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CNI corta projeção da indústria para 2025 e vê agro puxando PIB

Por conta dos efeitos do tarifaço, a entidade reduziu em 5,4 bilhões de dólares a projeção de exportações

Por Camila Pati Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 ago 2025, 09h26 • Atualizado em 19 ago 2025, 11h00
  • A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reduziu de 2% para 1,7% a estimativa de crescimento da indústria em 2025. O Informe Conjuntural divulgado nesta terça-feira, 19, aponta que a agropecuária deve liderar a economia, com avanço de 7,9%,  acima dos 5,5% previstos antes. Com isso, o PIB brasileiro deve crescer 2,3% no ano.

    “O problema é que os setores mais próximos do ciclo econômico, como a indústria e os serviços, têm apresentado um dinamismo cada vez menor. A composição do crescimento não é tão positiva”, disse Mário Sérgio Telles, diretor de Economia da CNI.

    No comércio exterior, a entidade reduziu em US$ 5,4 bilhões a projeção de exportações, para US$ 341,9 bilhões, por conta do tarifaço. O superávit da balança comercial deve cair 14%, para US$ 56,6 bilhões.

    A indústria de transformação deve crescer 1,5% em 2025, abaixo da previsão anterior (1,9%). Já a construção civil deve avançar 2,2% e a extrativa, 2%.

    O mercado de trabalho segue como ponto de sustentação: o número de ocupados deve aumentar 1,5% e a massa de rendimentos, 5,5%. A taxa de desemprego deve recuar a 6%, o menor nível da série.

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    A inflação deve fechar o ano em 5%, e a Selic permanecer em 15% ao ano. Nas contas públicas, o déficit primário previsto é de R$ 22,9 bilhões, equivalente a 0,2% do PIB.

    Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise do VEJA Mercado:

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