembram tambem que pagam pela rede puplica,que tem grande responsabilidade por nao da certo.Nao lembram que os seus filhos, netos, amigos, e todos os amados,estao no mesmo planeta.Gostaria muito, a educação seria execelente,se nao fossemos tao esquecidos pelos mais inteligentes.Sou apenas uma D. de casa mas me sinto muito so,A escola e de todos, por nao vao dar uma olhada, visitar,sentir, vivenciar relmente o que para depois so depois falar.

  38. Rakell Lobo

    -

    12/07/2012 às 14:50

    Olá Sra. Lya lhe dou meus sinceros parabéns e agradecimentos por este artigo. Confesso que me sinto altamente iluminada a cada frase sua que leio a respeito da educação no Brasil. Sou de Fortaleza e estudo numa Escola Profissionalizante, ou como eu prefiro chamar Formadora de Peões, pois senão por esforço dos professores em nos dar o maior subsídio possível para o Enem, creio que esse tipo de instituição seria uma mera fábrica de indivíduos propícios à terceira classe social e aos cargos menos privilegiados do mercado de trabalho. Somos diariamente treinados para sermos subservientes e quando não, somos punidos. E a recompensa: alguns poucos trocados que os corruptos políticos deixam de esmola para que nós humildes estudantes da rede pública de ensino possamos arcar com as despesas do estágio proporcionado pela escola. Sendo assim, sem mais delongas venho lhe agradecer por esse e muitos outros textos seus que lubrificam meu eu crítico, meu eu humano e cidadão. Antes que me esqueça, agradeço também aos tais políticos de que comentei pela esmola que almejamos afinal tendo em vista que vivemos precariamente, em favelas sem qualquer saneamento básico, próximas a lixões a céu aberto, o que só colabora para a proliferação de incontáveis doenças, declaro esta esmola mais do que bem-vinda, necessária.

  39. Viviane Faria

    -

    11/07/2012 às 11:45

    Excelente!

  40. Eva Cristina da Silva

    -

    08/06/2012 às 22:07

    Prezada Sra. Lya Luft, boa noite!
    É com imenso prazer que venho parabenizá-la pelo belo artigo sobre a Educação brasileira, que, como bem sabemos, está como um barco à deriva, sem rumo.Uma aluna enviou-me o endereço eletrônico com um pequeno comentário para instigar-me a ler seu artigo, o que me deixou muito feliz e orgulhosa, pois isto significa que nossas discussões em sala de aula sobre o tema Educação tem surtido efeitos positivos, estão entendedo o que acontece ao redor deles e com eles.Saiba que seus artigos tem sido de grande ajuda em sala de aula, com sua linguagem simples e objetiva faz-se entender perfeitamente levando-nos à reflexão. A sociedade precisa entender o quanto a educação é importante para o crescimento do nosso país, sem educação não teremos saúde, transporte, moradia, ética na política brasileira…

  41. Junior

    -

    03/06/2012 às 8:52

    Prezada Sra. Lya luft, Bom dia!
    venho aqui lhe parabenizar pelo artigo no tange ao assunto educação, de fato estamos vivendo uma era onde prevalece apenas os interesses pessoais de cada um, pessoas como você tem que tirar o “chapeu” acabei de ler seu artigo na veja referente a “Degrau de ilusão” fantastico! ilusão de fato, não adiante pensarmos que o Brasileiro esta se inserindo ou crescendo ou usufruindo de tais beneficios que antes não beneficiava-se, tudo ilusão; Educação, cabeça pensantes como você é o que falta, era do consumismo, apelo cruel a necessidades banais que leva o ser-humano a nada e nos ilude com uma realidade que não existe.

    Junior correia.

  42. andre

    -

    11/05/2012 às 14:53

    Artigo espetacular.Vale lembrar também que por conta desses problemas PRICIPALMENTE NESSAS FACULDADES PRIVADAS ocorre que milhares de alunos engressam no ensino superior todo ano sem preparo.O processo seletivo é um lixo não pela prova em si,mas por aprovar o candidato que não atingi a pontuação necessaria(e o aluno ao receber o resultado enche o peito de alegria convicto de que fez por merecer)falsa ilusão.Quanto mais alunos mais dinheiro.A consequencia disso vem depois de quatro ou cinco anos.

  43. wesley assumpcao

    -

    24/04/2012 às 11:54

    como faço para mandar um comentário direto para a Lya Luft. Ela possui algum email de contato com os leitores?

    Caro Wesley, acho que o melhor é mandar para veja@abril.com.br. Eles sempre repassam os e-mails para os destinatários. Abraços, Branca Nunes

  44. Gizelly

    -

    16/04/2012 às 18:54

    gostei muito do artigo escrito, sou aluna e confesso que minha escola é uma porcaria, o Brasil tem condições sim de melhorar a nossa educação, de que adianta nos exigir a ortografia, gramatica e muito outros, se que os nossos professores nem sabe escrever???
    A Lição que deveria ser preparada antes de nos passar está sendo discartada, agora o que fazemos é ” Copiar LIVRO” parecemos copiadores humanos…
    Eu tenho 17 anos, estou no 2º Colegial…
    Tenho ótimos e inteligentes colegas de classe, e muito pouco bons professores…
    A educação é muito importante, antes a frase era.
    “A sua mãe não te deu educação?”
    Hoje é
    “A escola não te da educação?”

