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Pix supera cartões e se consolida como principal meio de pagamento

Segundo dados do BC, implementação da ferramenta acelerou o uso de transações digitais e reduziu o volume de saques de dinheiro físico

Por Larissa Quintino
Atualizado em 31 Maio 2023, 16h38 - Publicado em 31 Maio 2023, 16h14

O Pix, sistema de pagamentos instantâneos criados pelo Banco Central, vem ganhando cada vez mais espaço na preferência do brasileiro. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira, 31, 29% de todas as transações registradas no país em 2022 foram feitas pelo Pix, contra 16% da participação em 2021. Com isso, a ferramenta superou o cartão de débito como principal meio de pagamento. Em 2021, o débito tinha 23% da participação. No ano passado, ficou com 19%.

Um dos efeitos ‘colaterais’ desse aumento das transações digitais foi a redução da quantidade e o volume financeiro de saques em caixas eletrônicos e agências bancárias. A quantidade de saques caiu de 3,4 bilhões em 2020 para 2,6 bilhões no ano passado. Em valores, a queda foi de 2,5 trilhões de reais para 2,1 trilhões de reais. Em 2012, o número era de 3,9 bilhões, com movimentação financeira de 4,5 trilhões de reais.

“A partir do final de 2020, o expressivo crescimento do uso do Pix reduziu, em termos relativos, a participação dos demais meios de pagamento e de transferência na quantidade total de transações financeiras”, informou o Banco Central. As operações per capita por meio digital eram de 242 em 2020 e passaram a 453 em 2022. Em 2012, eram 131.

De acordo com a instituição, a evolução da quantidade de transações por meio do Pix demonstra uma participação importante para o aumento de operações digitais, proporcionando a participação de pessoas que nunca haviam realizado transferências. “Em apenas dois anos de operação, entre novembro de 2020 e dezembro de 2022, o Pix tornou-se o instrumento com maior quantidade anual de transações”, acrescentou o BC.

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