Resort Tayayá nega vínculo com Toffoli e Master
O comunicado afirma que hotel é um empreendimento com mais de 1500 condôminos
O Tayayá Resort divulgou uma nota de esclarecimento explicando que não pertence a um único dono e negou qualquer irregularidade em suas atividades. Segundo a nota, o Tayayá é instituído e regido nos termos da Lei 4.591/64, que disciplina os condomínios edilícios no Brasil, e opera em dois formatos: o tradicional, com unidades autônomas, e o regime de multipropriedade, dividido em 13 cotas de fração de tempo.
O ministro Dias Toffoli, do STF, também divulgou nota há pouco para explicar seus negócios relacionados ao resort Tayayá. O ministro admite ser sócio de empresa que vendeu participação no empreendimento e negou ser amigo do banqueiro Daniel Vorcaro. As declarações ocorrem após o pedido da PF de suspeição de Toffoli no caso Master.
O que diz o comunicado do resort
O resort em nota explicou que seu modelo de negócio tem unidades autônomas e no regime de multipropriedade. Trata-se “de um condomínio que conta com mais de 1.500 condôminos, divididos entre proprietários das 70 unidades de flats e pousadas e os multiproprietários das demais unidades (apartamentos, villages e ecoview)”.
O texto afirma ainda que todos os condôminos têm acesso a serviços semelhantes aos de hotelaria e podem utilizar as unidades como primeira ou segunda moradia ou destiná-las à locação. Além das áreas residenciais e de lazer, o complexo conta com espaços comerciais sob propriedade e gestão da incorporadora, como marina, restaurantes, lojas e áreas de entretenimento.
Ao final, a administração declara manter “compromisso com a transparência, a legalidade e a boa governança” e informa que o empreendimento segue em operação regular, preservando os direitos de condôminos, investidores, parceiros e usuários.





