Blogs e Colunistas

02/09/2014

às 11:14 \ Direto ao Ponto

Joice Hasselmann e Augusto Nunes comentam no Aqui entre Nós, da TVEJA, o debate entre os presidenciáveis no SBT

 

02/09/2014

às 10:30 \ Opinião

‘O modelo honesto de participação popular’, de Fernão Lara Mesquita

Publicado no Estadão

Há uma perigosa conversa de surdos no Brasil em torno dos conceitos de “democracia direta” e “governo de participação popular”. A rejeição generalizada ao que a imprensa chama de “política tradicional” não significa a rejeição da democracia tradicional. É exatamente o contrário pois nenhum dos elementos que definem esse regime está presente na ordem institucional brasileira: não somos iguais perante a lei, não elegemos nossos representantes na base de “um homem, um voto” e nem vivemos numa meritocracia.

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01/09/2014

às 20:34 \ O País quer Saber

Os bancos de cimento no pátio da Papuda também servem para presidente de banco

Descobriu-se há dias que o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, costuma guardar em casa milhares de reais em espécie. Segundo a declaração ao Fisco, eram  R$ 280 mil em 2012. Um presidente de banco que prefere esconder sob o colchão o que poderia aplicar na instituição que comanda não merece dirigir sequer um carrinho de cachorro-quente.

O Ministério Público quer saber de onde veio esse dinheiro e investiga a origem de outras boladas. Um cargo de tamanha relevância não pode ser ocupado por um genuíno caso de polícia.

Neste fim de semana, numa reportagem de página inteira, a Folha de S. Paulo informou que Bendine também andou distribuindo dezenas de malas atulhadas de cédulas. A revelação foi feita por Sebastião Ferreira da Silva, o Ferreirinha, ex-motorista do Banco do Brasil. Confira as patifarias relatadas por Ferreirinha na seção O País quer Saber.

O país também quer saber o que espera a Justiça para mostrar que os bancos de cimento no pátio da Papuda também servem para presidentes do Banco do Brasil.

 

01/09/2014

às 17:55 \ Direto ao Ponto

A terceira parte da radiografia de uma fraude revela que Dilma chegou ao ministério cavalgando um computador portátil e um diploma de doutora que nunca existiu

A terceira parte da biografia resumida (e não autorizada) de Dilma Rousseff conta que a secretária do governo gaúcho que pouco entendia de Minas e Energia virou ministra porque o presidente eleito entendia do assunto menos ainda. O post reproduzido na seção Vale Reprise, publicado originalmente em dezembro de 2009, narra o episódio inverossímil.

Integrante da delegação gaúcha incorporada à equipe de transição agrupada em Brasília, aquela mineira filiada ao PDT brizolista causou boa impressão a Lula por ter sempre a tiracolo “um computadorzinho”. Uma ligeiríssima conversa a dois foi suficiente para que o chefe resolvesse alojar no primeiro escalão a companheira que achou muito sabida.

A admiração do presidente alcançou altitudes siderais quando soube que a escolhida era mestre e doutora em economia. Nunca foi uma coisa nem outra, descobriu a imprensa em julho de 2009. Tarde demais: Dilma já estava na chefia da Casa Civil. E em campanha para eleger-se presidente da República.

01/09/2014

às 17:07 \ Opinião

Reynaldo-BH: ‘Sabemos o que é Dilma e o que Aécio é. Marina Silva é o quê?’

O que é Marina Silva? Sabemos o que é Dilma Rousseff, o poste búlgaro. E Aécio, o hesitante que se esqueceu das montanhas de Minas. Mas e Marina? Quem é?

Uma política profissional que nasceu no partido que aproveitou o discurso da falsa ética para ser pior que qualquer outro.

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01/09/2014

às 15:35 \ Homem sem Visão

A eleição do Homem Sem Visão de agosto acaba nesta terça, leitores-eleitores. Quem levará o troféu? Que vença o pior!

