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Haddad diz que é preciso acertar comunicação para conter alta do dólar

Ministro da Fazenda negou que o governo irá mexer no IOF sobre o câmbio e que o trabalho da Fazenda é feito em cima da agenda fiscal

Por Redação 2 jul 2024, 12h05 • Atualizado em 2 jul 2024, 15h47
  • O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, negou nesta terça-feira, 2, a possibilidade de o governo federal reduzir o Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o câmbio para conter a subida do dólar. A moeda americana opera em mais um dia de alta, cotada a 5,66 reais até o meio-dia.

    Ele afirmou que é preciso acertar a comunicação sobre a autonomia do Banco Central e rigidez do arcabouço fiscal para conter a disparada do câmbio — que já subiu mais de 15% neste ano. 

    A fala de Haddad tenta acalmar o mercado financeiro em mais um dia nervoso após declarações de Lula a uma rádio da Bahia. Na entrevista, o presidente disse que iria conversar com Haddad para fazer algo em relação ao ataque especulativo contra o real, além de voltar a criticar Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central.

    “Aqui na Fazenda nós estamos trabalhando uma agenda eminentemente fiscal com o presidente para apresentar para ele propostas para o cumprimento do arcabouço em 2024, 2025 e 2026”, disse o ministro a jornalistas na portaria do Ministério da Fazenda.

    No fim da manhã, Haddad afirmou que, além de trabalhar no ajuste das contas públicas, a equipe econômica também pode melhorar a comunicação tanto sobre a autonomia do Banco Central como sobre o arcabouço fiscal.

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    “Eu acredito que o melhor a fazer é acertar a comunicação, tanto em relação à autonomia do Banco Central, como o presidente (Lula) fez hoje de manhã, quanto em relação ao arcabouço fiscal. Não vejo nada fora disso. Autonomia do Banco Central e rigidez do arcabouço fiscal. É isso que vai tranquilizar as pessoas”, disse.

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