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FMI eleva previsão de crescimento do Brasil em 2020 após Previdência

Fundo estima que o PIB tenha subido 1,2% em 2019 e avance 2,2% em 2020; América Latina deve crescer 1,6% neste ano

Por Da Redação
Atualizado em 20 jan 2020, 11h26 - Publicado em 20 jan 2020, 10h24

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou sua perspectiva de crescimento do Brasil em 2020, o que ajudou a conter a pressão negativa de México e Chile sobre a estimativa para a América Latina. Na revisão de seu relatório Perspectiva Econômica Global, divulgada nesta segunda-feira, o FMI passou a ver um aumento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% do Brasil neste ano, 0,2 ponto porcentual a mais do que no relatório de outubro. Já a projeção para o crescimento mundial é de 3,3% em 2020.

De acordo com o FMI, a revisão para cima da estimativa para este ano deve-se “à melhora do sentimento após a aprovação da reforma da Previdência e à redução dos problemas de oferta no setor de mineração”.

A projeção do fundo para este ano é menor do que o estimado pelo mercado e pelo governo. Segundo o Boletim Focus desta segunda-feria, que compila estimativas do mercado para indicadores econômicos, o PIB brasileiro deve avançar 2,31% neste ano. Já o governo prevê crescimento de 2,40%.

Para 2019 também houve melhora da projeção, de 0,3 ponto, a 1,2%. Essa estimativa, no entanto, está acima do projetado pelo governo, 1,12% , e pelo mercado, de 1,17%.  O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga os dados do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre e do ano de 2019 em 4 de março.

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As perspectivas melhores para o Brasil compensaram revisões para baixo do crescimento do México em 2020 e 2021, entre outros motivos pela fraqueza contínua do investimento, além de uma forte redução para o Chile após manifestações sociais. Agora, a estimativa de crescimento da América Latina é de 1,6% em 2020 e 2,3% em 2021, respectivamente cortes de 0,2 e 0,1 ponto percentual.

Para os mercados emergentes e em desenvolvimento, o FMI prevê expansão de 4,4% em 2020 e 4,6% em 2021, ante os 3,7% estimados para 2019. As contas para este ano e o próximo, entretanto, foram reduzidas em 0,2 ponto percentual cada em relação ao prognóstico de outubro.

(Com Reuters)

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