Ibovespa atinge novo recorde histórico chegando a alcançar 165 mil pontos
Ações sobem após sinalização de Trump sobre o Irã e bom desempenho dos mercados globais
O Ibovespa abriu nesta quinta-feira (15) renovando máxima histórica de 165.186 pontos, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstrar que irá recuar das ameaças de uma possível ação militar no Irã.
A agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está repleta de reuniões com ministros, incluindo Fernando Haddad, ministro da Fazenda, que está cotado para deixar o cargo ainda no mês de janeiro. Em indicadores, as vendas no varejo do Brasil avançaram 1,0% em novembro, diz o IBGE. Além disso, Lula também sancionou o Orçamento de 2026, com vetos a 400 milhões de reais em emendas parlamentares.
Em relação às ações, todos os grandes bancos abriram no azul, com o Itaú (ITUB4) liderando com alta de 0,66%, seguido pelo Bradesco (BBDC4), com 0,54%. O Santander (SANB11) acompanha com 0,38% e o Banco do Brasil (BBAS3), com 0,33%. Já as varejistas também abrem o pregão no positivo, com exceção da C&A (CEAB3), que cai -0,76%. A Casas Bahia (BHIA3) abre com alta de 1,46%, seguida pela Magazine Luiza (MGLU3), com 0,60%, e a Vivara (VIVA3), com 0,41%.
Cenário internacional
Por volta das 11h, o dólar comercial operava em queda, cotado a 5,40 reais, enquanto os contratos de juros futuros (DIs) registravam alta ao longo de toda a curva. No mercado internacional, o petróleo recuava cerca de 3% após alcançar os maiores níveis em meses, e o ouro devolvia parte dos ganhos depois de renovar máximas históricas. Nesta semana, o ex-presidente Donald Trump afirmou ter sido informado de que o número de mortes decorrentes da repressão do Irã aos protestos nacionais estaria diminuindo e disse acreditar que não há previsão de execuções em grande escala.
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro sobe 0,10%, o Nasdaq Futuro avança 0,35% e o S&P 500 Futuro tem alta de 0,85%. Para Bruno Yamashita, analista de Alocação e Inteligência da Avenue, os ativos abrem em alta por conta do ótimo resultado que a TSMC, uma das maiores fabricantes de chips do mundo, apresentou nesta semana. “Isso aconteceu depois do ótimo resultado da TSMC. É uma uma demanda bem robusta para chips e para a inteligência artificial. Além disso, a gente tem resultado de bancos que também têm influenciado o mercado, mas de forma mais negativa”, pontua Bruno.





