Blogs e Colunistas

03/03/2015

às 15:46 \ Opinião

Oliver: A fuga das galinhas

VLADY OLIVER

Quando você é arrastado na enxurrada, qualquer graveto é balsa, não é mesmo? Em que pese o caminhão de protestos contra o bolsa-patroa, que permitiria que a galega de cada parlamentar plantasse suas próprias florzonas de rabanetes nos apartamentos funcionais com o bolso do contribuinte, o que está pesando a mão mesmo para um decidido Eduardo cunhando essas pérolas do nosso anedotário político sem a menor graça na parada é que o mimo com a nossa carteira não seria estendido às amantes, teúdas e manteúdas dessa cornualha que finge que nos legisla.

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03/03/2015

às 14:58 \ Opinião

Valentina de Botas: Na São Paulo de Haddad, Hugo Chávez é culturalmente mais negro do que um Joaquim Barbosa

VALENTINA DE BOTAS

Os fatos, sempre eles; J. R. Guzzo, sempre ele. Parafraseando o grande texto, se alguém quiser impedir que alguma tarefa útil para o país seja executada, basta recorrer a qualquer ministério dos 39 à disposição do lulopetismo. Pois à disposição do país é que não estão. Mas, sim, o Ministério da Cultura. O que é, para que serve e o que faz um ministério da cultura? Aliás, o que é cultura? É uma coisa que eu digo assim “vamos ali fazer cultura?”, ou seja, é ato de vontade e consciente?

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02/03/2015

às 20:33 \ Direto ao Ponto

Vote na enquete (ou sugira outra opção): além do ‘exército do Stédile’, qual destas forças beligerantes Lula vai liderar na guerra a favor dos quadrilheiros do Petrolão?

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02/03/2015

às 20:21 \ Homem sem Visão

Bendine conquista o título de fevereiro e dedica o troféu a uma amiga misteriosa

HSV fevereiro

“Dedico o troféu a uma amiga muito querida, cujo nome prefiro manter guardado na gaveta que abriga as coisas do coração”, emocionou-se a alma de poeta de Aldemir Bendine ao saber oficialmente da conquista do título de Homem sem Visão de Fevereiro. “Sou eternamente grato ao presidente Lula, que descobriu o que eu seria capaz de fazer no Banco do Brasil, e à presidenta Dilma, que sabe o que serei capaz de fazer na Petrobras do Petrolão”.

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02/03/2015

às 19:40 \ Direto ao Ponto

Celso Arnaldo e a assombrosa decolagem da presidente na galáxia à beira-mar

O que foi publicado na internet neste domingo bastou para que se consumasse, em regime de urgência urgentíssima, mais uma internação de Dilma Rousseff no Sanatório Geral. Pois a incursão retórica pelo espaço sideral que transformou o Rio em galáxia e também capital de galáxia, além de promover Eduardo Paes a prefeito de uma maravilha cósmica que fica fora da Via Láctea mas está onde sempre esteve desde a fundação, foi ainda mais delirante do que parecia.

Sempre atento, o jornalista Celso Arnaldo Araújo foi buscar na fonte o que os textos maquiados por jornalistas escondeu. Leiam o recado enviado à coluna pelo único especialista em dilmês do Universo:

O dilmês exige transcrição fiel – pois só assim será dilmês legítimo. Qualquer tentativa de ordenar pensamento tão primitivo, a bem da compreensão lógica, tirará do dilmês o que ele tem de único — um idioleto falado por um único indivíduo. No caso, uma indivídua. Dito isto, consultada a transcrição feita pelo Portal do Planalto e conferido o áudio do discurso, eis a versão original dessa passagem do outro mundo:

“O Eduardo eu sei que ele é um homem feliz, um homem realizado, porque ele disse para mim que ele é o único prefeito do Rio de Janeiro do mundo e isso o torna uma pessoa especial. Ele tem alegria 24 horas por dia, 365 dias no ano de sê o prefeito da mais bonita, da mais fantástica cidade. Ele disse… e eu cheguei à conclusão que ele é o melhor prefeito das galáxias e não é da via láctea. É de uma galáxia chamada Rio de Janeiro, uma galáxia especial”.

Melhorou? Piorou? Não sei. Só sei que é Dilma.

Arremato de primeira o cruzamento impecável do Celso Arnaldo: a cabeça da presidente é um nada capaz de tudo.

02/03/2015

às 17:16 \ Direto ao Ponto

Eduardo Braga, ministro de Minas e Energia, é o entrevistado do Roda Viva desta noite

Eduardo-Braga

O convidado do Roda Viva desta segunda-feira é o ministro de Minas e Energia,  Eduardo Braga. Paraense de Belém, trocou a profissão de engenheiro pela carreira política aos 21 anos, quando se elegeu vereador em Manaus. Antes de tornar-se senador pelo PMDB em janeiro de 2011, foi deputado estadual, deputado federal, vice-prefeito da capital, prefeito e governador do Amazonas por duas vezes. Na liderança do governo no Senado desde 2012, ingressou no primeiro escalão no início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, na vaga de Edison Lobão.

