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Dólar e Ibovespa oscilam perto da estabilidade em dia de liquidez reduzida

Idas e vindas do 'tarifaço' de Trump ainda geram incertezas para investidores; mercado brasileiro aguarda divulgação do PIB

Por Leticia Yamakami Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 mar 2025, 17h32 • Atualizado em 6 mar 2025, 18h39
  • Em dia de liquidez reduzida devido à semana encurtada pelo Carnaval, o dólar fechou perto da estabilidade nesta quinta-feira, 6, cotado a R$ 5,75. O Ibovespa, principal índice da B3, também registrou poucas oscilações no fim do pregão, em 123.357 pontos.

    No cenário internacional, o “vaivém” do tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, continua a gerar incertezas para os investidores. Após ter adiado em trinta dias as tarifas de importação de 25% para Canadá e México, Trump afirmou, no final de fevereiro, que elas passariam a valer a partir do mês de abril. Essa semana, no entanto, o republicano voltou atrás na decisão mais uma vez.

    Na noite de terça-feira, 4, o Secretário de Comércio americano, Howard Lutnick, afirmou em entrevista à imprensa que os americanos podem reduzir ou até retirar as tarifas impostas sobre alguns setores, caso os países vizinhos atendam à exigência de limitar a entrada de imigrantes ilegais no país. A trégua em relação às tarifas contribuiu para que o preço da moeda americana tivesse uma queda de 2,71% durante o último pregão.

    Mesmo assim, os investidores continuam buscando segurança em suas carteiras em meio às idas e vindas de Trump, sobretudo considerando as tarifas que já foram aplicadas mundo afora. A procura por ativos menos voláteis ainda permeia os negócios, como se vê no comportamento da própria taxa de câmbio, com o dólar acomodado na faixa dos R$ 5,75, e pela alta do ouro, que também é um ativo tipicamente utilizado como reserva de valor.

    Amanhã, os investidores se preparam para receber os dados do relatório de emprego e desemprego conhecido como Payroll nos Estados Unidos, publicação que trará novas informações sobre a criação de vagas de trabalho, situação salarial dos empregados e taxa de desemprego — dados essenciais para a avaliação do Federal Reserve, o banco central americano, sobre o quão aquecida está a economia e qual a política monetária adequada.

    No mercado doméstico, os investidores aguardam a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2024, que acontecerá na manhã desta sexta-feira, 7, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As expectativas dos economistas é de que o resultado seja de 3,5% de crescimento, no mínimo. Se o dado for confirmado, será o maior crescimento da atividade brasileira desde 2021, quando o país se recuperou após o tombo histórico de 2020, ano da pandemia de Covid-19.

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