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13/05/2011

às 18:16 \ Direto ao Ponto

Os livro mais interessante estão emprestado

PUBLICADO EM 13 DE MAIO DE 2011

A frase reproduzida no título do post parece ter sido pinçada de alguma discurseira de Lula. Não foi. Mas os autores do livro didático “Por uma vida melhor”, chancelado pelo MEC, decerto se inspiraram na oratória indigente do Exterminador do Plural para a escolha de exemplos que ensinem aos alunos do curso fundamental que  o s no fim de qualquer palavra é tão dispensável quanto um apêndice supurado. O certo é falar errado, sustenta o papelório inverossímil.

A lição que convida ao extermínio da sinuosa consoante é um dos muitos momentos cafajestes dessa abjeta louvação da “norma popular da língua portuguesa”. Não é preciso obedecer à norma culta em concordâncias, aprendem os estudantes. Isso porque “o fato de haver a palavra os (plural) já indica que se trata de mais de um livro“. Assim, continuam os exemplos, merece nota 10 quem disser ou escrever “nós pega o peixe”. E só elitistas incorrigíveis conseguem espantar-se com a medonha variação: “Os menino pega os peixe”.

“Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever tomando as regras estabelecidas para norma culta como padrão de correção de todas as formas linguísticas”, lamenta um trecho da obra. Por isso, o estudante que fala errado com bastante fluência “corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico”. No Brasil Maravilha que Lula inventou e Dilma Rousseff vai aperfeiçoando, professores que efetivamente educam não passam de “preconceituosos linguísticos”. Haja idiotia.

“Não queremos ensinar errado, mas deixar claro que cada linguagem é adequada para uma situação”, alega Heloísa Ramos, uma das autoras da afronta à inteligência e à sensatez. Em nota oficial, o MEC assumiu sem ficar ruborizado a condição de cúmplice. “O papel da escola”, argumentam os acólitos de Fernando Haddad, ” não é só o de ensinar a forma culta da língua, mas também o de combater o preconceito contra os alunos que falam linguagem popular”.

A professora Heloísa sentiu-se insultada com a perplexidade provocada pelo assassinato a sangue frio da gramática, da ortografia e da lucidez.  “Não há irresponsabilidade de nossa parte”, ofendeu-se. Há muito mais que isso. Há um crime hediondo contra a educação que merece tal nome, consumado com requintes de cinismo e arrogância. O Brasil vem afundando desde janeiro de 2003 num oceano de estupidez. Mas é a primeira vez que o governo se atreve a usar uma obra supostamente didática para difundi-la.

Poucas manifestações de elitismo são tão perversas quanto conceder aos brasileiros desvalidos o direito de nada aprender até a morte, advertiu o post reproduzido na seção Vale Reprise. As lições de idiotia endossadas pelo MEC prorrogaram o prazo de validade do título: a celebração da ignorância é um insulto aos pobres que estudam.

A Era da Mediocridade já foi longe demais.

Clique na imagem e confira um dos trechos do livro “Por uma vida melhor”:

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531 Comentários

  • Filipe Leal

    -

    18/6/2014 às 1:35

    Pow Augusto qto precomceito limguisto! Issu são coisa de reassionarios!

    Parece que o governo quer iniciar um processo de involução no país…

  • geroldo zanon

    -

    26/5/2014 às 7:53

    Errei é 2014

  • geroldo zanon

    -

    26/5/2014 às 7:52

    Hoje é dia26/05/20124 querem ver como o PT deixou o BRASIL em termos de violência é só ligar o SBT a BANG a RECORD é de chorar

  • Vera

    -

    28/12/2013 às 21:34

    Não posso deixar esta herança maldita para os meus netos ( com todos os esses). Pobre do meu Brasil! Ter que carregar um analfabeto nas costas e com muita $$$$.

  • Walmir Graciliano

    -

    11/10/2013 às 11:08

    Estão se nivelando por baixo e bota baixo nisso. Viva o Lula!!! Ele deve ter ajudado na elaboração do livro. “Salvem as criança do nosso Brasil”. Se digo as fica subentendido crianças. Ok?

