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William fala português e elogia fundo para florestas defendido pelo Brasil, na COP30

Em discurso, sucessor do rei Charles disse que mundo precisa ouvir os povos originários

Por Ricardo Ferraz Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 nov 2025, 13h55 • Atualizado em 6 nov 2025, 15h07
  • “Bom dia, muito obrigado presidente Lula e governador Barbalho pelas calorosas boas vindas a Belém do Pará”.

    Em português, o príncipe William iniciou seu discurso na Cúpula dos Líderes da COP30, para logo depois, já em inglês destacar o “momento fundamental na história da humanidade, que exige coragem, cooperação e comprometimento”.

    O sucessor do rei Charles conclamou que políticos, filantropistas e lideranças indígenas façam um”apelo à ação” para que as demandas por financiamento da preservação da floresta sejam entregues durante a COP30.

    A declaração ocorre no momento em que a delegação do Reino Unido ameaça não integrar o TFFF, o fundo de preservação permanente das florestas tropicais, uma das principais bandeiras do governo brasileiro. Ao mencionar o TFFF, William disse ser “um passo visionário na direção da estabilidade climática”.

    O príncipe reconheceu os esforços do Brasil nos últimos anos para combater o aquecimento global, desde a primeira cúpula do clima, apelidada de ECO 92 e ocorrida no Rio, e destacou a necessidade do mundo acelerar o processo de busca por souluções para o aumento da temperatura na Terra.

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    Em tom protocolar, como convém a um monarca, Wiliam destacou a influência de Charles na luta pela preservação ambiental: “Cresci com meu pai falando sobre o poder da natureza e a importância da harmonia no mundo natural”. Em seguida disse que o mundo está diante de um “ponto de virada”.

    O príncipe enumerou consequências da crise climática, como o derretimento do gelo polar e a devastação da amazônia, e afirmou que há “uma oportunidade para a “construção de economias verdes”.

    Um dos principais momentos do discurso ocorreu quando ele ressaltou a necessidade de o mundo ocidental mirar no exemplo dos povos orignários: “a verdadeira liderança climática significa ouvir aqueles que vivem em harmonia com a natureza e empoderá-los como guardiões dos mais preciosos ecossistemas”.

    “Sabemos o que está em jogo e o que tem de ser feito e sabmos que nenhum país, governo ou indivíduo pode fazê-lo sozinho… A COP30 é nosso momento. Não vamos desperdiçá-lo”, finalizou

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