Blogs e Colunistas

22/12/2014

às 13:00 \ Direto ao Ponto

TVEJA: Joice Hasselmann e Augusto Nunes, no ‘Aqui Entre Nós’, comentam as novidades do Petrolão e a reaproximação diplomática entre Cuba e os Estados Unidos

22/12/2014

às 12:25 \ Opinião

Alberto Goldman, vice-presidente do PSDB, reage às declarações de Dias Toffoli

Em seu blog, o ex-governador paulista Alberto Goldman, vice-presidente nacional do PSDB, reagiu às declarações feitas na cerimônia de diplomação de Dilma Rousseff pelo ministro Dias Toffoli, presidente do TSE. Entre outras afirmações, Toffoli considerou ‘página virada’ a eleição de outubro e avisou: ‘Não haverá terceiro turno’. 

O ministro Dias Toffoli, membro do Supremo Tribunal Federal e, atualmente, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, chegou ao STF por ser ativo militante do PT, sem cumprir o dispositivo constitucional que determina que para chegar a esse posto do Judiciário tem que ter “notável saber jurídico”. Não tem em seu curriculum nada que o credencie. Foi indicado por Dilma Rousseff e aprovado pela maioria governista do Senado Federal. Um acinte.
No mínimo deveria ter compostura e mostrar a isenção de um magistrado na mais alta Corte do País.

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22/12/2014

às 12:20 \ História em Imagens

TVEJA: Joice Hasselmann, Reinaldo Azevedo, Marco Antonio Villa e Augusto Nunes comentam os principais fatos políticos do ano (2ª parte)

21/12/2014

às 16:52 \ Opinião

Reynaldo-BH: ‘O muro cubano caiu’

REYNALDO ROCHA

Cuba foi anexada aos Estados Unidos da América.

Depois de 53 anos vivendo com recursos que nunca produziu, primeiro sustentada pela extinta URSS e depois pela Venezuela bolivariana, a ilha sabe que não há mais quem pague o almoço da mais longeva ditadura do mundo.

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21/12/2014

às 16:12 \ Feira Livre

Imagens em Movimento: Pickfair, um conto de fadas real

SYLVIO DO AMARAL ROCHA

imagens em movimento

Durante muitos anos, Pickfair foi sinônimo de felicidade, poder e glamour. Nessa mansão fincada numa das encostas de Beverly Hills, batizada com a soma das quatro primeiras letras dos sobrenomes dos donos, moraram Mary Pickford, a queridinha da América, e Douglas Fairbanks, o galã que brilhava em filmes de aventura. No imaginário alimentado pelos anos dourados de Hollywood, Pickfair era o paraíso que abrigava um casal perfeito.

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20/12/2014

às 21:05 \ Opinião

J. R. Guzzo: ‘Em viés de baixa’

J.R. GUZZO

Publicado na edição impressa de VEJA

A presidente Dilma Rousseff está fechando o ano de 2014 numa situação curiosa: no momento em que se prepara para começar sua segunda e última temporada no Palácio do Planalto, está em viés de baixa, como se diz – um caso raro de governo que ficou mais fraco, depois de ganhar uma reeleição, do que estava antes da vitória. Esse início de segundo tempo, normalmente, marca o ponto mais alto a que um governo pode chegar. No caso de Dilma, não está sendo assim: a presidente entrou em declínio antes de chegar ao auge, e parece destinada a passar direto da decepção que foi seu primeiro mandato à desesperança que existe em relação ao segundo.

Ao longo dos seus primeiros quatro anos, o governo Dilma nunca chegou realmente a engrenar. Nesse período, o crescimento da economia, uma necessidade absolutamente crítica para o Brasil, ficou em média na casa dos 2% ao ano, o segundo pior resultado desde a proclamação da República, em 1889. Passou do saldo para o déficit nas exportações. A indústria, que alterna períodos de marcha lenta com períodos de marcha a ré, é menor hoje do que era quando Dilma assumiu a Presidênca. Não há praticamente nada que esteja melhor agora do que estava no começo de 2011. Em suma: o desempenho do governo começou a ratear antes de ganhar velocidade, e disso não saiu mais. Hoje o Brasil roda a uma velocidade entre 0% e 1% de crescimento – seu resultado de 2014 e provavelmente de 2015.