  • Patrícia de Sampa

    -

    10/10/2013 às 4:44

    Típico do PT: igualar por baixo. Mas é também como se dissessem aos alunos para quem esse livro é dirigido: “Vocês não vão mesmo aprender, então isso é suficiente.” É como os que acham que ensinar essa meninada a bater lata, em lugar de tocar um instrumento de verdade, já estão fazendo um grande favor. Isso, na minha opinião, é falta de confiança na capacidade desses meninos de aprender, e uma grande falta de respeito: para filhos de pobre, já está de bom tamanho!!

  • Iberê Paiva

    -

    9/10/2013 às 19:04

    Que abundância de comentários! Não dá pra competir com tantos. Mas sinceramente, aparte qualquer motivação política, e sem ter acesso à integra da cartilha, não posso negar que ali se está falando algo óbvio. Sou um homem culto, mas convivi e convivo ainda com pessoas da roça. Sei perfeitamente como essas pessoas se comunicam verbalmente. Elas falam “pegamos os peixe” mesmo. E eu falo assim com elas. Aliás, os franceses falam assim também, e escrevem com todos os esses e plurais. É muito mais prático. Acho que, deixando-se bem claro que é proibido e ridículo escrever da citada maneira, e que em ambientes mais cultos é errado… bem, não se pode dizer a uma criança que ela está proibida de falar desse jeito como todos falam em sua comunidade. É necessário esclarecer a ela que, como ela obviamente observa em sua realidade, é perfeitamente possível se comunicar economizando alguns plurais. Evidentemente, se o aluno já aprende em sua comunidade como se comunicar no linguajar daquela comunidade, não cabe à escola ensinar essa forma. Cabe ensinar a norma culta. Mas pense bem, não é crime nenhum lembrar ao aluno que o muno é cheio de facetas, e que existem comunidades com formas linguisticas mais econômicas no plural. Mais uma vez, não conheço o conteúdo completo da cartilha, nem o tom geral usado ali, mas por favor, o alarde feito pelo artigo faz parecer um crime, quando se trata apenas da constatação do óbvio.

  • Carlos Magno Maia Dias

    -

    9/10/2013 às 17:59

    LEIAM ISTO, AMIGOS. AN

    Diante de tantos erros de Português que ouvimos diariamente nos dois últimos presidentes da República e do então Ministro da Educação, resolvi fazer uma palestra para professores de Maringá, que se estenderam pela Prefeitura, Secretaria da Cultura, Associação Comercial, Escolas municipais e Câmara dos Vereadores, com amplo sucesso e de forma absolutamente gratuita. Hoje, Maringá começou uma campanha com os erros por mim apontados e mais alguns que não observei e em cada rua, praça, jardim, há pessoas carregando faixas sonhando que tais erros não mais serão cometidos. Em torno do bosque do Ingá, principal local de preservação ambiental da cidade, há inúmeras faixas dizendo como se diz e como não se diz tal palavra. Seria uma ótima oportunidade para nossos dirigentes federais e agora o Prefeito de São Paulo, dar uma passada por aqui para não nos envergonharem Brasil afora. Se não têm tempo, mandem-me um pedido e lhes mandarei as lições com prazer, embora triste por ter que tomar tal atitude ante os descalabros dos que maltratam nosso idioma cotidianamente.

    Parabéns, caro Carlos Magno. Que o exemplo de Maringá seja seguido pelo país inteiro. abração

  • GEROLDO ZANON

    -

    9/10/2013 às 7:30

    Agora este pessoal que votou no HADDAD ganhou um premio vão ter que pagar mais 45% de IPTU e ainda vão ter que sustentar mais as um monte de secretarias que criou para os companheiros

  • Adilio Belmonte

    -

    9/10/2013 às 0:08

    Os apedeutas e idiotas de todo o gênero nunca antes nesse país fizeram tanto sucesso.

  • Gerson (PR)

    -

    8/10/2013 às 18:00

    fpenin (03/10/2013 às 22:23),

    Exatamente! Aliás, o verbo francês para esta ação se chama “péter” (pronuncia-se petê, assim como seu particípio passado, “pété”). Exemplo: “Le PT a pété dans Brésil tous ces ans” (Todos esses anos o PT poluiu o ar do Brasil com seus vapores sulfurosos). Infelizmente isso não se resolve com Bom Ar, mas talvez os novos ventos que já começam a soprar logo deem um jeito nesta situação.

