H&M chega ao país e a pergunta é: qual o impacto para as gigantes brasileiras? O Santander tem um palpite
Desembarque da multinacional sueca era esperado desde o ano passado; conheça implicações
A H&M, importante rede de moda sueca com presença em diversos países, desembarca em breve no Brasil. A informação consta de publicação recente do Valor Econômico e suscitou a produção de um relatório por parte do Santander, que por sua vez buscou medir os impactos da chegada da multinacional ao país para as redes que dominam o mercado brasileiro: C&A, Guararapes, dona da Riachuelo e Renner. A H&M já mantém um site com o domínio ‘br’ com a mensagem ‘Olá, Brasil! Estamos chegando em 2025’.
Para o banco espanhol, o desembarque com duas lojas no país implicam “um impacto mínimo em comparação com a capilaridade” das três gigantes do segmento de fast-fashion no Brasil. De qualquer maneira, para os analistas do Santander, “dada a iniciativa da empresa de adquirir seus produtos localmente e seu amplo know-how em operações de fast-fashion, este contínua sendo um tópico a ser monitorado pelo mercado”.
Chegada aguardada
O banco comenta que a chegada da companhia sueca era bastante aguardada desde o ano passado, mas o relatório contempla que ainda é cedo para tirar qualquer conclusão. “Portanto, apesar da intenção da H&M de competir diretamente com as empresas locais, em nossa opinião, é cedo para concluir que, de fato, os preços serão tão competitivos quanto o esperado pela empresa, sem mudanças significativas no cenário competitivo esperado no curto prazo”.
A notícia chega no momento em que as empresas listadas em bolsa de valores divulgam seus resultados do segundo trimestre. Concorrentes, as três principais companhias de moda do país divulgam seus resultados, coincidência ou não, no começo de agosto. Riachuelo informa os dados no dia 6, após o fechamento do mercado. Mesma data e período escolhido pela C&A. No dia seguinte, após o fechamento do mercado, é a vez da Renner.