    Nós passamos 1/3 do nosso dia na escola, só para aprendemos a copiar…..

    Lya Amei o artigo

  45. Anna Cristina Leite

    -

    07/04/2012 às 14:57

    Sou professora formada há quase trinta anos e concordo com Lya Luft…Precisamos de ações e não de discursos vazios.

  46. talita

    -

    19/03/2012 às 21:44

    gostei :]

  47. beatriz s

    -

    10/03/2012 às 20:43

    Ai, esqueci: a coluna Vamos queimar od diconários” de Lya Luft/14 mar 12

  48. beatriz s

    -

    10/03/2012 às 20:42

    Não encontrei no site da Veja um lugar para comentar/dizer, sei lá, algo sobre a coluna “Vamos queimar os dicionários”. Aí vai: me parece que o espírito da coisa é outro. Talvez, tirando os verbetes “roubo,’ “corrupção,” “achaque,” “burocracia estatal,” “ignorância” e outros associados(como “idiota,” “petista,” “lulista”) essas questões desapareçam. Tenho a impressão de que é por aí.
    beatriz s

  49. richarson doralice

    -

    07/03/2012 às 17:50

    Olha eu sou brasileira, e moro na Europa Franca, hoje vejo como nos brasileiros colocamos o Brasil pra baixo e a Europa e o paraiso, tem as melhores escolas, os melhores medicos, estamos enganados, talvez o Brasil nao e bom, voces podem falar o que quizer mas o Brasil infelizmente era um pais pobre nos olhos deles aqui, tem a midia que mostra so o lado ruim, e tem esses que acham que o Brasil e o pior. Mas agora ele tem uma chance, e quem sabe , eu espero que tudo sera bem melhor, ignorancia tem aqui tambem como no mundo inteiro, analfabetos tem aqui tambem e muitos, os jovens escrevem mal, os medicos fazem erros, existem professores que falam mal, etc.
    Eu defendo o meu pais, mesmo se moro aqui, se tem um culpado ou culpados sao esses ai que estao na politica os corruptos, sao eles que estragam o pais, sabemos todos ne, entao temos que parar de dizer que os “Brasileiros”e nao os politicos sao ignorantes e analfabetos.Um pais que tem crise,gera desemprego pobresa, e o caso da Europa nesse momento, e Brasil esta crescendo gerando empregos, isso quer dizer tambem, possibilidade de estudos que os menos protegidos terao oportuninade de se pagar uma faculdade, porque os ricos tem uma bolsa para estudar nao precisam trabalhar e estudar ao mesmo tempo.
    Desculpa se nao estao de acordo mas cada um tem direito depensar como ele quer eu amo o meu pais e eu nao aguento mais escutar os Europeus e ainda mais alguns brasileiros que estao ai e aqui a falar mal do Brasil , chega.

    Por que você não volta?

  50. saraivada

    -

    05/03/2012 às 12:08

    oi lya sou sua fã!

  51. Míriam Pinholi

    -

    04/03/2012 às 22:26

    Não da pra ignorar este fato. Somos todos responsáveis, a medida que vc escolhe qualquer um para respresentá-lo. Nosso voto de protesto não pode ser num “Titica” da vida.

  52. salete

    -

    04/03/2012 às 10:34

    Essa escritora é fantástica.. merecia a presidência, ou talvez não; Pois os podres que estão lá dentro fariam de tudo para afasta-la, á qq custo! Ela, realmente retrata a deficiência situação á educação em nosso País. Parabéns Lia. QUe Deus te abencoe.

  53. salete

    -

    04/03/2012 às 10:33

    Essa escritora é fantástica.. merecia a presidência, ou talvez não; Pois s podres que estão lá dentro fariam de tudo para afasta-la, á qq custo! Ela, realmente retrata a deficiência situação á educação em nosso País. Parabéns Lia. QUe Deus te abencoe.

  54. matheus

    -

    28/02/2012 às 17:50

    muito bom ela é muito reflexiva sobre o que realmente acontece.

  55. Dariane

    -

    18/02/2012 às 18:13

    Infelizmente se escreve com z e não s.

  56. Dariane

    -

    18/02/2012 às 18:09

    Penso que nunca foi tão fácil ingressar em uma faculdade,pois o ensino está falido precisando de uma reorganização ou um olhar verdadeiramente, e não camuflar.E sim assumir que o ensino st se dando de forma fragmentado e caíndo a culpa somente na falta de preparo de professores. Deveriamos fazer valer o que infelismente não sai do papel, acomeçar pelas leis que não funcionam, direito a moradia, saúde, educação, alimentação? O que nos falta é gestão,políticos corruptos, porém vamos fazer nossa parte e deixar de procurar sempre um culpado, se na escola cobrar dos gestores a execução dos projetos politicos pedagogicos, que fica escondido nas gaveta de secretarias, os professores buscarem qualificação e coloca-lás em práticas, e cada vez mais mecertifico que nos falta ATITUDES, só cobrar não funciona.