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20/12/2014

às 18:52 \ Homem sem Visão

Conheça os 12 candidatos ao título de Homem sem Visão de 2014

Com 2314 dos votos válidos (48% do total), Gilberto Carvalho conquistou o troféu de dezembro e, por consequência, a última vaga na finalíssima que elegerá o Homem sem Visão de 2014. O ganhador da disputa anual entrará para a história dos piores entre os piores. Além de ser promovido a hors concours,terá o retrato pendurado na galeria em que sorriem para a posteridade o campeoníssimo Lula (HSV da Década), Dilma Rousseff (HSV de 2009), Franklin Martins (2010), Márcio Thomaz Bastos (2011), Ricardo Lewandowski (2012) e Alexandre Padilha (2013), Para que os leitores-eleitores escolham criteriosamente o merecedor do prêmio que desmoraliza para sempre o premiado, a Comissão Organizadora do HSV publica a ficha resumida dos concorrentes:

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19/12/2014

às 18:32 \ Direto ao Ponto

Nossos socialistas de galinheiro ainda não perceberam que os cubanos isolados na ilha-presídio vão descobrir o tamanho da tapeação: o inferno capitalista é muito mais agradável que o paraíso comunista

capaveja obama

Não batem bem da cabeça devotos de uma seita que tem em Lula seu único deus, enxerga em FHC um demônio disfarçado de sociólogo e debita na conta da elite golpista (entidade formada exclusivamente por loiros de olhos azuis) todos os males do Brasil, passados, presentes e futuros. Só mentes em desordem conseguem berrar amém a todas as cantilenas cafajestes dos celebrantes de missas negras, concebidas para ensinar que, como os fins justificam os meios, não existem pecados nem abaixo nem acima da linha do equador. Só ovelhas com defeitos de fabricação insanáveis podem ser tão subservientes a sinuelos sem siso e pastores sem vergonha.

Nada que venha de gente assim deveria surpreender brasileiros ajuizados. Mas o rebanho não para de expandir as fronteiras da vigarice e do oportunismo com manifestações de idiotia que surpreendem seres normais. O surto da semana foi provocado pela iminente normalização das relações diplomáticas entre Cuba e os Estados Unidos, tema da reportagem de capa de VEJA. Para o início do carnaval temporão da companheirada, bastou que o presidente dos EUA prometesse lutar pela imediata  suspensão do bloqueio econômico ─ uma velharia que, se a decisão da Casa Branca for aprovada pelo Congresso, enfim descansará em algum museu da Guerra Fria.

Na terça-feira, os stalinistas de galinheiro que rosnam por aqui continuavam sonhando com a destruição do imperialismo ianque e a globalização da maravilha comunista inaugurada pelo ditador de Adidas e aperfeiçoada pelo caçula mais velho do planeta. Na quarta, todos os adoradores da ilha-presídio festejaram o noivado de Barack Obama com Raúl Castro. De um dia para o outro, o que era o Grande Satã norte-americano virou o vizinho que todo país pede a Deus. Nada como a reconciliação entre o socialismo revolucionário e o capitalismo selvagem para abrir um sorriso de orelha a orelha na cara de todo órfão do Muro de Berlim.

Nos anos 50, quando Fidel Castro lutava pelo poder, havia em Cuba um ditador cleptocrata a derrubar, uma economia asfixiada pela monocultura da cana e prostitutas demais em Havana. Na segunda década do século 21, há prostitutas demais na ilha inteira, um oceano de canaviais afogando a economia e uma ditadura comunista a sepultar. Vai cair de madura com o fim do bloqueio. Está chegando ao fim o prazo de validade da última desculpa para as misérias da ilha algemada por liberticidas desde 1959.

Os cubanos não demorarão a descobrir que o inferno capitalista é infinitamente mais agradável que o paraíso inventado pelos irmãos Castro. Se a ditadura resolver enquadrar os seduzidos pelo mundo civilizado, ninguém terá de fugir de Havana e enfrentar a perigosa travessia do Caribe. A embaixada americana estará logo ali.

19/12/2014

às 18:24 \ História em Imagens

TVEJA: Joice Hasselmann, Reinaldo Azevedo, Marco Antonio Villa e Augusto Nunes comentam os principais fatos políticos do ano (1ª parte)

19/12/2014

às 16:08 \ Opinião

Oito notas de Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann       

Num ótimo conto de ficção científica, algum fenômeno geológico fez sumir o piso dos cofres de Fort Knox, o grande depósito de ouro dos Estados Unidos. O guarda dos cofres, estarrecido, sem saber o que tinha acontecido, preferiu calar a boca. Por muitos anos o ouro foi despejado no buraco sem fundo. Sem problemas: o mundo funcionava do mesmo jeito. Mas, quando descobriram que o ouro tinha desaparecido, a economia internacional entrou em colapso.

Algo semelhante acontece com a Petrobras: há muitos anos a maior empresa nacional vem sendo roubada, o que não a impediu de crescer, de vender ações na Bolsa de Nova York, de desenvolver tecnologia, de comandar um gigantesco processo internacional de capitalização. Até que descobriram, e temos a crise.

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