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30/08/2015

às 0:14 \ Direto ao Ponto

A tentativa de exumar a CPMF é coisa de batedor de carteira fantasiado de governante

A ideia de ressuscitar a CPMF com codinome trocado é mais que outra esperteza tramada pelos embusteiros acampados no poder há quase 13 anos. É uma bofetada no rosto do Brasil que pensa e presta, habitado por gente que paga todas as despesas do governo arruinado pela incompetência e pela corrupção. É também um insulto intolerável aos milhões de indignados que exigem nas ruas o imediato encerramento da era da canalhice.

A carga tributária é cada vez mais indecente, constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA. Mas cinismo e safadeza não têm cura. Enquanto programam nas sombras mais aumentos, os extorsionários federais planejam a exumação da CPMF. Não para melhorar a saúde, mas para reduzir as dimensões siderais do buraco escavado por Lula e ampliado pelo poste que instalou no Planalto.

De novo, os incapazes capazes de tudo querem transferir a conta da farra de que desfrutaram para os lesados de sempre ─ já crescentemente atormentados pela inflação sem controle e pela expansão do desemprego. Se a pilantragem não for sepultada no Congresso, a imensa maioria de inconformados precisa tomar o freio nos dentes e juntar-se num movimento de desobediência civil cuja bandeira principal será a suspensão do pagamento de todo tipo de tributo que não tenha como escapar da retaliação merecidíssima.

Esse calote superlativo, que se estenderia até a interdição dos perdulários irrecuperáveis, foi resgatado do terreno da fantasia pelas pesquisas de opinião e pelas portentosas manifestações de rua. Os brasileiros decididos a abreviar o mandato de Dilma vão chegando a 70%. São tratados pelo governo lulopetista como se fossem um bando de idiotas. Os que permanecem na seita agonizante nem chegam a 10%. É hora de mostrar-lhes como se deve tratar todo batedor de carteira fantasiado de governante.

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30/08/2015

às 0:04 \ Opinião

J. R. Guzzo: Um Brasil que nunca existiu até agora

Publicado na versão impressa de VEJA

J. R. GUZZO

O Brasil pode estar ganhando muito mais do que perdeu com a descida da Petrobras aos nove círculos do inferno para onde foi arrastada durante os três últimos governos da República. Nunca se roubou tanto da brava gente brasileira, embora se tenha roubado sempre ─ e provavelmente se continuará roubando enquanto o país, na prática, for propriedade do “Estado” e obedecer à sua regra número 1, pela qual é obrigatório, para quem quer produzir alguma coisa, pedir licença a quem não produz nada.

Mas há sinais concretos de que o espetacular surto de corrupção dos últimos anos, quando nossos atuais governantes decidiram transformar o uso privado do patrimônio público em programa, método e sistema de administração, está oferecendo uma oportunidade inédita ao Brasil do futuro ─ a de deixá-lo mais resistente do que jamais foi às epidemias de criminalidade oficial causadas pelos que mandam no governo, dentro e em volta dele, e que agora chegaram ao seu grau de intensidade máxima.

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29/08/2015

às 16:22 \ Opinião

Valentina de Botas: O jeca merece cadeia; Dilma, o impeachment; e o PT, a extinção

VALENTINA DE BOTAS

Entre o Brasil de Marco Antonio Villa onde as instituições não estão funcionando e o de J.R. Guzzo, descrito no memorável Aqui Entre Nós da última terça feira, em que o estado de direito democrático se anaboliza pela conduta de Sérgio Moro na Lava Jato, qual vigora? Talvez ambos que, sem ser só esses, são o mesmo. As realidades coexistem nesta Macondo tanto mais real quanto inverossímil, lambendo-se e repelindo-se.

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29/08/2015

às 15:16 \ Opinião

Oliver: Os quatro cavaleiros do Apocalipse

VLADY OLIVER

Me digam aí: o que existe em comum entre certas torcidas organizadas de times brasileiros, os “gerentes de franquia” dos fast foods de fé, os hierarcas do crime nos presídios brasileiros e os militantes vagabundos do PT e suas franjas? Todos fazem parte de quadrilhas, que se organizam no vácuo policial existente por aqui. Infiltram-se na sociedade pagante e ficam cacarejando, provocando, dissimulando e invertendo o sinal dos valores aqui praticados, com o único intuito de se darem bem. Falta enquadramento nessa cena, meus caros. Simples assim.

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28/08/2015

às 14:24 \ Homem sem Visão

José de Abreu, Luis Fernando Veríssimo, Renan Calheiros e Vágner Freitas disputam na enquete o título de HSV de Agosto

HSV Agosto

Começou a votação na enquete que vai apontar o Homem sem Visão de Agosto. Quatro candidatos buscam a vitória na única eleição que permite aos brasileiros decentes votar sem remorso em gente que ninguém merece. Para que os leitores possam escolher criteriosamente o pior entre os piores, a coluna resume os trunfos dos campeões que lutam por uma vaga na finalíssima de dezembro.

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28/08/2015

às 12:25 \ Opinião

J. R. Guzzo: Restos a pagar

Publicado na versão impressa de VEJA

J. R. GUZZO

O segundo governo da presidente Dilma Rousseff deu para imaginar o fim do mundo a cada vez que a população vai para a rua; deve ter suas razões. Daí, quando as pessoas voltam para casa e se descobre que o mundo, obviamente, continua de pé, as altas autoridades da República passam a contar vantagem. Insultam os manifestantes. Dizem que estão fazendo um governo praticamente perfeito ─ se uma ou outra coisa não vai bem, a culpa é da economia dos Estados Unidos, ou da China, ou de quem mais possa lhes dar na telha.