  • wilsonrodrigues de oliveira

    -

    7/10/2013 às 21:19

    caro augusto gracÇAS A DEUS ELES NAO CONSEGUIRAO FAZER DO BRASIL UMA DITADURA CHAVISTA E O QUE O LULA QUERIA MAS COMO DISEM DEUS E BRASILEIRO

  • GEROLDO ZANON

    -

    7/10/2013 às 12:33

    O HADDAD quando se elegeu prefeito da capital de SP estava tão eufórico agradeceu o LULA por ter ajudado já no primeiro projeto dele já queria muda o nome da marginal TIETE ia se chamar MARGINAL LUIZ INACIO LULA DA SILVA depois caiu nareal

  • GEROLDO ZANON

    -

    7/10/2013 às 12:29

    A DILMA quando fala como um HOMEM com H maiscúlo

  • Paulo Roberto Ramos

    -

    7/10/2013 às 10:51

    De um povo que elegeu Lula por duas vezes, o elegeu novamente na pessoa da “Presidenta” e mais, que nas pesquisas ainda a reelegeria em primeiro turno, esperar o que? É de admirar que ainda saibam falar.

  • miguel

    -

    7/10/2013 às 10:33

    Não é o cão…, terem os paulistanos um Prefeito fanfarrão como o “Adadi”? Vão escolher um prefeito mal assim lá nos quintos do inferno, seu!
    Precisamos é acabar com o curral eleitoral do PT à custa do dinheiro público, pois, só assim colocaremos essa camarilha vermelha prá correr. Esse “Adadi” é outro igual a Sra. Dilma, que não sabe o significado das palavras que pronuncia. O pior e mais incrível é que os ofendidos são esses mesmos eleitores cegos desse curral eleitoral.

  • razumikhin

    -

    7/10/2013 às 7:24

    Cumpanhêru Radáde, nóis qué o deproma, que portugêis nóis çabe! Quédi noço deproma, cumpanhêru?

  • razumikhin

    -

    7/10/2013 às 7:23

    Cumpanhêru Radáde, nóis qué o deproma, que portugêis nóis çabe! Cadê noço deproma, cumpanhêru?

  • roby

    -

    6/10/2013 às 9:09

    Depois de Lula — e dos “incrementos” trazidos por sua camarilha — o nome do Brasil deveria ser mudado para Labruscolândia.

  • Reynaldo-BH

    -

    5/10/2013 às 10:17

    Pô, tá tudu inscrivido erado!
    É “O livrus mais intereçante tão imprestavéis”.
    (Só agora eu reparei que Vicente Matheus – se vivo fosse – seria o ministru da curtura de Lula!).

  • Jaqueline Lage

    -

    5/10/2013 às 9:58

    Sempre fui apaixonada pela língua portuguesa e toda sua riqueza lingüística.Meu planejamento era me aposentar exuma sala de aula,ensinando a nossa língua.Mas essa matéria me fez pensar,ensinar o que, se as pessoas estão informadas de que podem falar do jeito que acharem melhor,só devem analisar a ocasião?Triste fim da língua portuguesa!

  • Margareth Elias

    -

    5/10/2013 às 9:47

    O PT levou o Brasil ao fundo do poço. Cada vez acho que pior impossível, mas eles conseguem piorar o “impiorável”. O país esta acabando e a única coisa que funciona com eficácia de 100% nesse governo é a cobrança de impostos. Estamos trabalhando a cada dia mais, para sustentar essa corja, esses boçais.

  • augusto correa de oliveira neto

    -

    4/10/2013 às 18:53

    O tempo que eles perdem se preocupando com preconceitos contra quem fala errado poderia ser usado para ensinar a falar certo.

  • Patrick Jane

    -

    4/10/2013 às 12:44

    PT em ação. Rumo à novilíngua. Lamentável.

  • Denise Marquez

    -

    4/10/2013 às 11:44

    Augusto, eu sou suspeita para comentar seus textos. Para mim, tudo quanto você publica é simplesmente perfeito. Mas, este texto conseguiu superar os demais. Vou imprimi-lo e colocá-lo na parede. Continue com esse tom mordaz, eu amo isso. Humor neles!

