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Dólar cede nesta quarta-feira após recado de ‘alívio’ vindo dos EUA

Moeda, que alcançou a cotação de R$ 5,88 na véspera, era negociada a R$ 5,80 no início da tarde com possível flexibilização nas tarifas de Trump

Por Luana Zanobia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 mar 2025, 13h46 •
  • O mercado vive um dia de alívio nesta quarta-feira, 5, com o dólar cedendo terreno após uma entrevista do Secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, que reacendeu as esperanças de flexibilização nas tarifas comerciais. A moeda era negociada a R$ 5,80, às 13h25. Lutnick afirmou que os EUA podem reduzir ou até retirar as tarifas impostas sobre alguns setores, caso Canadá e México atendam à exigência de limitar a entrada de imigrantes ilegais no país. Essa promessa foi suficiente para inverter a tendência que prevaleceu no dia anterior, quando as tarifas de Donald Trump entraram em vigor e afetaram negativamente os mercados. Na terça-feira, o dólar havia disparado, atingindo a marca de R$ 5,88, em resposta às tensões comerciais, derrubando as bolsas globais.

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    O dia é mais curto, e por isso, deve ser de liquidez reduzida para o Ibovespa, principal índice da B3, em dia de feriado de Quarta-Feira de Cinzas. O mercado segue monitorando as consequências do “tarifaço” de Trump, que também ameaçam o Brasil com as tarifas recíprocas. A nomeação de Gleisi Hoffmann para a articulação política tem gerado inquietação, com analistas temendo que o governo possa se afastar das reformas econômicas necessárias para cumprir a meta de zerar o déficit fiscal.. As recentes medidas populistas anunciadas por Lula alimentam essas preocupações, colocando em dúvida a capacidade do governo em navegar por um período de ajuste fiscal.

    Enquanto isso, o mercado de commodities continua a exercer pressão sobre o índice. Os contratos de petróleo e minério de ferro operam em queda, refletindo uma combinação de fatores, incluindo a decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep+) de aumentar a produção a partir de abril e as preocupações globais com as tarifas de importação dos EUA.

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