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O que fazer na bolsa e na renda fixa agora? Esse consultor tem duas sugestões

Período será marcado por incerteza até a definição do tarifaço de Donald Trump

Por Daniel Fernandes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 jul 2025, 07h00 • Atualizado em 16 jul 2025, 12h17
  • Na bolsa de valores, o momento é adotar uma postura mais seletiva e cautelosa. Na renda fixa, o momento é priorizar ativos pós-fixados atrelados ao CDI. A análise, importante para o investidor pessoa física neste momento turbulento, foi feita a pedido de VEJA NEGÓCIOS por Einar Rivero, CEO da consultoria Elos Ayta.

    O especialista indica que o anúncio da tarifa de 50% ao Brasil por Donald Trump já fez com que o Ibovespa acumulasse nesta semana perda de 3,59%. É o pior resultado em mais de dois anos, segundo Rivero. “A expectativa é que essa instabilidade persista enquanto não houver definição clara sobre o desfecho diplomático ou efetivação das tarifas”, indica. Assim, o cenário sugere, para além de cautela, que o investidor preste atenção em empresas de perfil defensivo. E diversifique setores.

    A Ibovespa iniciou o ano patinando nos 120 mil pontos. Mostrou forte recuperação durante o ano, chegando a ultrapassar a marca dos 140 mil pontos – uma forte valorização. Por isso, havia uma expectativa de manutenção da escalada até o fim do ano, com o índice de referência da bolsa de valores chegando a 150 mil pontos. Este cenário não é mais tão claro neste momento.

    A administração Trump divulgou hoje relatório com diretrizes para buscar vencer a corrida pela supremacia da IA
    Donald Trump durante encontro com Mark Rutte na Casa Branca (Kevin Dietsch/Getty Images)

    A equação da Selic nos investimentos

    Uma possível desaceleração da economia (PIB), pode abrir espaço para a queda da taxa básica de juros. Ao passo que o dólar pode se valorizar. Dessa forma, o melhor na renda fixa é priorizar os ativos pós-fixados atrelados ao CDI. “

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    Alongar prazos ou concentrar posições em pré-fixados exigiria um nível maior de convicção, o que não parece ser o caso do atual cenário de incerteza”. A Selic não deve no curto prazo se alterar, é nisso que apostam Sérgio Vale e Felipe Salto.

    Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise do VEJA Mercado:

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