  • Diogenes

    -

    4/10/2013 às 10:55

    O PT é o partido que não roba e não deixa roba! Pois estão robando o direito de professores ensinarem corretamente e alunos de aprenderem o certo. Esse poço de ignorância e prepotência, (prepotência sim) não tem fundo.

  • UMACVIRG

    -

    4/10/2013 às 9:27

    Estamos no início da revolução petralha, vai ficar bem pior… é a treva irmão! Agora pegamo os peixe e fritamo nas brasa.

  • Valentina de Botas

    -

    3/10/2013 às 23:48

    Contemplemos o Brasil. Do que ele vai viver quando crescer? O Brasil empírico, o mesmo que patrocina o Brasil Maravilha e só assim é percebido pelo lulopetismo, a apoteótica vigarice que patrocina o analfabetismo como quem sustenta uma causa. O Brasil real cujo cotidiano, desde o triunfo da mediocridade, é sucessão de notícias ruins. Esta, do aumento do analfabetismo, deveria tornar cada brasileiro um manifestante, armado de cartolina e indignação, a ocupar todas as ruas do país que se desmancha. Mas quê! Eis a péssima notícia a respeito daquela já tão ruim: a pasmaceira quase unânime, o enfaro quase consensual, a indiferença quase geral, o silêncio quase total, a preguiça quase fatal. Uma tristeza. Faço livros, querido colunista. Com paixão técnica, rigor maternal e amor profissional. Trabalho com os originais e sua massa de texto, checando remissões, batendo figuras, confirmando nomes e datas, padronizando termos, fazendo a revisão gramatical, de um lado; de outro, lido com o ego de autores e tradutores, discuto soluções que abrandem marcas de tradução, refaço trechos para desfazer ambiguidades involuntárias, reescrevo outros para liberar sentidos truncados e favorecer a fluidez da leitura, sempre respeitando autorias (e a tradução é uma autoria também), sempre para o bem do livro. Um tesão. De ambos os lados, a constatação desoladora: o analfabetismo já chegou aos livros. Outro dia, um professor de Direito entregou os originais do livro em que aborda o “ânus” da prova; o espantoso equívoco se repete, sem que o culpado use uma única vez o termo correto. Um tradutor do inglês entendeu “criminosos convictos” onde havia “convicted criminals”, no melhor estilo inglês da Copa. Temo, a qualquer momento, flagrar um between para o imperativo do verbo entrar. Analfabetos ilustrados reúnem negligência e arrogância com total desenvoltura. Uma vergonha. Há ainda a dramática impermeabilidade ao uso correto do “por que” e da crase; o abuso de repetições que empobrecem tudo; redundâncias risíveis como “incluir dentro” e “é possível que possa”; o assustador uso anafórico de “o mesmo”; os modismos; grafias surpreendentes como “por tanto” para a conjunção e “de mais” para o advérbio; concordância verbal virou charada e o sujeito acaba oculto. Fora o resto. Um desconsolo. Os fazedores de livros amamos fazê-los, o salário é um vexame, o que torna o trabalho uma devoção. Não gosto, mas sei viver com pouco. Pena que não dá pra pagar o aluguel assim, não é mesmo? Receio que a profissão tende a desaparecer na exata medida em que mais é necessária: quando comecei, passados mais de 20 anos, não havia agressões tão intensas e abundantes contra a gramática; hoje, quando a mediocridade vive sua apoteose também na língua, editoras e autores se valem cada vez menos de profissionais como eu. A contradição é só aparente: somos o insólito país onde autores analfabetos escrevem para leitores analfabetos. Talvez em alguns anos, a Branca Nunes faça uma linda reportagem sobre a profissão que se extingue. Eu e meus colegas podemos nos virar e arranjar do que viver, mas e o país que não sabe ler nem escrever o que escreve e lê? Não sei, só sei que é dele que vive os patronos da ignorância meticulosamente tramada. Uma lástima. Um beijo

  • fpenin

    -

    3/10/2013 às 22:23

    Luís Ricardo,
    Discordo de ti, amigo. Sempre se sabe o que sairá de cabeça de petista; tu mesmo o disseste,sente-se pelo cheiro, puro gás sulfídrico. Não é?