boopo homem sem visao

01/09/2014

às 15:30 \ Opinião

“Recessão e incompetência”, editorial do Estadão

Publicado no Estadão

Está confirmado oficialmente: a presidente Dilma Rousseff conseguiu levar o Brasil a uma recessão, com dois trimestres consecutivos de produção em queda. Depois de encolher 0,2% no primeiro trimestre, o Produto Interno Bruto (PIB) diminuiu mais 0,6% no período de abril a junho. Mas o governo, além de trapalhão, foi criativo na incompetência. Enfiou a economia brasileira no atoleiro enquanto os países desenvolvidos, com Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido à frente, começavam a vencer a crise. Mas quem, na cúpula federal, se dispõe a reconhecer o desastre e sua causa, o rosário de erros agravados a partir de 2011? A presidente Dilma Rousseff e seus ministros continuam culpando o mundo pelo desempenho brasileiro abaixo de pífio. Esse mundo malvado só existe como desculpa chinfrim para um fiasco indisfarçável. O comércio internacional voltou a crescer, a China continua comprando um volume enorme de matérias-primas e até os países mais afetados pela crise global, como Espanha, Portugal e Grécia, saíram da UTI e estão em movimento. Mesmo em desaceleração, outros emergentes estão mais saudáveis que o Brasil.

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01/09/2014

às 6:27 \ Direto ao Ponto

No vídeo, os fabricantes de tapeações ensinam que só fica doente quem quer

“Se vocês um dia conhecerem bem o SUS, o SUS é motivo de orgulho desse país”, anda recitando Lula no horário eleitoral. Freguês de caderneta do Sírio-Libanês, o ex-presidente só usa o SUS para tapear telespectadores de comerciais do PT. E só é visto numa UPA quando o palanque ambulante ali estaciona para mais um comício.

Nessas aparições, repete que logo estarão prontas todas as 500 UPAs que Dilma prometeu construir na campanha de 2010. O vídeo do Exilado mostra como estão as menos de 250 que ficaram prontas. Poucos segundos bastam para compreender-se por que o navio pirata identificado pela estrela vermelha está fazendo água em todo o país.

A carga de mentiras passou da conta. E apressou o naufrágio.

31/08/2014

às 23:53 \ Opinião

Oliver: ‘A artilharia pesada tem de mirar na jamanta estacionada no governo’

VLADY OLIVER

Só agora me dei conta da digressão feita em comentário anterior pelo Reynaldo-BH e reitero a falta que faz um DataMoscas de verdade, não é mesmo? Nosso dileto comentarista desconfia que o verdadeiro resultado das urnas em outubro pode favorecer Marina Silva e Aécio Neves, deixando a fortemente rejeitada Dilma Rousseff na gaveta do terceiro colocado. É algo a considerar. No caso do candidato até o momento apresentado em terceiro, repito que o inimigo a abater não mudou: a artilharia pesada tem de ser apontada para a jamanta estacionada no governo, não na fada da floresta recém-chegada à peleja.

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31/08/2014

às 14:04 \ Direto ao Ponto

O raquitismo da economia é o legado dos farsantes que se afogaram na marolinha

ATUALIZADO ÀS 14h04

“Forçada a enfrentar a crise, Dilma imita Lula e a procissão de bravatas recomeça”, resumiu o título do post publicado em março de 2012.  O texto tratou de mais um surto de soberba da doutora em nada que se imagina especialista em tudo: caprichando na  pose de quem concluiu aquele curso de doutorado na Unicamp que nem começou,  Dilma Rousseff resolveu dar conselhos a países europeus castigados pela crise de dimensões planetárias. Conseguiu apenas ampliar o acervo de cretinices acumulado desde 2008, quando Lula abriu o cortejo de falácias, fantasias, mentiras e falatórios sem pé nem cabeça produzidos pelos fundadores da Era da Mediocridade.

Nesta quinta-feira, o país (ainda) conduzido por farsantes soube que encalhou no atoleiro. Depois de encolher 0,2% no primeiro trimestre, o Produto Interno Bruto diminuiu mais 0,6% de abril a junho. Confrontados com a esqualidez do pibinho, os tripulantes da nau dos insensatos trataram de caçar justificativas para o fiasco histórico. Dilma desconfiou que não bastaria dar outro pito no vilão de sempre — a crise internacional que seu padrinho jurou ter derrotado. E então incluiu entre os culpados pela “recessão técnica”a Copa dos 7 a 1.

“Por causa da Copa do Mundo, tivemos a maior quantidade de feriados na história do Brasil, nos últimos anos, nesse trimestre”, fantasiou a presidente que, convencida de que a vadiagem coletiva melhora o trânsito, decretou a maior quantidade da história do Brasila. A Copa das Copas começou a semana na relação das proezas federais que aceleraram o crescimento econômico. Terminou-a acusada pela presidente de ter acentuado o raquitismo do pibinho. Haja cinismo.

