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Sustentabilidade nos negócios é tema da sétima edição de VEJA Insights

Estudo traz artigos sobre o conceito de ESG, que norteia as práticas de ação ambiental, inclusão social e governança no mundo corporativo e financeiro

Por Da Redação Atualizado em 19 abr 2021, 14h40 - Publicado em 19 abr 2021, 14h00

Recentemente, a sigla ESG (a abreviação em inglês de Environment, Social, Governance) se tornou recorrente no vocabulário de executivos, investidores e mesmo funcionários de grandes empresas. Trata-se da incorporação de práticas de sustentabilidade ambiental, inclusão social e governança o universo corporativo e sua consequente transformação em um ativo tangível do ponto de vista financeiro. Apesar de ser um assunto discutido na Europa, Estados Unidos e Japão há pelo menos seis anos, no Brasil essa discussão começou a ganhar relevância no ano passado seja no âmbito das empresas ou entre bancos corretoras e e gestoras de investimento. E, tanto no exterior como aqui, o ESG se tornou um fenômeno de peso indiscutível.

Em sua sétima edição, a publicação VEJA INSIGHTS traz sete artigos escritos por executivos da consultoria EY sobre o assunto. Por meio deles, os conceitos que envolvem o ESG, suas implicações e desdobramentos no ambiente de negócios são abordados de maneira clara e abrangente. O objetivo é oferecer aos leitores uma ampla perspectiva de um fenômeno que promete mudar profundamente o mundo empresarial e financeiro.

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No cenário global, estima-se que pelo menos 30 trilhões de dólares em ativos estão hoje sob gestão de fundos que apenas aplicam seus recursos em negócios e empresas com práticas sustentáveis. Metade desse volume se encontra na Europa (15 trilhões de dólares) e um quarto desse valor nos Estados Unidos (cerca de 7,5 trilhões de dólares). E nos últimos anos, essa cifra vem crescendo entre investidores que buscam os chamados “investimentos responsáveis” como fator preponderante da alocação de recursos.

No Brasil, onde o movimento tem uma escala bem menor e a definição os investimentos ESG se enquadra na definição “sustentabilidade e governança” da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Ambima), também houve significativo crescimento. Pelos dados da entidade, em fevereiro, o patrimônio líquido dos fundos na categoria sustentabilidade e governança foi de 1,07 bilhão de reais, quase o dobro que há um ano. A captação líquida, por sua vez, foi de 307,9 milhões de reais no primeiro bimestre de 2021, crescimento de 787% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Tal expansão é resultado principalmente do interesse e da pressão da sociedade. Hoje, os consumidores exigem que as empresas adotem práticas sustentáveis do ponto de vista ambiental (uso de energia, disponibilização de resíduos e seleção de matérias primas de baixo impacto na natureza) e também se comprometam do ponto de vista ético e de inclusão social. A eclosão da pandemia do coronavírus no ano passado e seus impactos gigantescos sobre as pessoas ajudaram a reforçaram essa tendência. Com isso, o que no passado se restringia a estratégias de marketing passou a ser incorporado nas estruturas mais profundas das corporações, a partir de métricas e regras estabelecidas por instituições globais como a Organização das Nações Unidas e o Fórum Econômico Mundial.

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