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Por que 2026 começa caro para quem mora de aluguel

Em 2025, os preços subiram em média 8,85%. Reajustes seguem elevados com juros altos, inflação de serviços e oferta limitada, aponta FGV IBRE

Por Camila Pati Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 7 jan 2026, 09h07 • Atualizado em 7 jan 2026, 09h23
  • Depois de um ano de forte alta, o mercado de aluguel residencial começa 2026 ainda sob pressão. Em 2025, os preços subiram em média 8,85%, segundo o FGV IBRE, refletindo a demanda aquecida e a recomposição de valores ao longo do ano. Em dezembro, o Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR) avançou 0,51%, puxando a variação em 12 meses para cima.

    O resultado de 2025 está ligeiramente acima dos reajustes registrados em 2024, diz Matheus Dias, economista do FGV IBRE. De acordo com ele, é sinal de que os efeitos defasados da inflação e o processo de recomposição de preços seguem influenciando o mercado de aluguéis. “Para o início de 2026, o cenário aponta para a manutenção de reajustes elevados, sustentados por fatores como juros ainda altos, inflação de serviços persistente e oferta restrita, especialmente em áreas centrais”, diz o economista.

    Entre novembro e dezembro de 2025, os aluguéis subiram em três das quatro capitais pesquisadas, com destaque para Belo Horizonte (1,11%), enquanto o Rio de Janeiro ficou estável no mês.

    No acumulado de 12 meses, o Rio liderou a alta em 2025, com forte aceleração para 12,11%, seguido por São Paulo, que avançou para 9,48%. Porto Alegre e Belo Horizonte desaceleraram no ritmo anual, com queda mais intensa em Porto Alegre.

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