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Dólar sobe mais de 2% com nova ameaça de Trump à China e risco fiscal no Brasil

Governo Lula lança novo modelo de crédito imobiliário

Por Leticia Yamakami Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 out 2025, 17h23 • Atualizado em 10 out 2025, 17h38
  • O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o pregão em desvalorização de 0,73% nesta sexta-feira, 10, recuando para os 140,6 mil pontos. É o segundo dia consecutivo de queda da bolsa de valores após a derrubada da Medida Provisória alternativa ao aumento do IOF no Congresso. O dólar, por sua vez, avançou mais de 2% e ficou cotado a 5,50 reais.

    No mercado de ações, a Petrobras (PETR4), uma das companhias mais influentes para os negócios, fechou em desvalorização de 0,89%, impulsionando a baixa no Ibovespa. Os papéis da estatal acompanharam a queda no valor do petróleo Brent, consequente do fim da guerra e cessar-fogo permanente entre Israel e Hamas, o que, além de um alívio em relação às questões humanitárias, também diminui a procura pelo combustível.

    Já os principais bancos do país acompanharam a baixa do Ibovespa. Os papéis do Itaú (ITUB4) fecharam praticamente no zero-a-zero, enquanto os papéis do Bradesco (BBDC3; BBDC4) apresentaram baixa de 1,51% (BBDC3) e de 1,05% (BBDC4). O Santander (SANB11) recuou 2,08% e o Banco do Brasil (BBAS3) teve desvalorização de 2,27%.

    No cenário doméstico, os investidores acompanham o anúncio do novo modelo de crédito imobiliário lançado pelo governo Lula. O governo federal trabalha para apresentar novas medidas econômicas após a perda de validade da MP 1.303, que tratava da taxação de aplicações financeiras e era considerada essencial para a diminuição no rombo fiscal de 2026. “Isso tem gerado preocupações com o fiscal e o mercado não gosta, castigando nos preços. Por isso, hoje vemos um câmbio mais tenso também”, afirma Alison Correia, analista de investimentos e co-fundador da Dom Investimentos.

    No exterior, o mercado acompanha mais um dia de shutdown nos Estados Unidos. O movimento é de cautela, principalmente após o presidente Donald Trump acusar a China de postura “hostil” nas restrições a terras raras e ameaçar aumentar as tarifas comerciais aos produtos chineses.

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