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Guerra e petróleo devem pautar o mercado nesta sexta-feira; veja os destaques

Agenda econômica esvaziada deixa investidores à mercê do cenário global

Redação VEJAPor Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 mar 2026, 08h19 •
  • Volatilidade é a palavra que resume o movimento do petróleo. Nesta sexta, 20, a commodity volta a subir, isso após a montanha-russa da véspera ter levado o barril para quase US$ 120 e de volta para abaixo dos US$ 110.

    Em meio ao sobe e desce, uma relação inversa vai se estabelecendo com as bolsas americanas: se o óleo sobe, os principais índices tendem a cair, como ocorre com os futuros nesta manhã em Wall Street. Na semana, o S&P 500 cai 0,38%.

    As notícias que têm a guerra como pano de fundo se espalham pela economia como um geral. Na véspera, o governo Trump pediu US$ 200 bilhões ao Congresso para financiar os bombardeios ao Irã, isso num contexto em que a dívida pública dos Estados Unidos já desperta receio nos mercados. No entanto, por enquanto não há indicações de uma reação negativa de Wall Street à demanda do Pentágono.

    O fato é que o noticiário tem tido dificuldade de virar suas atenções a outros temas além da guerra – talvez porque eles possam ser ainda menos animadores. Há um alerta crescente de gestores tradicionais nos Estados Unidos para dois fenômenos. O primeiro é a excessiva concentração do S&P 500. Com a expansão das apostas em inteligência artificial e os investimentos multimilionários anunciados, dez empresas concentram mais de um terço do valor de mercado do S&P 500.

    Qualquer frustração com essa aposta poderia causar impactos sem precedentes. O segundo é um alerta de uma eventual formação de uma nova crise de crédito, a exemplo do que ocorreu em 2008. Ainda é cedo para saber se esses alertas serão chamados, no futuro, de profecia.

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    Por enquanto, o pessimismo internacional beneficia a bolsa brasileira. O índice sobe 1,47% na semana e recuperou, na véspera, os 180 mil pontos. Nesta sexta, o EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, recua 0,85% no pré-mercado. Bons negócios.

    Principais índices às 7h47:

    • Futuros S&P 500: -0,53%
    • Futuros Nasdaq: -0,73%
    • Futuros Dow Jones: -0,44%
    • Indice europeu (Euro Stoxx 50): -0,25%
    • Londres (FTSE 100): -0,46%
    • Frankfurt (Dax): -0,48%
    • Paris (CAC): -0,30%

    Commodities às 7h48:

    • Brent*: 1,45%, a US$ 110,22 o barril
    • Minério de ferro: 0,93%, a US$ 108,15 por tonelada
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    Agenda:

    • Balanço, após o fechamento: Fertilizantes Heringer

    Fechamento mercado asiático:

    • Índice chinês CSI 300 (Xangai e Shenzhen): -0,35%
    • Hong Kong (Hang Seng): -0,88%
    • Bolsa de Tóquio (Nikkei): feriado

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