No programa desta noite, que marca a volta das transmissões ao vivo, o ministro vai tratar, entre outros temas, dos problemas que afligem o sistema energético, dos riscos de racionamento e do tumultuado convívio entre seu partido e o PT. A bancada de entrevistadores será formada pelos jornalistas André Lahóz (Exame), Carla Jimenez (El País), João Gabriel de Lima (Época) e Renée Pereira (Estadão) e por Maria Cecilia Wey de Brito, secretária-geral da ONG WWF-Brasil. O Roda Viva vai ao ar às 22h, pela TV Cultura.

02/03/2015

às 13:30 \ Opinião

Editorial do Estadão: ‘O isolamento de Dilma’

A presidente Dilma Rousseff chega ao fim do segundo mês de seu novo mandato enfraquecida, desacreditada e, pior, criticada até mesmo por seus companheiros de partido, em razão do isolamento que se impôs ao se afastar das lideranças do PT e do principal partido de sua base de sustentação no Congresso, o PMDB. Ela, exclusivamente, é responsável por tudo isso. Incapaz, desde a confirmação de sua vitória eleitoral no ano passado, de qualquer gesto que apontasse na direção de um entendimento ou aproximação com os diferentes setores da sociedade, inclusive os que a ela se opuseram nas eleições – afinal, ela não é a presidente só de seus eleitores –, desperdiçou inteiramente o período de confiança que costumam desfrutar governantes em início de mandato.

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02/03/2015

às 10:19 \ Opinião

Ricardo Noblat: ‘Lula, de esperança a forte ameaça à democracia’

Publicado no Blog do Noblat

RICARDO NOBLAT

O que leva Dilma, aos 67 anos de idade, a ser tão rude com seus subordinados? A pedido de quem me contou, não revelarei a fonte da história que segue. No ano passado, ao ouvir do presidente de uma entidade financeira estatal algo que a contrariou, Dilma elevou o tom da voz e disse:

— Cale a boca. Cale a boca agora. Você tem 50 milhões de votos? Eu tenho. Quando você tiver poderá ocupar o meu lugar.

Dilma goza da fama de mal educada. Lula, da fama de amoroso. Não é bem assim. Lula é tão grosseiro quanto ela. Tão arrogante quanto. Eleito presidente pela primeira vez, reunido em um hotel de São Paulo com os futuros ministros José Dirceu, Gilberto Carvalho e Luís Gushiken, entre outros, Lula os advertiu:

— Só quem teve voto aqui fui eu e José Alencar, meu vice. Não se esqueçam disso.

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02/03/2015

às 6:50 \ Feira Livre

Imagens em Movimento: O surgimento de um vagabundo chamado Carlitos

Atualizado às 6h50

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SYLVIO DO AMARAL ROCHA

Um dos maiores gênios da Sétima Arte, Charles Chaplin começou no cinema por dinheiro. Além de dobrar o salário, acreditou que um ano seria suficiente para voltar aos teatros como um astro consagrado.

Sua trajetória na frente das câmeras foi meteórica. Em fevereiro de 1914 filmou seis curtas. No primeiro, Making a Living (traduzido como Carlitos Repórter), Chaplin interpretou um vigarista que queria ser repórter de um jornal. Na encenação é possível notar os trejeitos inspirados na commedia dell’arte que o imortalizariam.

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01/03/2015

às 14:54 \ Opinião

J. R. Guzzo: ‘Supremo Tribunal Cultural

Publicado na edição impressa de VEJA

J.R. GUZZO

Se alguém, seja lá pelo motivo que for, quer impedir que alguma tarefa útil seja executada na cultura brasileira, pode chamar o Ministério da Cultura; o resultado é 100% garantido. E as secretarias de Cultura, ou outros mamutes culturais do poder público – haveria algum risco de fazerem algo de bom? Fiquem todos sossegados: não há o menor perigo de que venha a acontecer, também aí, qualquer coisa que preste. Os fatos, sempre eles, são a prova disso.

O Museu do Ipiranga, monumento básico da cultura de São Paulo, está fechado até 2022; é uma proeza que se candidata ao livro de recordes da cervejaria Guinness. A formidável Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro vive esperando o padre para receber a extrema-unção. (Ainda recentemente passou meses a fio sem ar condicionado, com temperaturas internas que chegaram aos 50 graus. Nos últimos doze anos o governo fez três planos de carreira para seus funcionários; não cumpriu nenhum.)

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