A explicação é tão veraz quanto o palavrório costurado por Lula em 27 de março de 2008, quando a crise nascida nos Estados Unidos já contaminara vários países. “Um dia acordei invocado e liguei para o Bush”, gabou-se o então presidente. “Eu disse: ‘Bush, meu filho, resolve o problema da crise, porque não vou deixar que ela atravesse o Atlântico’”. Como Lula só fala português, Bush decerto não entendeu o que ordenara o colega monoglota. E a crise navegou sem sobressaltos até desembarcar nas praias do Brasil.

O presidente invocado voltou ao tema só depois de seis meses ─ para comunicar que livrara o país do perigo. “Que crise? Pergunte ao Bush”, recomendou em 17 de setembro. “O Brasil vive um momento mágico”, emendou no dia 21. No dia 22, pareceu mais cauteloso: “Até agora, graças a Deus, a crise americana não atravessou o Atlântico”, ressalvou. Uma semana depois, a ficha enfim começou a cair. “O Brasil, se tiver que passar por um aperto, será muito pequeno”, disse em 29 de setembro.

A rendição pareceu iminente no dia 30: “A crise é tão séria e profunda que nem sabemos o tamanho. Talvez seja a maior na História mundial”. Em 4 de outubro, o otimista delirante voltou ao palco para erguer com poucas palavras o monumento à megalomania: “Lá nos Estados Unidos, a crise é um tsunami. Aqui, se chegar, vai ser uma marolinha, que não dá nem para esquiar”. No dia 8, conseguiu finalmente enxergar o tamanho do buraco.

A anemia dos índices registrados de lá para cá mostrou o que acontece a um país governado por quem se nega a ver as coisas como as coisas são, e enfrenta com bazófias e bravatas complicações econômicas de dimensões globais. Essa espécie de monstro é impiedosa com populistas falastrões. Mas o bando de reincidentes não tem cura: três anos depois, a estratégia inaugurada pelo Exterminador do Plural começou a ser reprisada em dilmês. Se Lula acordava invocado com George Bush, Dilma passou a perder a paciência com uma entidade que batizou de “tsunami monetário”.

Em março de 2012, numa discurseira de espantar napoleão de hospício, a presidente atribuiu a paternidade da criatura a “países desenvolvidos que não usam políticas fiscais de ampliação da capacidade de investimento para retomar e sair da crise que estão metidos e que usam, então, despejam, literalmente, despejam quatro trilhões e setecentos bilhões de dólares no mundo ao ampliar de forma muito… é importante que a gente perceba isso, muito adversa, perversa para o resto dos países, principalmente aqueles em crescimento”.

Lula vivia recomendando aos americanos que se mirassem no exemplo do Brasil. Dilma se promoveu a conselheira da Europa. “Eu acho que uma coisa importante é que os países desenvolvidos não só façam políticas expansionistas monetárias, mas façam políticas de expansão do investimento”, ensinou em 5 de março de 2012. Concluiu a lição no dia seguinte: “Somos uma economia soberana. Tomaremos todas as medidas para nos proteger”.

Quatro anos depois de reduzido por Lula a marolinha, o tsunami foi desafiado por Dilma a duelar com o Brasil Maravilha. “Nós estamos 100% preparados, 200% preparados, 300% preparados para enfrentar a crise”, avisou. Como o padrinho em 2008, a afilhada despejou outro balaio de medidas de estímulo ao consumo.Ficou mais fácil comprar automóveis, os congestionamentos de trânsito ficaram maiores nos dois anos seguintes. E o governo acabou obrigado a decretar durante a Copa os feriados que, segundo a presidente, acentuaram o raquitismo do pibinho.

Lula jurava que o país do carnaval foi o último a entrar na crise e o primeiro a sair. Dilma vinha repetindo de meia em meia hora que o resto do mundo inveja o colosso tropical. Conversa de 171, prova o infográfico no blog Impávido Colosso. Pouquíssimas nações fazem companhia ao Brasil no pântano do crescimento zero. A saúde da economia nativa não será restabelecida tão cedo. E pode piorar até o fim do ano.

Já na eleição de outubro, contudo, deverão ser extirpados os tumores lulopetistas, em expansão há quase 12 anos. Se continuassem sem controle por mais quatro, o Brasil democrático deixaria de existir.

 

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