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Associação de criadores culpa frigoríficos por boicote

O problema pode acontecer com a inoculação do agente que compõe a vacina ou após a aplicação incorreta do produto, explicam os especialistas

Por Da redação
23 jun 2017, 15h59
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  • A capacidade ociosa do setor frigorífico argentino é de 40%
    A associação cobrou o Ministério da Agricultura (Mapa) mais rigor sobre os laboratórios que produzem a vacina (Liane Neves/VEJA)

    A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) lamentou em nota a decisão dos Estados Unidos (EUA) de embargar temporariamente a carne brasileira in natura, e declarou que é “inaceitável que haja esse tipo de ineficiência no serviço das indústrias frigoríficas brasileiras”.

    A decisão dos EUA foi tomada após a identificação de produto com vestígio de reações decorrentes da vacina contra a febre aftosa. A associação pontuou que a reação pode acontecer com a inoculação do agente que compõe a vacina ou após a aplicação incorreta do produto, que causa inflamação ou enrijecimento da carne. Apesar disso, é inofensiva à saúde do consumidor, segundo a Acrimat.

    No comunicado, a associação cobrou o Ministério da Agricultura (Mapa) mais rigor sobre os laboratórios, por meio da exigência de melhoramento das vacinas produzidas no Brasil e de exclusão da composição da vacina de agentes considerados desnecessários à imunização do rebanho. A Acrimat disse ainda que promove há anos campanhas para a conscientização dos produtores sobre a importância da correta manipulação e aplicação da vacina.

    Segundo a entidade, 3% da carne mato-grossense foi exportada para os EUA nos primeiros cinco meses do ano, o equivalente a US$ 11,1 milhões de dólares (36,9 milhões de reais). Apesar de o volume ser pequeno, ter os EUA como cliente é importante pelo alto nível de exigência dos norte-americanos, disse a Acrimat.

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