Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
ASSINE VEJA NEGÓCIOS

Greve geral: Bancários de São Paulo e Rio de Janeiro decidem aderir

Metroviários, ferroviários, motoristas de ônibus e professores estão entre as categorias que já confirmaram participação no movimento, na sexta-feira, 14

Por André Romani 12 jun 2019, 14h32 • Atualizado em 12 jun 2019, 15h32
  • Os bancários decidiram aderir à greve geral prevista para a sexta-feira, 14, contra o projeto de reforma da Previdência. A categoria junta-se às dos metroviários, ferroviários e motoristas de ônibus, que já tinham confirmado participação no movimento.

    Em assembleias na noite da terça-feira 11, trabalhadores de bancos públicos e privados de São Paulo, Osasco e região e os empregados em estabelecimentos bancários e financiários do município do Rio de Janeiro decidiram aderir à greve. Trabalhadores do setor em outras partes do país também já manifestaram que devem participar do movimento. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que não vai se posicionar sobre o assunto.

    Além dos bancários, metroviários, ferroviários, motoristas de ônibus, professores, entre outros, já votaram adesão à greve. Em São Paulo, o Metrô conseguiu na terça-feira 11 uma liminar para manter 100% do quadro de servidores nos horários de pico e 80% no restante. E a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) conseguiu liminar para manter 100% do quadro durante todo o horário de operação, de acordo com a Secretaria de Transportes Metropolitanos. “Essa é uma forma de tentar impedir que se realize a greve. Colocar parte do sistema em funcionamento é um grande risco”, disse o coordenador geral do Sindicato dos Metroviários, Wagner Fajardo.

     

    Os motivos para a greve

    A expectativa das principais centrais sindicais do país é de que as ruas fiquem vazias na sexta-feira. A reforma altera pontos importantes, como o fim da aposentadoria por tempo de contribuição, obrigatoriedade de idade mínima de 65 anos para homens e de 62 para mulheres, aumento do tempo mínimo de contribuição de quinze anos para vinte anos e acaba com o cálculo para chegar ao benefício baseado nos 80% dos maiores salários, entre outros.

    A greve geral foi aprovada pelos trabalhadores no dia 1º de maio, em ato das centrais sindicais, no Vale do Anhangabaú. A orientação da CUT às confederações, federações e sindicatos filiados em todos os setores foi aprovar a adesão em suas bases, por meio de assembleias com trabalhadores. Há categorias que farão assembleias ainda nesta semana, mas, de acordo com a CUT, a maioria já aprovou a adesão e vai participar.

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    OFERTA RELÂMPAGO

    Digital Completo

    O mercado não espera — e você também não pode!
    Com a Veja Negócios Digital , você tem acesso imediato às tendências, análises, estratégias e bastidores que movem a economia e os grandes negócios.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    RESOLUÇÕES ANO NOVO

    Revista em Casa + Digital Completo

    Veja Negócios impressa todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo
    De: R$ 26,90/mês
    A partir de R$ 9,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.