Blogs e Colunistas

20/08/2014

às 20:19 \ Direto ao Ponto

No programa ‘Aqui entre Nós’, da TVEJA, o colunista conversa com Joice Hasselmann sobre a versão 2014 de Marina Silva

 

20/08/2014

às 19:45 \ Direto ao Ponto

Radiografia de uma Fraude: um retrato sem retoques da guerrilheira que registra na ficha policial mais codinomes que tiroteios

Entre 16 de novembro e 10 de dezembro de 2009, o retrato sem retoques de Dilma Rousseff foi desenhado pelos cinco posts que compuseram a série RADIOGRAFIA DE UMA FRAUDE. Como a farsa ameaça estender-se por mais quatro anos, é hora de reapresentar a trajetória da nulidade que governa o Brasil. A partir de hoje, a seção Vale Reprise reproduzirá a cada semana um dos textos de 2009.

O conteúdo do primeiro post está resumido no título: O histórico da guerrilheira tem mais codinomes que tiroteios“. Poucos parágrafos bastam para mostrar que, somadas, as ações revolucionárias em que se meteu a jovem doutora em luta armada foram menos assustadoras que um foguetório de festa junina.

A biografia oficial da presidente festeja a valente mineira que enfrentou a bala a tirania dos quartéis. Conversa de 171, corrige a exumação dos fatos. Entre o mergulho na clandestinidade e o dia em que foi presa, Dilma sonhou com a troca da ditadura militar pela ditadura comunista. Nesse período, trocou de marido (uma vez), trocou de organização (duas) e trocou de codinome (várias). Mas a ficha policial não registra uma única e escassa troca de chumbo com tropas inimigas.

20/08/2014

às 18:04 \ Opinião

‘A presidente no sufoco’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão desta quarta-feira

Nunca antes nos 3 anos, 7 meses e 18 dias de Dilma Rousseff no Planalto o público tinha tido a oportunidade de ver o que subordinados da “gerentona” conhecem por humilhante experiência própria: a chefe à beira de um ataque de nervos. Com a diferença de que, no seu gabinete, ela se sente literalmente em casa para descarregar a ira com as presumíveis dificuldades da equipe em captar o seu pensamento – o que, tendo em vista as peculiares circunvoluções de sua forma de expressão, se explica plenamente.

» Clique para continuar lendo

20/08/2014

às 18:04 \ Opinião

Seis notas de Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann

CARLOS BRICKMANN

Um olhar à frente

O fenômeno Marina era esperado: primeiro, por sempre ter estado nas pesquisas acima de seu companheiro de chapa; segundo, pela comoção provocada pela morte trágica de Eduardo Campos. O que não se esperava é que seus dois principais adversários continuassem nos mesmos patamares. Se não foi deles que Marina tirou suas novas intenções de voto, foi buscá-las em setores que pretendiam votar em branco ou anular o voto. É difícil que este eleitorado, que não aceitava os demais candidatos, aceite trocar Marina por eles. Marina pode perder votos entre os antigos eleitores de Eduardo Campos ou entre os novos participantes da cena política, que voltariam ao voto branco ou nulo.

E é aí que as principais campanhas concorrentes vão trabalhar: provar que Marina, ao contrário do que parece, não é o novo, é contra o progresso, não representa o povo que foi às ruas.

» Clique para continuar lendo

20/08/2014

às 1:46 \ Direto ao Ponto

1 minuto com Augusto Nunes: Promovida a anfitriã do Jornal Nacional, Dilma se sentiu em casa para proibir a entrada do mensalão na entrevista e fugir de perguntas incômodas contando mentiras aos dois visitantes

No Jornal Nacional desta segunda-feira, William Bonner informou que TV Globo improvisara um estúdio no Palácio da Alvorada porque presidentes à caça de outro mandato têm o direito de serem entrevistados em casa. Premiada com o privilégio negado a Aécio Neves e Eduardo Campos, a  Dilma Rousseff tentou valer-se das prerrogativas de anfitriã para falar apenas o que interessa à candidata. Compreensivelmente, sentiu-se em casa para vetar a entrada na sala de um tema especialmente perigoso e fugir de perguntas incômodas contando mentiras a Bonner e Patrícia Poeta.