  57. José Cláudio Mota Porfiro

    -

    25/01/2012 às 17:54

    Sou escritor, tenho um dentre diversos (dois mil e poucos) textos e quero que sejam observados pela Sra. Lya Luft. Há essa possibilidade? Quero ainda que ela acesse o http://www.claudioxapuri.blog.uol.com.br

  58. Amanda Ávila

    -

    18/01/2012 às 22:07

    Sou uma pessoa prestes há fazer 18 anos, e em Fevereiro começo a freqüentar a faculdade de Direito, a minha vida toda vi meus familiares estudando e se esforçando para obter uma boa colocação dentro da faculdade e eu como ex-aluna do Ensino Médio sinto vergonha em falar que não é só em escolas Públicas que já não reprovam mais. Hoje as pessoas têm tantas chances para não reprovar que elas nem se esforçam mais, é uma vergonha no que o Brasil esta se transformando, tenho colegas de 15/19 anos que não sabem ler e escrever direto, sendo que acabaram de sair da escola, e sinto que essa situação só tem a piorar, pois à aqueles que mais falam do que fazem e mais roubam do que dão, e isso não vai parar enquanto não houver alguém que não tenha medo das conseqüências de limpar o governo. Quando isso acontecer voltaremos a ser um país forte, mas enquanto isso não acontece o país continuará sendo considerado fraco e a baixo daqueles que estão a baixo de nós.

  59. Karlênia

    -

    18/01/2012 às 14:48

    As pessoas de ontém entendem que tudo deve ser facililitado para as pessoas de hoje, no entanto, elas esquecem que as dificuldades vivenciadas foram o que a dignifdicaram. As dificuldades são essenciais para vida, e o educador junto com a família têm o papel principal neste processo.

  60. Maria José Ferreira

    -

    13/01/2012 às 11:32

    Alguém pode, por favor, dar ouvidos a quem realmente sabe o que fala? Não é possível que somente nós professores vejamos isso. Fora os nossos próprios colegas que acham que está tudo bem, que é assim que deve ser… Concordo que hoje a geração, os interesses e tudo mais seja diferente mas não se pode preparar alguém para o mundo sem incluir ” RESPONSABILIDADE”.

  61. wyslene

    -

    10/01/2012 às 17:28

    Lya, precisamos de pessoas na educação, assim como você, que não tem medo de falar e expressar verdades com seriedade.

  62. Luiz Carlos Florentino Silva

    -

    02/11/2011 às 11:49

    LUIZ CARLOS FLORENTINO SILVA
    corrigindo a primeira estrofe dos comentários de número 45 com o título ” O TRECO”

    ” O TRECO”
    JÁ ESTOU PERDENDO O MEDO
    SOU ALUNO, SOU “BONECO”
    CATANDO MILHO NO DEDO
    FEITO BICO DE MARRECO
    VOU DESCOBRIR O SEGREDO
    COMO FUNCIONA O “TRECO”.

    QUANDO LIGO ESCUTO O ECO
    DO “TRECO” NA MINHA FRENTE
    NÃO SABIA QUE O “TRECO”
    ERA TÃO INTELIGENTE
    O “TRECO” RECEBE E MANDA
    OS PENSAMENTOS DA GENTE

    DEIXA UM TRISTE. OUTRO CONTENTE
    E TEM MUITOS QUE VICIA
    TOME CUIDADO COM O “TRECO”
    QUE O “TRECO” DENUNCIA
    PORQUE O “TRECO” NÃO DORME
    FICA ON LINE NOITE E DIA

    NAVEGA JOÃO E MARIA
    DE UM JEITO CARINHOSO
    TANTOS NA FRENTE DO “TRECO”
    DIZENDO O “TRECO” É GOSTOSO
    MEXENDO O DEDO E A MENTE
    DO INTERNAUTA CURIOSO.

    ESTAS, SÃO AS PRIMEIRAS ESTROFES DO TEMA O “TRECO”
    COM RELAÇÃO AO COMPUTADOR COM MAIS DE 40 ESTROFES.

  63. Luiz Carlos Florentino Silva

    -

    29/10/2011 às 10:27

    Prezada Lya Luft
    Pela primeira vez leio algo a seu respeito em comentários,não li nem um livro, mas tenho certeza que tem o de melhor do passado representando o presente dentro da educação.
    Confesso que tinha medo de me expressar em público e muito mais de escrever para pessoas de alto nível de escolaridade.Apesar de ter editado um livro em 1997 com o título ” POESIAS PALAVRAS QUE NÃO ENVELHECEM” COM PATROCÍNIO DE AMIGOS E COMERCIANTES QUE APOIARAM A IDÉIA. O incentivo foi tanto que voltei a estudar depois de 32 anos, e em 2007 conclui o ensino médio, agora eu mesmo declamo minhas poesias e já tenho mais de 50 certificados de um trabalho voluntário que faço nas escolas de um projeto. “UM LIVRO A CÉU ABERTO” ASSUNTO; AQUECIMENTO GLOBAL TÍTULO: “CONDOMÍNIO SEM DOMÍNIO”E TUDO COM APOIO DE AMIGOS E PROFESSORES DA REGIÃO E DE OUTROS ESTADOS. PELA PRIMEIRA VEZ ESTOU POSTANDO COMENTÁRIOS POIS ESTOU APRENDENDO MEXER EM COMPUTADOR. TUDO QUE TENHO NA INTERNET FOI ESCRITO E POSTADO POR AMIGOS QUE ADMIRAM O MEU TRABALHO COM O DOM DA POESIA. ATÉ MESMO A MINHA HISTÓRIA EM BIOGRAFIA . LUIZ CARLOS FLORENTINO SILVA. ” LUIZ POETA” POR TUDO ISTO, QUE OS PROFESSORES E PESSOAS IGUAL A VOCÊ,QUE LEVAM IDÉIAS MARAVILHOSAS PRA DENTRO DA EDUCAÇÃO ESTÃO DE PARABÉNS.

    ” O TRÉCO”

    JÁ ESTOU PERDENDO O MEDO
    SOU ALUNO, SOU MARRECO
    CATANDO MILHO NO DEDO
    FEITO BICO DE MARRECO
    VOU DESCOBRIR O SEGREDO
    COMO FUNCIONA O “TRECO”

    QUANDO LIGO ESCUTO O ECO
    DO “TRECO” NA MINHA FRENTE
    NÃO SABIA QUE O TRECO
    ERA TÃO INTELIGENTE
    O TRECO RECEBE E MANDA
    OS PENSAMENTOS DA GENTE

    DEIXA UM TRISTE OUTRO CONTENTE
    E TEM MUITOS QUE VICIA
    TOME CUIDADO COM O TRECO
    QUE O TRECO DENUNCIA
    PORQUE O TRECO NÃO DORME
    FICA ON LINE NOITE E DIA

    NAVEGA JOÃO E MARIA
    DE UM JEITO CARINHOSO
    TANTOS NA FRENTE DO TRECO
    DIZENDO O TRECO É GOSTOSO
    MEXENDO O DEDO E A MENTE
    DO INTERNAUTA CURIOSO.

    LUIZ POETA CONDOMÍNIO SEM DOMÍNIO.

  64. Maria Claudia Alckmin

    -

    19/10/2011 às 9:05

    Ela é sábia!!!
    Adorooo…

  65. Fabiano Braga Côrtes

    -

    18/10/2011 às 23:37

    Prezada Lya Luft,
    Seus livros e artigos na revista Veja merecem nossos elogios. Nos levam a mortar aos nossos filhos e netos a importância de uma leitura replete de ensinamentos para os dias em que vivemos com falta de postura, comportamento, credibilidade e respeito ao próximo. São verdadeiros ensinamentos de vida. Nosso respeito e gratidão.
    De seus grandes admiradores,
    Fabiano e Glacy Braga Côrtes
    Curitiba Paraná

  66. Pricilla Macêdo - Parelhas/RN

    -

    17/10/2011 às 22:45

    Sou fãããããããã dessa mulher!!!! Imprimirei esse artigo de opinião e farei exposição em tudo que for de lugar público na minha cidade. Estamos precisando de pessoas assim, como a Lya, corajosa, autêntica. Parabéns, assino embaixo.

  67. Edjane Pereira Pereira

    -

    16/10/2011 às 16:00

    Concordo plenamente, pois a educação brasileira está um verdadeiro caos há muito tempo, agora então, está piorando cada vez mais!
    A ação deve tomar o lugar dos “belos discursos” ministrados por aqueles que nem imaginam o que ocorre no “batidão” da sala de aula, com os estudantes nem com os professores.

  68. augusto ferreira

    -

    14/10/2011 às 17:56

    Admirável a preocupação da Lya e do Nunes pela Educação Pública!

  69. Monica De Sousa Veras

    -

    10/10/2011 às 9:50

    AS FAMILIAS BRASILEIRAS TEM QUE PARAR DE DELEGAR A SUA RESPONSABILIDADE DE EDUCAR E DISCIPLICAR A FIM DE NÃO SOBRECARREGAR ESSE NOSSO CAOTICO SISTEMA EDUCACIONAL QUE VIVE A MERCE DE POLITICAS FRAUDULENTAS E INOPERANTES…

  70. Ana Rosa Rangel

    -

    30/09/2011 às 19:21

    Relaciono a educação nas escolas com a educação nos lares, tudo muito precário, e nós pais, que tentamos educar nossos filhos de uma maneira um pouco mais decente e coerente, esbarramos fortemente nas comparações……

