Renault Lodgy será lançado até o fim do ano no Brasil

Monovolume será opção para fãs de carros robustos, espaçosos para a família e com preço competitivo; modelo está em fase de testes

Por Fernando Valeika de Barros, de Genebra - 10 mar 2012, 13h35

Poucos meses depois de apresentar um utilitário esportivo, o Duster, lançado recentemente, no Brasil, eis o Lodgy, o novo Renault versão monovolume. O automóvel tem 4,50 metros de comprimento e motor a gasolina com 1.6 litros, com 105 cavalos de potência. Será possível escolher entre as opções para cinco ou sete passageiros, com 827 litros no porta-malas ( com cinco passageiros a bordo), 2.617 litros, com todos os bancos rebatidos. Em resumo: pretende ser um sucessor para os saudosistas das minivans no estilo da Renault Scénic, que fez sucesso por aqui no final da década de 1990.

O preço para o mercado brasileiro ainda não está definido. Mas, a julgar pelo estratégia que a Renault está desenvolvendo na Europa, a missão será fisgar consumidores de olho em um carro robusto, espaçoso para a família e com preço competitivo. Por lá, o Lodgy é vendido com a marca romena Dacia, a subsidiária low cost do grupo e que vende – e bem – o Sandero por lá.

Para os franceses, a versão de entrada da minivan custará cerca de 9 900 euros. Mas tudo tem um preço: os interessados devem renunciar a prazeres da sofisticação. Nada de couro nos assentos (que são de tecido) ou revestimento de madeira (substituído por plástico). Em busca de economia drástica, até mesmo itens como vidros elétricos foram substituídos por opções com acionamento manual. Para os europeus será oferecido rádio com Bluetooth e sistema de navegação em tela de 7 polegadas por 430 euro.

Versão brasileira – O Lodgy já está em fase de testes em território brasieiro e deverá ser produzido como Renault, na fábrica da marca no Paraná, com lançamento previsto para o Salão do Automóvel de São Paulo, no segundo semestre. Será equipada com o motor flex 1.6 com 110 cavalos. Na Europa, há também uma outra versão a gasolina, 1.2 com turbo e injeção direta, com potência de 115 cavalos, ainda mais econômica, que ainda não está confirmada para o Brasil.

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