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Indústria começa 2024 com queda de 1,6% na produção

Resultado interrompe dois meses consecutivos de crescimento; Indústrias extrativas e alimentícia puxaram resultado de janeiro

Por Larissa Quintino Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 mar 2024, 09h29 • Atualizado em 8 Maio 2024, 12h37
  • A produção industrial recuou 1,6% em janeiro, na comparação com dezembro. A queda interrompe uma sequência de dois meses de avanço. Segundo os dados divulgados nesta quarta-feira, 6, pelo IBGE, a queda de janeiro é a mais intensa do setor desde abril de 2021.  Na comparação com janeiro de 2023, houve avanço de 3,6%. Em 12 meses, a indústria acumula avanço de 0,4%.

    Os dados da produção industrial são importantes porque trata-se de um segmento mais dependente de juros de economia. Manter a Selic elevada pode afetar a produção, com efeitos de longo prazo sobre a atividade. Os indicadores mais fracos tendem a aumentar a expectativa que a Selic caia para a casa de um dígito. O consenso é que a taxa encerre o ano em 9%. “Para este ano, esperamos uma retomada gradual de alguns segmentos da indústria mais dependentes das condições de crédito, como a indústria de transformação e bens de consumo duráveis, tendo em vista o ciclo de queda da Selic”, afirma Rafael Perez, economista da Suno Research.

    Para Igor Cadilhac, economista do PicPay, o resultado de janeiro tem um movimento de devolução após 5 meses de alta acumulada de 2,9% e a queda concentrada em indústrias extrativas e alimentícias, já que 18 das 25 atividades pesquisadas registraram resultado positivo.  “Em resumo, esse resultado foi pontual e não indica a tendência para o ano, que segue com uma visão relativamente positiva”, disse.

    Resultado

    Na passagem de dezembro para janeiro, duas das quatro grandes categorias econômicas e 6 dos 25 ramos pesquisados mostraram recuo na produção. Os destaques negativos ficaram com indústrias extrativas (-6,3%) e produtos alimentícios (-5,0%).

    De acordo com André Macedo, gerente da Pesquisa Industrial Mensal, “a primeira atividade foi pressionada pela menor extração de petróleo e minério de ferro, interrompe dois meses consecutivos de crescimento na produção, período no qual acumulou expansão de 6,7%. A segunda teve como principal influência negativa a redução na fabricação de açúcar, eliminando parte da expansão de 11,3% acumulada no período entre julho e dezembro”, analisa.

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    Outras contribuições negativas relevantes sobre o total da indústria vieram de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-6,4%) e de produtos têxteis (-4,2%).

    Por outro lado, entre as dezoito atividades que apontaram expansão na produção, produtos químicos (7,9%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (13,7%), veículos automotores, reboques e carrocerias (4,0%) e máquinas e equipamentos (6,4%) exerceram os principais impactos em janeiro de 2024.

     

     

    Os dados da produção industrial são importantes porque trata-se de um segmento mais dependente de juros. Manter a Selic elevada pode afetar a produção, com efeitos de longo prazo sobre a atividade. In…

    Leia mais em: https://veja.abril.com.br/economia/nova-york-tem-agenda-cheia-e-caminha-para-novos-recordes/

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