  71. Gislayne Santos

    -

    30/09/2011 às 14:42

    Parabéns Lya!!!
    Também estou cansada de discursos grandiosos, de lindas falas, de boas intenções. Nossa educação está um caos, grande parte dos nossos alunos vai à escola e não quer saber de estudar. O pior é que não temos a quem reclamar, não há ninguém para nos ajudar.
    O governo acha que está fazendo muito. E está, muito pouco! Quanto às famílias (escola pública), muitas não têm tempo para seus filhos, não acompanham a vida escolar. Alguns porque precisam trabalhar o dia todo para colocar comida em casa, outros porque não acham a escola tão importante.
    O que podemos fazer? Como trabalhar, sem recursos, com crianças e adolescentes que não acham nada de atrativo na sala de aula? Como trabalhar com a prática, com a vivência, mostrar de forma concreta os ensinamentos aos alunos, se nem ao menos meio de transporte ou até mesmo dinheiro para desenvolvermos projetos temos?
    O professor é discriminado muitas vezes, queria ver um prefeito, deputado, ministro, governador, trabalhando dentro de uma sala de aula, tendo que ensinar o conteúdo, sendo assistente social, psicólogo, mãe e pai ao menos tempo? Nós, professores que acreditamos ainda na educação, vivemos diariamente no “se vira como pode, faz o que der”.
    Chega! Não adianta falar, temos números, temos conhecimento de que o investimento não está acontecendo verdadeiramente; mas também meu Deus, nossos representantes públicos estão muito ocupados, faxinando os cofres públicos e escondendo a sujeira embaixo da educação.

  72. André Távora

    -

    28/09/2011 às 22:55

    Faremos a apresentação de um trabalho para a universidade aqui em Fortaleza no campo do saber Psicologia Cognitiva. O tema será : Dificuldade na leitura e escrita e apesar de muito conteúdo técnico não poderíamos nos furtar de iniciar a apresentação com este texto pois essa ótica “social, política, sensível” à outras questões que não somente as das patologias, déficit de atenção, dislexias, dentre outras se faz necessária em sua apresentação.
    Grato Lia Luft

  73. isabella

    -

    28/09/2011 às 14:07

    Preciso de um relatório sobre esse tema Educação reprovada

  74. alexandra

    -

    25/09/2011 às 17:38

    Preciso de um relatório sobre esse tema Educação reprovada

  75. Debora Caetano

    -

    24/09/2011 às 19:47

    Sua publicação me inspirou muito, assim como algumas amigas minhas. Estamos fazendo uma dissertação sobre seu artigo, está maravilhoso e é ótimo para os estudntes. Seus pensamentos criticos estao em formação e precisão de exemplos como o seu.

  76. Gilmar Rocha Rocha

    -

    22/09/2011 às 19:20

    Cada vez fico mais convencido que o maior legado que recebemos de nossos pais é uma educação inicial no que diz aos valores tais como honestidade, ética , moral e respeito às tradições. A progressão pelo mérito era objetivo perseguido com fúria fundamentalista pelos filhos, a maior recompensa não era chegar ao topo e sim o reconhecimento dos pais.
    A escola vai mal, mas em grande parte os culpados por isto são os pais modernos que não repassam este legado maravilhos que receberam dos pais quadrados e caretas …

  77. Professora de Sobral-CE

    -

    22/09/2011 às 16:22

    Por Jô Soares
    O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
    Se É jovem, não tem experiência.
    Se É velho, está superado.
    Se Não tem automóvel, é um pobre coitado.
    Se Tem automóvel, chora de “barriga cheia’.
    Se Fala em voz alta, vive gritando.
    Se Fala em tom normal, ninguém escuta.
    Se Não falta ao colégio, é um ‘caxias’.
    Se Precisa faltar, é um ‘turista’.
    Se Conversa com os outros professores, está ‘malhando’ os alunos.
    Se Não conversa, é um desligado.
    Se Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
    Se Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
    Se Brinca com a turma, é metido a engraçado.
    Se Não brinca com a turma, é um chato.
    Se Chama a atenção, é um grosso.
    Se Não chama a atenção, não sabe se impor.
    Se A prova é longa, não dá tempo.
    Se A prova é curta, tira as chances do aluno.
    Se Escreve muito, não explica.
    Se Explica muito, o caderno não tem nada.
    Se Fala corretamente, ninguém entende.
    Se Fala a ‘língua’ do aluno, não tem vocabulário.
    Se Exige, é rude.
    Se Elogia, é debochado.
    Se O aluno é reprovado, é perseguição.
    Se O aluno é aprovado, deu ‘mole’.
    É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

  78. wesley

    -

    20/09/2011 às 23:17

    tenho q fazer uma resenha sobre esse testo
    vamo lah neh….

  79. Maria de Fatima

    -

    20/09/2011 às 9:48

    Parabéns, Lya Luft, esse texto resume tudo que nós, professores que vivenciamos o dia-a-dia da sala de aula, sabemos. Que a presidenta o tenha lido e se lembre de nós e pra começar, puxe a orelha do ministro da educação e dos que redigiram os artigos da nova lei do piso salarial, porque a interpretação desse texto está prejudicando a nós professores e aos alunos.

