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Contas do governo central têm rombo de R$ 5,3 bilhões em setembro

No acumulado do ano, o déficit primário cresce 7,5% e passa dos 100 bilhões de reais; meta para 2024 é zerá-lo

Por Juliana Elias Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 7 nov 2024, 18h18 - Publicado em 7 nov 2024, 15h29

O governo central registrou um déficit primário de 5,32 bilhões de reais em setembro, invertendo o resultado que, no mesmo mês do ano passado, tinha ficado positivo em 11,55 bilhões de reais. No acumulado de janeiro a setembro, o rombo é de 105,1 bilhões de reais, aumento de 7,4%, já descontada a inflação do déficit registrado nos mesmos meses do ano passado (94,3 bilhões de reais).

A meta do governo, definida pelo Orçamento do ano e pelas diretrizes do arcabouço fiscal, é de levar esse déficit para zero até o fim deste ano, com uma margem de tolerância de até 28 bilhões de reais (0,25% do PIB) para mais ou para menos.

O resultado primário indica a diferença entre tudo o que o governo arrecada e tudo o que gasta, desconsideradas as despesas com juros da dívida pública. Um déficit indica que as despesas ficaram maiores que as receitas no período. O balanço do governo central abarca os resultados do Tesouro Nacional, do Banco Central e da Previdência Social. Os dados foram divulgados na tarde desta sexta-feira, 7, pelo Ministério da Fazenda.

O déficit de setembro é resultado de uma queda real (descontada a inflação) de 8,5% na receita líquida, para 162,7 bilhões de reais, e um aumento de 1,4% nas despesas, para 168 bilhões de reais. No acumulado do ano,  as receitas crescem 6,4% (para 1,546 trilhão de reais), e as despesas, 6,5% (1,651 trilhão de reais).

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