Alegando que a chefe do Poder Executivo não deve comentar decisões do Supremo Tribunal Federal, negou-se a dizer o que acha do tratamento de vítima dispensado pelo PT aos companheiros do mensalão. Dilma também garantiu que o índice da inflação baixou para zero por cento, avisou já no fim de agosto que tudo vai ficar ainda melhor no segundo semestre, respondeu com a louvação do programa Mais Médicos a uma pergunta sobre o sistema de saúde em frangalhos e cumprimentou o antecessor pela criação de órgãos que já existiam em janeiro de 2003. Fora o resto.

De nada adiantou fazer o diabo recorrendo a palavrórios em dilmês de campanha. A entrevista só serviu para confirmar que a primeira colocada nas pesquisas eleitorais é uma candidata de altíssimo risco. E, tanto quanto Dilma, deixou a Globo pior no retrato. Depois da conversa no Alvorada, como registra o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, só falta transferir para a Granja do Torto o debate entre os principais candidatos. É só pedir a autorização do ditador cubano Raúl Castro. Por concessão do governo brasileiro, hoje é ele quem dá as cartas por lá.

20/08/2014

às 1:20 \ Opinião

Oliver comenta o início da campanha na TV

O texto que se segue completa a análise do primeiro dia da campanha na TV. E mostra que o nosso Oliver, um dos grandes atacantes do timaço de comentaristas, é craque também em marketing eleitoral. (AN)

RUDIMENTOS DE MARKETING PARA FILHOS CAÇULAS

VLADY OLIVER 

Acabo de re-assistir o mesmo horário eleitoral, desta vez com minha família por perto, para colher as impressões de um suposto “público alvo” dos nobres candidatos. Confesso que a tirada do show ficou por conta do eterno candidato aerotrem, que afirmou logo depois dos dois principais concorrentes que “este país que vocês acabaram de ver não é o Brasil; deve ser outra coisa” ─ arrancando risadas gerais de minha turminha. Como explicar em linguagem simples e direta para o cidadão comum o sentimento que nos invade sem parecer aquilo que meu filho chamou muito apropriadamente de “candidatos-pedreiros”. Tenho certeza de não estar nem sendo preconceituoso em minha observação, já que um dos candidatos afirmou no JN ter sido assistente de pedreiro. » Clique para continuar lendo

19/08/2014

às 19:38 \ Direto ao Ponto

Vote na enquete (ou escolha outra opção) Depois de garantir na entrevista ao JN que o índice da inflação chegou a zero, o que Dilma vai dizer no horário eleitoral?

19/08/2014

às 19:22 \ Opinião

Oliver: ‘INTERROMPEMOS…’

VLADY OLIVER

Ainda em nome do “jornalismo sushi”, aquele que vai sendo preparado diante do distinto público consumidor, cabe dizer que agora já temos o primeiro programa eleitoral gratuito (?) para saber com que caras os candidatos estão se vendendo. Me parece que o candidato oposicionista, mais uma vez, fez sua lição de casa com galhardia e civismo. Seu programa construiu uma interessante metáfora entre o seu discurso e a imagem daqueles que supostamente estariam ouvindo o que ele tem a dizer. Recurso este, por sinal, também utilizado no programa da situação, na hora do jingle.

» Clique para continuar lendo

19/08/2014

às 18:19 \ História em Imagens, Sem categoria

TVEJA: na estreia do programa ‘Aqui entre Nós’, Joice Hasselmann, Reinaldo Azevedo, Ricardo Setti e Marco Antonio Villa debatem a entrevista de Dilma ao Jornal Nacional e os resultados da pesquisa Datafolha

19/08/2014

às 17:27 \ Direto ao Ponto

Preso no Paraguai, Abdelmassih saiu da lista da Interpol. Ainda procurado, Maluf luta por mais um mandato e pela reeleição de Dilma

malufvaiProcurado pela Interpol, o médico Roger Abdelmassih foi preso no Paraguai ao fim de uma operação conjunta da Polícia Federal e da Secretaria Nacional Antidrogas do país vizinho.

Primeiro colocado na lista da Interpol, o deputado federal Paulo Maluf segue em liberdade. No momento, usa o direito de ir e vir para conseguir mais um mandato (e mais quatro anos de imunidades parlamentares). Amigo dos amigos, jamais esquece de pedir a seus eleitores que também votem em Dilma Rousseff.

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados