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Janet Yellen não descarta o risco de recessão nos EUA

Em entrevista, a secretária do tesouro dos EUA não afastou a ameaça recessiva, e classificou como um movimento natural na tentativa de reduzir inflação

Por Larissa Quintino
9 jul 2023, 09h20

A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, afirmou que não descarta  a ameaça de uma recessão no país. Segundo ela, é “apropriado e normal” que o crescimento seja moderado e que a inflação permaneça muito alta. A declaração foi dada em entrevista ao programa Face the Nation , da CBS , que será exibido neste domingo, 9. 

Como mostra reportagem de VEJA desta semana, a desaceleração global de grandes economias, como a americana, é uma realidade devido a alta nos juros para desaceleração de demanda.

Na entrevista, Yellen destacou que o crescimento mensal do emprego está desacelerando conforme o esperado depois de se manter em um “nível alto”. O Payroll de junho trouxe a redução na criação de vagas, mas também a redução na taxa de emprego e um aumento no valor dos salários, dando sinais mistos ao Federal Reserve Bank para o próximo passo da política monetária. 

“Temos uma economia saudável, um ótimo mercado de trabalho, inflação muito alta e uma preocupação nossa e do povo americano, mas diminuindo com o tempo”, disse Yellen. “E minha esperança e crença é que existe um caminho para reduzir a inflação no contexto de um mercado de trabalho saudável e os dados que vi sugerem que estamos nesse caminho.”

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China

Yellen está em uma missão em Pequim, onde foi conversar com líderes e empresários chineses. Segundo ela, a visita é para aproximar as relações bilaterais de uma “base mais segura”. As crescentes tensões entre os EUA e a China levaram a uma guerra comercial olho por olho e restrições crescentes sobre tecnologias como chips.

Na entrevista à CBS, Yellen disse que embora o governo do presidente Joe Biden ponderasse adicionar controles sobre os investimentos no exterior, eles seriam “alvos muito restritos” e não afetariam significativamente os investimentos bilaterais com a China. 

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