  • fpenin

    -

    3/10/2013 às 22:16

    Ministro de Educação em país sério é coisa séria. Já no Brasil…Tivemos a infelicidade de sentir a incompetência de Haddad quando dirigiu a pasta, agora temos de aturar o “irrevogável” Mercadante, que teve o desplante de dizer que a greve dos Correios em nada afetará a distribuição dos formulários do ENEM, isso num país de dimensões continentais como o Brasil.Ou estamos todos bêbados ou…É f…!

  • Bruno Sampaio

    -

    3/10/2013 às 20:58

    Ë por isso que nois deve de valorizar os voto, que ë pra nao eleger gente inguinorante.
    Quando ë que esse pesadelo acaba, meu Deus!
    (desculpe a falta de acentos)

  • Luis Ricardo

    -

    3/10/2013 às 18:15

    Essa é uma das “forma” “ridicula” de dizer para não mais se fazer “bulling” com o Ali-Babá.
    Veja aonde chega a Petralhada.
    Não dá pra imaginar, pois da cabeça de Petista e Juiz, nunca se sabe o que vai sair, só se sente o cheiro.
    A culpa é do povo que elegeu um analfabeto e sua quadrilha para governar “estepaiz”.
    Sempre aprendi com meu pai, tudo nesta vida tem um preço.
    Essa divida não é minha mas estou tendo que dividir a conta, por sinal cara demais para meu gosto.

  • plinio ernani da fonseca

    -

    3/10/2013 às 16:04

    nóis vai levando… as coisa tá piorando.Houveram deslizes demais…os peixe tá fácil de pegarem…Difilcurtar o aprendisado é qui começa a aprendê.O PT num rôba nem deicha robá.

  • Roberto Silva 51 RJ

    -

    3/10/2013 às 15:12

    Complementando meu comentário anterior…
    Isso é que significa levar o nivelamento por baixo ao extremo.
    Já que esse povo não aprende de jeito algum, o PT definiu que o errado é o certo, e não se fala mais nisso.

  • Roberto Silva 51 RJ

    -

    3/10/2013 às 15:00

    A população brasileira é composta por uma maioria de ignorantes, conforme comprovam os resultados das últimas eleições.
    Dentro em breve o governo petista irá considerar desnecessária a forma escrita da língua portuguesa, para evitar o preconceito contra essa grande população de eleitores petistas, em fase de crescimento acelerado, que simplesmente ignoram o significado das letras.
    Em mais duas décadas de governos petistas, será possível abolir definitivamente os livros das escolas, ou melhor, será possível abolir até mesmo as escolas, pois esses templos da educação servirão somente para que os canalhas petistas difundam sua ideologia através da palavra falada, ou melhor, da palavra mal falada.

  • Paul

    -

    3/10/2013 às 14:59

    Estudar para que? Hoje estamos caminhando a passos grandes para a mediocridade oficial. A etica, a educação, o trabalho, a qualificação, a dedicação ao fazer bem, a honestidade, tudo esta indo para a vala comum da desonestidade. Hoje muito mais que em outras épocas isso esta se tornando uma realidade, e’ só ver o pensamento dos jovens …, e’ o grande legado do petismo com seu grande líder de araque.

  • silvia m

    -

    3/10/2013 às 14:58

    Pobre país, pobre Brasil. O Mal que fizemos ao eleger pessoas medíocres, nem em meio século conseguiremos reverter.
    Os idiotas perderam o juízo. Querem um país de ignorantes estão conseguindo: um aumento de 300 mil analfabetos e milhões de analfabetos funcionais.
    “Será que nós consegue tira eles?”

  • Ronaldo

    -

    3/10/2013 às 13:17

    Não é a essência da burrice? Se é para “desensinar”, mais fácil não ir à escola, ué.

  • Luiz Carvalho

    -

    3/10/2013 às 12:52

    Já não sei se fico triste ou revoltado. Mas desde que estas figuras indecentes assumiram o comando do Brasil a cultura vem se tornando artigo de última necessidade.Um país repleto de bobos da corte a louvar um ladrão ignorante.

