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O custo bilionário da medida do PT que Bolsonaro quer copiar

De acordo com contas internas da Petrobras, controle artificial de preços dos combustíveis custou cerca de 40 bilhões de reais à empresa

Por Victor Irajá Atualizado em 27 jun 2022, 14h52 - Publicado em 27 jun 2022, 11h35

Objeto de flerte do presidente Jair Bolsonaro, o controle artificial do preço dos combustíveis é um mecanismo promissor para gestões impopulares. Mas caríssimo. Durante o governo de Dilma Rousseff, do PT, os movimentos para controlar o preço da gasolina e do diesel custaram cerca de 40 bilhões de reais em lucro não ganho pela empresa. O montante só diz respeito às perdas oriundas do “quase congelamento” de preços, enquanto a inflação disparava.

Esse número é uma estimativa interna de executivos da Petrobras — e mais modesto do que o então representante dos acionistas minoritários da empresa relatou durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigava a Petrobras, em 2015. Segundo ele, o prejuízo chegou aos 100 bilhões de reais, baseando-se na perda de receitas e nos aportes em despesas financeiras.

Como mostra reportagem de VEJA desta semana, o presidente e seus aliados transformaram a Petrobras em inimiga da vez em sua busca de garantir a reeleição. Uma das mais preocupantes ideias para achincalhar a empresa envolve uma proposta para alterar a Lei das Estatais, um dos alicerces das regras de proteção contra casos de corrupção, intervenção política e uso eleitoreiro das companhias pertencentes ao governo. Seria bom Bolsonaro aprender com o passado.


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