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Reforma trabalhista: adeus à indústria de ações

A nova legislação trabalhista cumpriu um de seus principais objetivos, ao barrar a enxurrada de processos abertos na Justiça

A entrada em vigor da reforma trabalhista, em novembro do ano passado, foi precedida por alertas apocalípticos de quem a criticava. Os comentários negativos sugeriam que as novas regras representariam o fim da carteira assinada e haveria uma precarização nas condições do emprego. Pela internet, espalharam-­se as indefectíveis fake news, dando conta de que chegariam ao fim o direito de férias e o fundo de garantia do tempo de serviço (FGTS). Os cinco primeiros meses de vigência da reforma e a análise dos dados do período mostram que, como era de esperar, o cenário catastrófico não se verificou, ainda que empresários e empregados tenham optado por agir com cautela, na expectativa de que os efeitos das novas normas se sedimentem.

O saldo, até aqui, tem sido positivo. O emprego formal, a despeito da retomada econômica ainda frágil, apresenta sinais de melhora na comparação com igual período de anos anteriores. Ao mesmo tempo, não existem indícios de haver uma corrida às novas modalidades de trabalho, como o contrato intermitente (ou seja, sem jornada fixa), ao contrário do que previam os mais pessimistas.

Os economistas e juristas afirmam ser cedo ainda para avaliar a real dimensão da nova lei. Mas, em ao menos um caso, ela já deu mostras inequívocas de ter alcançado um de seus principais objetivos: desafogar a Justiça do Trabalho das ações oportunistas e restringir a indústria de processos.

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Comentários

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  1. Juca Leiteiro

    Foi a exploração da figura do tabaiadô coitadinho e o programa de moradores de rua dos “movimentos sociais” que elegeu Lula e criou o quadrilhão.

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  2. Juca Leiteiro

    Falar em moradores de rua, a maioria com vida mansa, o que estão fazendo os senadores petistas que ganham para trabalhar e ficam acampados e emporcalhando as ruas da terra do Moro, hein?

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  3. Juca Leiteiro

    Já está na hora da reforma trabalhista acabar com essa história de considerar que tabaiadô é uma espécie de silvícola moderno, com direito a celular, internet e TV para se informar.

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  4. Juca Leiteiro

    Chega de paternalismo barato e garantido. Todo tabaiadô precisa ser obrigado a abrir um CNPJ, ser submetido às máfias dos fiscais e assumir os riscos dos empresários para ver o que é bom.

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  5. Juca Leiteiro

    Metade dos benefícios de doença e acidentários pagos pela previdência social são fraudados. A outra metade recebe reajustes a menor para bancar a safadeza.

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