  80. Professora de Sobral-CE

    -

    18/09/2011 às 21:22

    Só para descontrair.
    Nem o Senhor Jesus aguentaria ser um professor nos dias de hoje…..
    O Sermão da montanha(versão para educadores)
    Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.
    Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens.
    Tomando a palavra, disse-lhes:
    – “Em verdade, em verdade vos digo:
    Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
    Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
    Felizes os misericordiosos, porque eles…”
    Pedro o interrompeu:
    – Mestre, vamos ter que saber isso de cor?
    André perguntou:
    – É pra copiar?
    Filipe lamentou-se:
    – Esqueci meu papiro!
    Bartolomeu quis saber:
    – Vai cair na prova?
    João levantou a mão:
    – Posso ir ao banheiro?
    Judas Iscariotes resmungou:
    – O que é que a gente vai ganhar com isso?
    Judas Tadeu defendeu-se:
    – Foi o outro Judas que perguntou!
    Tomé questionou:
    – Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?
    Tiago Maior indagou:
    – Vai valer nota?
    Tiago Menor reclamou:
    – Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.
    Simão Zelote gritou, nervoso:
    – Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?
    Mateus queixou-se:
    – Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!
    Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
    – Isso que o senhor está fazendo é uma aula? Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica? Quais são os objetivos gerais e específicos? Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?
    Caifás emendou:
    – Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas? E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais? Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?
    Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
    – Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade. Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto. E vê lá se não vai reprovar alguém!

  81. Helena Baraldi da Cunha

    -

    18/09/2011 às 17:19

    Sou professora do ensino fundamental ciclo I e gostaria de parabelizar o artigo como também colocar alguns fatos importantes que orientam a prática educacional em nosso país e corroboram com o artigo.
    O único ano, no ciclo I, que pode haver reprovação por conteúdo é o 5º ano. Ótimo, progressão continuada, entretanto a realidade da educação está longe de atender frente as políticas públicas, o aluno que necessita dela. A realidade é que o professor deve rebolar para dar conta de alunos não alfabetizados até o fim do ciclo em nome da progressão. O que é traumatizar o aluno? Reprovar ou perceber-se analfabeto dentre os outros que sabem (minimamente, por vezes) ler e escrever? Interesses mundiais acima da formação de uma nação forte e consolidada.
    Ainda digo que se a equipe escolar resolve reprovar alunos que não tem minimamente condições de dar prosseguimento aos seus estudos, tem seus índices baixados e não recebe o mais que esperado bônus. Fluxo idade-série, números mundiais, novamente. Bônus tão esperado, pois o salário não nos permite viver com dignidade e não como marajás como nossos governantes dos mais diversos escalões.
    Tenho a certeza que falo por todos os professores: gostaríamos de poder trabalhar com maior dignidade e transparência. Um trabalho sério exige boa remuneração e tempo de preparo para boas aulas e estudo.
    Aumentar dias letivos com as mesmas políticas educacionais não resolverá o problema de anos da educação, causados pelo descaso do governo na área. Educação e saúde devem ser tratadas com prioridade e seriedade.
    Ainda temos tempo, os profissionais da educação estão prontos para serem tratados com dignidade e trabalhar junto para uma escola de qualidade, basta o governo dar o primeiro passo e fazer a parte dele.

  82. Rose - SC

    -

    17/09/2011 às 14:24

    Sou professora das séries finais do ensino fundamental e sempre que saio de uma sala de aula penso como será no momento em que aqueles adolecentes serão cobrados!!! É, cobrados de alguma maneira pela vida, eles não tem noção do que é isso. Penso como será a geração dos filhos dos meus atuais alunos…
    Hoje, depois de 12 anos de profissão, voltei a sala de aula, como aluna, para fazer um curso técnico para mudar de profissão, pois, o que vivencio dia a dia nessa profissão, não é o que eu quero para o meu país e estou adoecendo com isso!

  83. Edu e Lore

    -

    16/09/2011 às 20:04

    Um artigo desse nível engrandece as idéias daqueles que acreditam nos valores primordiais da formação humana. É realmente brilhante o ponto de vista da autora. Se nossa política não estivesse afundada em corrupção e impunidade, mas, comprometida com o verdadeiro fundamento legal de administrar o nosso país, certamente o contexto seria diferente. Precisamos exercer nossos ideais de cidadania, e desta forma buscar ferramentas que desarticulem definitivamente o “CÂNCER”, que se instalou em nossa sociedade…

  84. João Paulo

    -

    16/09/2011 às 17:43

    Em quem a Lya Luft votou para presidente?
    Para quem ela votaria para governador do Estado de São Paulo?

  85. augusto

    -

    16/09/2011 às 13:59

    A deteorização do ensino público brasileiro coincide com a ascenção do Senador José Ribamar Sarney Costa ao poder neste país. Os números da situação maranhense são os piores do país. Ele, com toda a sua prole e apadrinhados, conseguiram transformar a então Atenas Brasileira em “Apenas” Brasileira. O analfabetismo, juntamente com o analfabetismo funcional, beira a casa do 60% da população. E isso ele alastrou para o resto do País, com sua política de conchavos, mesquinharias e, principalmente, aproveitando-se de momentos de fagilidades de seus adversários, para manter-se sempre no poder. A excessão de algumas ilhas de prosperidade, o Coronel José de Ribamar Sarney Costa consiguirá transformar esse imenso país em um grande Maranhão.
    Agregado a tudo isso entra outro fator primordial: as “inovações” que só trouxeram uma visão distorcida de como tratar e educar as crianças e adolescentes, como se disciplina, organização, respeito, hierarquia, fossem valores ultrapassados. Isso tudo é o retrato do país que não vai avançar nunca.