Agem como se todos os brasileiros que não foram às manifestações estivessem a favor do governo. Acreditam que saíram da bacia das almas porque fecharam negócio com a nova equipe de resgate chefiada pelo senador Renan Calheiros e seus associados de sempre ─ Fernando Collor, José Sarney, Paulo Maluf e outros gigantes que hoje são os anjos da guarda da esquerda nacional. A presidente, mais uma vez, diz: “Daqui ninguém me tira”. » Clique para continuar lendo

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28/08/2015

às 10:20 \ Direto ao Ponto

O Lhama de Franja certamente imagina que todos os brasileiros são tão poltrões quanto os governos paridos pelo lulopetismo

Ainda entrincheiradas nas discurseiras dos integrantes dos comandantes, e portanto invisíveis, as tropas formadas por lavradores que nunca viram uma foice fora dos desfiles do MST e pelegos que suam a camisa apenas no bailão da CUT acabam de ganhar o aliado internacional que merecem guerreiros que só conseguem matar de rir. Na semana passada, o chefe supremo Lula, o marechal de campo João Pedro Stédile e o general Vágner Freitas festejaram a entrada das Forças Armadas da Bolívia na ofensiva retórica contra os inimigos da República do Pixuleco.

“Ouvi dizer que no Brasil há um golpe de Estado contra a companheira Dilma, contra Lula e o PT”, diz Evo Morales no vídeo que registra a iminente mobilização dos batalhões cucarachas. “Irmãos comandantes, oficiais das Forças Armadas do Brasil, enviem o meu recado à sua comandante: não vamos permitir golpes de Estado no Brasil nem na América do Sul nem na América Latina. Vamos defender as democracias. E pessoalmente, agiremos para defender Dilma, presidente do Brasil, para defender o Partido dos Trabalhadores”.

É compreensível que Morales vislumbre conspirações e quarteladas até em eleição na Dinamarca. Desde a independência consumada em 1825, ocorreram na Bolívia nada menos que 189 golpes de estado ─ um recorde que reduziu a dois anos, em média, a permanência de um chefe de governo no Palácio Quemado. Quem nasce naquelas paragens se torna ainda no berço num doutor em golpe de estado e num analfabeto em democracia. Até os bebês de colo sabem que a turma que chegou ao poder à bala é muito mais numerosa que a eleita nas urnas.

Os tiroteios domésticos foram tantos e tão frequentes que não sobrou tempo para que aquela gente permanentemente empenhada em ganhar mais uma guerra civil aprendesse a vencer adversários estrangeiros. Sempre que se meteu numa aventura beligerante, a Bolívia encolheu. Em 1883, com a derrota na Guerra do Pacífico, perdeu para o Chile a faixa litorânea. No começo do século 20, com a derrota na disputa fronteiriça, perdeu o Acre para o Brasil. Em 1955, com o fiasco na guerra contra o Paraguai, perdeu três quartos do Gran Chaco. Hoje mal chega a 1 milhão de quilômetros quadrados o que restou dos 2,5 milhões que tinha quando nasceu.

Um destacamento do Exército seria repelido pelo Tiro de Guerra caso tentasse invadir Taquaritinga. Por falta de litoral, a Marinha simula combates navais nas águas do Lago Titicaca. A frota da Força Aérea é menor que a de qualquer traficante de cocaína. Se sabe que Bolívia é um Tabajara da América do Sul, e por isso mesmo vive evitando confrontos com cachorro grande, por que Morales resolveu intrometer-se no quadro político brasileiro? Certamente por achar que todos os habitantes do País do Carnaval são tão poltrões quanto seus amigos do governo lulopetista.

Na cabeça do Lhama de Franja, o país de Lula e Dilma não passa de um grandão abobalhado, que mete o rabo entre as pernas assim que ouve latidos com sotaque bolivariano. Em maio de 2006, por exemplo, Morales confiscou os ativos da Petrobras na Bolívia, ordenou aos funcionários da estatal que dessem o fora e aumentou ilegalmente o preço do gás comprado pelo Brasil. Lula engoliu sem engasgos os desaforos. Há meses, Dilma não deu um pio sobre a busca policial no avião em que o ministro da Defesa Celso Amorim, na pista do aeroporto de La Paz, aguardava autorização para a decolagem.

A procissão de atrevimentos e afrontas vai acabar tão logo for sepultada a política externa da canalhice, uma das abjeções que tornam incomparavelmente repulsiva a era lulopetista. Evo Morales vai baixar a voz (ou emudecer de vez). E a Bolívia será tratada pelo Brasil como mais um grotão que teima em enxergar um enviado dos deuses incas onde existe apenas outro embusteiro autoritário destinado à lata de lixo da História.

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28/08/2015

às 8:02 \ Feira Livre

A charge do Alpino

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27/08/2015

às 22:35 \ Direto ao Ponto

Marco Antonio Villa no Aqui entre Nós: ‘As instituições não estão funcionando’

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26/08/2015

às 16:03 \ Feira Livre

A charge do Alpino

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