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EUA emite sinal vermelho na inflação e alerta repercute na bolsa brasileira

Ibovespa aprofunda mais de 1% após o CPI americano subir para 3%. No cenário doméstico, a retração pelo segundo mês consecutiva no setor gera maior cautela

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 fev 2025, 11h35 •
  • Após alguns dias de descolamento das bravatas tarifárias de Donald Trump, o Ibovespa, principal índice da B3, recua mais de 1%, aos 124,6 mil pontos no meio do dia. A bolsa operava em alta, mas mudou o sinal após a divulgação da inflação (CPI) dos Estados Unidos, que avançou para 3%, superando as expectativas de 2,9%. O dado reforça a possibilidade de que o Federal Reserve mantenha sua política monetária contracionista por mais tempo ou até mesmo eleve as taxas de juros, o que atrai investidores para os EUA em busca de maior rentabilidade.

    Apesar desse cenário, o dólar não reagiu significativamente à perspectiva de juros mais altos e operava com leve queda, cotado a R$ 5,75 às 11h20, mantendo-se próximo da estabilidade. O mercado ainda demonstra ceticismo em relação às tarifas de Trump, uma estratégia recorrente do republicano para fins de negociação.

    No cenário doméstico, o mercado também avalia os dados do setor de serviços, que registrou uma queda de 0,5% em dezembro de 2024, marcando o segundo mês consecutivo de retração, com perdas acumuladas de 1,9% nos últimos dois meses do ano. O resultado sugere uma desaceleração econômica em curso, à medida que o aumento dos custos de crédito afeta diretamente a demanda do setor.

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