  86. fogoamigo

    -

    16/09/2011 às 10:35

    Ao ler Lya luft, ouvimos a sua voz macia a nos declamar suas ideias, impressões, sentimentos…
    Nesse artigo, temos o mais fiel retrato da educação “nestepaíz” na era lulopetista!
    Terão Fernando Haddad e/ou Dilma Rousseff a coragem, competência, sensibilidade para lê-lo e dele usufruir para o bem “destepaíz”?

  87. Marco Nunes

    -

    15/09/2011 às 17:54

    Texto de uma clareza exemplar. E de uma contundência ímpar. Pena que aqueles que realmente deveriam lê-lo, não o fazem. Que nós, brasileiros de bem (e que podem se considerar alfabetizados), façamos nossa parte, mostrando ao mundo o quanto nossa educação é deficitária.
    Parabéns à autora!

  88. Luiz R Sassi

    -

    15/09/2011 às 16:33

    Parabéns pelo comentário . Como fui aluno da escola pública sinto na pele hoje a falta que faz não ter obtido uma boa educação, sou etudante de física e minha vontade é ser professor, muitos de meus colegas abandonaram o curso para fazer engenharia (pois o salário é maior), o baixo investimento na educação e a má remuneração dos professores prejudica a qualidade da educação e evita o ingresso de bons profissionais na área, a educação deve ser pensada conforme um autor disse uma vez (esqueci seu nome), era mais ou menos assim “a educação não é para o jovem de 15 anos, é o adulto de 30 anos que merece ter recebido uma boa educação”.

    Bjo espero ler mais artigos seus.

  89. ro duran

    -

    15/09/2011 às 13:07

    Também cansei minha digna Lya. Tenho náuseas quando ouço o verbo faxinar. Gostaria de não ouvir nossa presidente dizer que vai punir “malfeitos”. Malfeito é coisa branda, praticada por crianças. Adultos não fazem malfeitos, no caso em tela, praticam c.o.r.r.p.ç.ã.o! E para corrupção, deve existir PUNIÇÃO e DEVOLUÇÃO do que foi desviado do erário público. Faxina, é atividade doméstica…

  90. José Augusto - BH

    -

    15/09/2011 às 10:32

    Prezado Augusto:
    Excelente este artigo, como tudo que Lya Luft escreve.
    Mas é uma pena que só educadores e os maiores de 50 anos (meu caso) o leram. Mesmo assim, somente os de boa fé, os imparciais, os capazes de absorver essas lições sensíveis.
    Os principais interessados (a maioria das autoridades políticas, dos pais e responsáveis, dos estudantes, dos que têm voz ativa) não lêem nem Veja, nem blogs sérios, muito menos uma escritora tão analítica. Acham “chato” e “perda de tempo”. Faz raciocinar. Esse é o principal problema. Imagine se as as principais autoridades da República lêem esses artigos. Duvido.
    Aos poucos, vemos que Lya Luft vem evoluindo seu estilo, de muito profundo, poético e tocante, para uma linguagem mais popular e inteligível para a cultura atual do fast-food, como também faz Claudio de Moura Castro. Mais direto. Mais impactante, o que aumenta a esperança de ter mais gente lendo e divulgando suas ideias. A cada vez renovo essa esperança.

  91. Rosirene Borges R Santos

    -

    15/09/2011 às 0:44

    Lya, também cansei da retórica na Educação. Trabalho há 11 anos nos Ciclos de Desenvolvimento Humano em Goiânia. A proposta, como recomendada na íntegra, é excelente, apesar dos desafios. No entanto, pede SOCORRO URGENTE por não existir mais a retenção no fim de cada ciclo (3º ano, 6º ano e 9º respectivamente). Há anos venho falando desse problema específico em reuniões, tanto as da escola, quanto as da própria rede, mas a impressão absurda que fica é que cada vez mais a surdez e a cegueira acometem os dirigentes educacionais. Chega de apontar quantitativo de matrícula e aprovação para o Banco Mundial! Quem está na sala de aula de uma escola pública e quer intervir nos problemas nem sempre pode para não ferir as regras-padrão. Queremos trabalhar com a retenção de alunos pelo menos no fim de cada ciclo, como fora a proposta original. Infelizmente nosso trabalho contribui não para a inclusão social e sim para a exclusão ao contrário: deixamos os bons alunos para acudirmos os que nem lêem, além das múltiplas violências que os acometem. Lya Luft e demais colunistas merecem meu apoio. Muito obrigada.

  92. Pimenta Casan

    -

    15/09/2011 às 0:13

    Caro Augusto,
    Postei meu comentário por engano no direto ao ponto, mas, é tudo isso que lya Luft “gritou” e mais um pouco.