  • Luiz Eduardo Paes Leme

    -

    3/10/2013 às 11:49

    Quando fiz o antigo curso primário e a escola ainda era risonha e franca a nossa professora fazia questão que tanto na linguagem escrita como falada o português fosse usado de forma correta (hoje erroneamente chamado de norma culta). As vezes recorria a algumas reguadas para sublinhar o correto. Ah, benditas reguadas! Prova disso é o fato de que até hoje, e já se vão mais de 50 anos ainda nos lembramos de seu nome. Todos os alunos da minha época se lembram dos nomes de suas respectivas professoras (não era tia não, meu caro). Se hoje sou ainda capaz de ler e interpretar textos e escrever com poucos erros, devo muito as professoras de primeiras letras e suas exigências quanto ao saber. Nas nações desenvolvidas e com ensino de primeira, não existe a tal norma culta. Existe apenas o certo e o errado. Por isso tais nações são denominadas de primeiro mundo. O resto é idiotia e preguiça mental. Desculpe se me alonguei.

  • tarciso

    -

    3/10/2013 às 11:45

    Analfabetos juramentados, juntamente com analfabetos funcionais, encontraram uma maneira rápida de se tornarem letrados: qualquer coisa que escrevam está certo, por definição. Assim, o estudo, por cansativo e elitista, pode ser ignorado uma vez que o certo se aprende nas ruas.

  • Júlio - Curitiba

    -

    3/10/2013 às 11:31

    É o tal do “nivelar por baixo”, só assim poderemos entender os discursos da Dilma e entra na pele do exterminador de plural, o qual, recuso-me sequer a dizer o nome.

  • GEROLDO ZANON

    -

    3/10/2013 às 9:25

    Quanto mais analfabetos mais fotos para quadrilha

  • GEROLDO ZANON

    -

    3/10/2013 às 9:10

    É 2 + 2 são 5

  • bereta

    -

    3/10/2013 às 7:05

    Há de continuar assim. O povo quer evoluir? Se naquilo que se houve por bem classificar como a melhor universidade do país a caneta foi trocada pela marreta, que resultado esperar? Ou houve falha no ensino primário?

  • Elza

    -

    3/10/2013 às 4:11

    Nao aprendem a falar e escrever corretamente, e por isso sao reprovados nas entrevistas de trabalho em escritorios ou qualquer lugar em que eh imprecindivel voce ter dominio do idioma. Comecam a escrever errado ja no curriculum vitae. (Perdao pelas faltas do cedilha e outros sinais em algumas palavras, pois moro no Japao e o meu teclado eh o teclado internacional, no qual nao constam estes mesmos sinais).

  • freed

    -

    3/10/2013 às 2:00

    Todos sabem o que significa “preconceito” na novilíngua petista. Aliás, todos os que usam esta palavra jogam no mesmo time. Preconceito é ensinar errado para esses coitados que nunca terão futuro, que nunca passarão em um concurso, serão sempre deixados de lado, nunca subirão na vida, isto sim é preconceito. Mas os petitas acham que estão ajudando….. É, por isso que temos um ex-presidente analfabeto e a atual também. O pior de tudo é que o povo ainda votam nessas excrescências. E viva o Mobral. Petitas, vocês por acaso viram que nas suas gestões o índice de analfabetismo cresceu? O índice de roubo dos cofres públicos também. Haja embargos infringentes! Prefiro inflingentes.

  • Sonia

    -

    3/10/2013 às 1:51

    O professor evitar o preconceito é uma coisa; outra muito diferente é referendar a norma popular na linguagem escrita. É com leitura, muita leitura que a criança aprende tais diferenças e a conveniência do uso. Não com uma “lição” em livro. Isto é apenas para estudos linguísticos dos professores. Que confusão para a cabeça da criança!

  • Flavio Costa

    -

    3/10/2013 às 0:24

    Não é à toa, que o legado do PT, está se confirmando: aumentou o analfabetismo no Brasil. Típico deles; estão afundando o país!

  • Guilherme Vinicius

    -

    2/10/2013 às 23:31

    Regionalismos e sotaques fazem parte da cultura de um povo e, portanto, …

    Estou sem paciência para conversa fiada. Vai pegá os peixe.

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