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19/09/2014

às 1:44 \ Direto ao Ponto

1 Minuto com Augusto Nunes: Aquartelada em milhares de ‘cargos de confiança’, a multidão de militantes do PT luta contra a desativação iminente do programa Desemprego Zero para a Companheirada

Em sua coluna na Folha desta quarta-feira, o jornalista Fernando Rodrigues publicou uma constatação, de autoria ainda ignorada, que tem feito muito sucesso nas redes sociais: “Em 2002, eu achava que o PT estava despreparado para assumir o governo. Mas eu não sabia que o PT estaria agora tão despreparado para deixar o governo”. O parecer condensado em duas frases, endossa o colunista, é “uma avaliação tão cruel quanto verdadeira”. Já tem vaga assegurada nas boas antologias de definições definitivas.

Se Dilma Rousseff for derrotada, milhares de militantes do PT não vão apenas perder a eleição. Perderão também os cargos de confiança que garantem aos ocupantes o que é mais que um emprego. É um passaporte para expedientes magros e salários obesos, um salvo-conduto para desfrutar do feriadão a cada 15 dias, a certeza da vida mansa. Os pendurados nos cabides em poder do Partido dos Trabalhadores perderam o sono não com o destino do Bolsa Família ou do Fome Zero. O que confiscou o sossego da turma é a iminente desativação da mais bem sucedida pilantragem assistencialista forjada pelo lulopetismo: o programa Desemprego Zero para a Companheirada.

Incluído na lista das espécies extintas desde janeiro de 2003, o petista desempregado logo vai multiplicar-se por todo o país. Fernando Rodrigues prevê que o fenômeno se manifestará com especial intensidade na capital federal. “Em Brasília, é possível respirar um certo pânico no ar”, informou no mesmo artigo cujo título é um perfeito resumo da ópera: Haja Prozac. “Só aqui há mais de 20 mil cargos de confiança, todos ocupados pelo petismo e adjacências. Por baixo, serão mais de 40 mil desamparados. Voltarão a seus Estados para pedir trabalho na iniciativa privada ou em algum governo, prefeitura ou sindicato sob o comando do PT”.

A procura será dramaticamente maior que a oferta. Se o quadro desenhado pelas pesquisas eleitorais não sofrer mudanças radicais, o PT será demitido sumariamente de dois dos cinco governos estaduais que controla. Com a perda do Rio Grande do Sul e do Distrito Federal, sobrarão o Piauí e o Acre. O desfecho da disputa na Bahia ainda é incerto. No Paraná, em São Paulo e no Rio de Janeiro, os índices anêmicos dos candidatos companheiros recomendam aos retirantes sem-contracheque que procurem sustento em outra freguesia.

“Em Harvard, a universidade oferece um serviço gratuito de atendimento psicológico a estudantes estrangeiros que passam um tempo por lá e depois têm de retornar a seus países”, lembra o colunista da Folha. “Dilma poderia pensar no assunto. Uma ‘bolsa psicólogo’ ajudaria a manter mais calmas as pessoas a seu lado”. É uma boa ideia. Outra é sugerir aos flagelados do Desemprego Zero que se dirijam ao Instituto Lula em busca de adjutórios. Ali há dinheiro de sobra.

18/09/2014

às 17:40 \ História em Imagens

Milhões de eleitores estão prontos para garantir o cumprimento da promessa

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18/09/2014

às 16:41 \ Opinião

“Demolição de valores”, por Dora Kramer

Publicado no Estadão
Mantido o rumo pelo qual enveredou a campanha à Presidência da República o que se pode esperar dos próximos 18 dias até o primeiro turno e depois mais 20 antes da etapa final não é um clima emocionante típico das eleições bem disputadas, como pareceu quando Marina Silva entrou na competição.

Disputas pressupõem confrontações de argumentos, embates travados mediante a observância de determinadas regras. Pois o que temos no cenário desde que o governo decidiu mandar às favas os escrúpulos e fazer o diabo para tentar vencer as eleições não guarda a menor relação com troca de argumentos e muito menos com obediência a qualquer tipo de regra.

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17/09/2014

às 22:43 \ Direto ao Ponto

No ‘Aqui entre Nós’, Joice Hasselmann e Augusto Nunes comentam o fracasso da blitz de Dilma, a recuperação de Aécio e os efeitos do caso Petrobras sobre a eleição

17/09/2014

às 22:08 \ Opinião

Reynaldo-BH: As pesquisas advertem: João Santana ganha muito mais do que merece

REYNALDO ROCHA

Jogo jogado? Não. E isso é que assustou Dilma a Búlgara. E os miquinhos amestrados de Lula e Paulinho.

O que irá acontecer no dia 5 de outubro? Quem disser que sabe, mente. Temos alguns indícios e poucas certezas. Uma delas: o marqueteiro João Santana ganha mais que merece e menos do que pretende. Os tais anões que veriam de longe a vitória da chefe já no 1° turno parece que cresceram.

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17/09/2014

às 15:13 \ Direto ao Ponto

1 Minuto com Augusto Nunes: Quem atacou a Petrobras foi o palanque ambulante que transformou amigos larápios em diretores e inventou a refinaria mais cara da história

17/09/2014

às 14:20 \ Direto ao Ponto

O vídeo mostra como deve agir o líder de uma bancada oposicionista na Câmara

O deputado Antonio Imbassahy, líder do PSDB na Câmara, mostrou na sessão da CMPI da Petrobras como deve agir um genuíno oposicionista. Durante o depoimento de Nestor Cerveró ─ o ex-diretor da Petrobras que planejou a compra da sucata em Pasadena e outras tantas maracutaias bilionárias ─, nem foi preciso que o depoente respondesse com sinceridade e clareza. Como atesta o vídeo de 2min07, bastaram as perguntas de Imbassahy para deixar claro que Dilma Rousseff sempre soube de tudo.

17/09/2014

às 10:35 \ Opinião

Cinco notas de Carlos Brickmann

CARLOS BRICKMANN

Publicado na coluna de Carlos Brickmann

Sonháticos e pesadeláticos

É delírio. Mas neste país o delírio impera. E nem se falou na delirante sorte que, embora aleatória, mostra surpreendente preferência por quem dela precisa para explicar aumentos patrimoniais.

Há carreiras que são uma loteria premiada.

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17/09/2014

às 9:09 \ Opinião

‘A mais difícil’, de Merval Pereira

Publicado no Globo desta terça-feira

A 19 dias do primeiro turno, tudo indica que o PT terá a eleição mais difícil desde 2006, quando surpreendentemente o candidato do PSDB Geraldo Alckmin teve uma votação não prevista pelas diversas pesquisas. Recebeu no primeiro turno 41,5% dos votos válidos, contra 48,5% de Lula. Pesquisa Datafolha previa uma situação próxima do empate técnico no início do segundo turno: Lula tinha 49%, contra 44% de Alckmin.

Depois de uma campanha desastrosa no segundo turno, quando caiu na armadilha petista sobre privatizações e fantasiou-se com os logotipos das estatais para mostrar quão estatizante era, Alckmin foi menos votado do que no primeiro turno e terminou a eleição com 39% dos votos.

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16/09/2014

às 19:06 \ Direto ao Ponto

Vote na enquete (ou sugira outra opção): Depois de voltar à cena do crime com o comício diante da sede da Petrobras, qual destes lugares Lula precisa visitar?

 

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