  93. Luciana Fagundes

    -

    14/09/2011 às 23:20

    Sou professora das séries iniciais da rede municipal de Salvador/Ba e é um alento ler o artigo de Lya. Concordo com ela em tudo. Pena que nossos governantes, que tenho certeza nunca deram um dia de aula na escola pública, não pensem da mesma forma. É a mais pura verdade, nossos alunos pouco sabem ler ou escrever. Em muitos momentos,nós professores, ficamos de pés e mãos atados.
    Obrigada Lya.
    Luciana

  94. Luciana Fagundes

    -

    14/09/2011 às 23:17

    Sou professora das séries iniciais da rede municipal de Salvador/Ba e é um alento ler o artigo de Lya. Concordo com ela em tudo. Pena que nossos governantes, que tenho certeza nunca deram um dia de aula na escola pública, pensem da mesma forma. É a mais pura verdade, nossos alunos pouco sabem ler ou escrever. Em muitos momentos,nós professores, ficamos de pés e mãos atados.
    Obrigada Lya.
    Luciana

  95. lilian

    -

    14/09/2011 às 19:16

    Mais um excelente artigo da Lya para reflexao. Eu ja o tinha lido na Veja e achei otimo o reler de novo. Tomara que nossos governantes o leiam, ao menos para se sentirem constrangidos (sera?) e pararem com sua discurseira cinica.

  96. Razumikhin

    -

    14/09/2011 às 14:04

    Numca na estóra da educassão do Braziu um prezindemte semi-anarfalbeto foi dotô duas vêis.

  97. Paulo Rodrigues

    -

    14/09/2011 às 13:48

    Lya, muito obrigado mesmo.

  98. Suzana

    -

    14/09/2011 às 12:58

    Ler Lya Luft é bálsamo na alma e no coração. Esperança que renasce.

  99. Siará Grande

    -

    14/09/2011 às 6:53

    Excelente artigo da Lya Luft. E uma sugestão, o artigo do Gustavo Ioschpe da mesma Veja tambem merece uma reprodução.

  100. Otávio Campos

    -

    14/09/2011 às 0:11

    O texto é brilhante.
    Em um país onde um analfabeto salafrário como Lula consegue ser presidente tudo é possível.
    É brincadeira mesmo. Eu não troco os meus antigos 1º e 2º graus por estes Ensino fundamental e médio.
    E o pior é que eu falo diariamente para vários alunos que se eles não estudarem irão se dar mal.
    Como não adianta nada nós teremos muitas gerações de eleitores analfabetos enlaçados pelo cabresto da ignorância.
    Graças a Deus que isso não é eterno.

  101. Regina Ferraresi

    -

    13/09/2011 às 23:47

    Grande Lya Luft! Um texto com propositos tão concretos só poderiam vir de Lya Luft. Impossivel contestar. Neste aspecto tivemos mais perdas que ganhos.

  102. Luiz Carlos Florentino Silva

    -

    13/09/2011 às 22:35

    Fiquei 32 anos sem estudar,conclui o ensino médio em
    2007, confesso que, o que aprendi no primário e no ginásio, tinha mais conteúdo que hoje, isto em 1972.
    Senti na pele o quanto é difícil estudar no meio de adolescentes, apesar de uns dez entre os demais veteranos numa sala de 40 alunos.
    Hoje com 55 anos, vejo que as escolas é na porta de
    casa e eles chegam atrasados, cabulam aulas,tem material escolar, alimentação e outras mordomias que nós não tínhamos e caminhávamos 3 km à pé na poeira ou na chuva e não faltava pois nossos pais
    obrigava à ir, apesar de serem analfabetos faziam questão de ver os filhos na escola.Antigamente os pais cobravam as notas baixas dos filhos e faziam estudar em casa para tirar notas boas. Hoje em dia vejo que os pais cobram as notas dos professores como se fossem eles os culpados..Por isso concordo
    com a matéria… PARABÉNS.LUIZ POETA “CONDOMINIOSEMDOMINIO” ACESSE…

    Parabéns, caro Luiz. Quem merece cumprimentos é você. Um abração, AN.

  103. Silvia Freitad

    -

    13/09/2011 às 21:27

    Brilhante o artigode Lya Luft “Educação : reprovada”. Se pensarmos, e colocarmos em prática,logo logo resolveremos os problemas das escolas públicas: Passa o ser obrigatório os filhos de deputados,vereadotes, prefeitos,senadores, presidentes da república serem matriculados em escolas públicas brasileira.

  104. FM

    -

    13/09/2011 às 20:23

    Sempre que alguém tece algumas considerações sobre a calamidade em que se encontra a educação neste país, mesmo sem ser presidente, reservo especial atenção. No artigo da educadora Lya Luft, podem procurar, não se tem o que tirar nem modificar nem absolutamente nada. Infelizmente é uma triste realidade. Acrescentar alguma coisa, só se adiantasse dar nomes dos responsáveis por esse estado calamitoso. Mas eles nunca são culpados de nada e arranjam desculpa para tudo e o pior, não se sentem responsáveis pelo crime que estão praticando contra as futuras gerações e contra esse país. Seria benéfico que as autoridades desse país vissem seu artigo não como uma crítica mas principalmente como um alerta, para que parem de fazer uso político eleitoral das coisas que requer apenas seriedade.

  105. ann

    -

    13/09/2011 às 20:06

    parabéns pelo excelente texto! realmente, hoje as universidade estão formando jovens com diplomas, mas que não sabem ler, nem escrever direito. Eles têm apenas diploma, mas não estão preparados para o mercado de trabalho nem para a vida, e qualquer ação do governo é vista com desconfiança, pois é somente para aumentar seu lucro.

 

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