Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

As empresas mais desejadas para trabalhar e seus processos seletivos

Confira dicas para enfrentar as etapas na busca por uma vaga em cinco dessas companhias; ranking revela quais são os empregos dos sonhos

Por André Romani Atualizado em 29 mar 2019, 15h01 - Publicado em 29 mar 2019, 07h00

Conseguir uma vaga para trabalhar em uma das empresas mais desejadas exige dedicação e paciência. Os candidatos enfrentam processos seletivos difíceis, em que passam por série de entrevistas consecutivas, dinâmicas com pensamento rápido e até dias inteiros de desafios.

VEJA mergulhou nas etapas de seleção de cinco companhias entre as quinze mais sonhadas, de acordo com ranking elaborado pela consultoria global Universum. O candidato a uma vaga no Google, em geral, passa por ao menos quatro entrevistas. Na Ambev, pode ter de superar um dia inteiro de desafios, enquanto no Nubank é comum enfrentar uma série de dinâmicas. Na Nestlé, o nível de inglês é testado em situações diversas. E no Itaú Unibanco, há até bate­-papo com um robô. Para conhecer profundamente os processos seletivos de cada uma dessas empresas, clique acima no nome das companhias.

A escolha das empresas levou em consideração a posição no ranking e o objetivo de englobar diferentes setores, de tecnologia, de alimentos e financeiro. As empresas estatais não foram exploradas, pois necessitam de concursos públicos, e não de processos seletivos. Para entender quais são os caminhos e os reais desafios enfrentados na busca pela vaga tão sonhada, VEJA ouviu antigos concorrentes que atualmente são funcionários, candidatos reprovados e equipes de recursos humanos das companhias.

Continua após a publicidade

Ranking das empresas dos sonhos

O Google lidera a lista das empresas mais desejadas para trabalhar, segundo o ranking elaborado pela consultoria global Universum e divulgado em primeira mão por VEJA. O estudo é feito anualmente e replicado em cerca de sessenta países. No Brasil, ele é realizado há dez anos. Para a versão de 2019, foram entrevistados 39.412 universitários, entre outubro e janeiro deste ano, em 129 instituições públicas e privadas de todos os estados do país.

Entre os sonhos profissionais das novas gerações, estão empresas de tecnologia, que passam a ideia de modernidade e ambiente de trabalho leve. No entanto, também têm destaque diversos cargos tradicionais, mostrando que, ao contrário do que estereótipo permite inferir, os jovens ainda se sentem atraídos por estabilidade e segurança. Um exemplo claro é o fato de o governo federal despontar na segunda colocação do ranking, seguido por Petrobras.

Continua após a publicidade

Segundo André Siqueira, diretor da Universum na América Latina, o ranking ajuda a entender o universitário brasileiro de forma mais ampla. “Existem outros fatores nessa geração que fazem parte dessa realidade e muitas vezes são subestimados. Em muitos locais, o jovem trabalha para pagar a sua faculdade e sustenta a família com o estágio. Com situações de vida tão diversas, é aceitável que os desejos para o futuro também sejam”, afirma.

Dicas para os candidatos

Para quem deseja tentar a sorte nessas grandes empresas, as equipes de seleção aconselham a atentar primeiramente ao currículo. “Tem de estar organizado, com informações da sua última experiência primeiro, e depois as outras. É importante verificar também se os dados para contato estão atualizados”, explica Tabitha Laurino, gerente da Catho.

Já na hora da dinâmica de grupo e da entrevista, etapas de extrema importância nesses processos, é necessário manter a atenção. “Na dinâmica, siga o que os recrutadores orientaram e não fale alto ou interrompa os outros participantes. Já na entrevista, sinta o recrutador e perceba o tom da conversa, se está mais para acelerar e falar rápido ou detalhar com calma”, explica Laurino.

Continua após a publicidade

Etapas on-line também são cada vez mais comuns. A especialista ressalta a necessidade de testar a conexão da internet antes da entrevista e de escolher um local tranquilo. Já sobre redes sociais, ela garante que, apesar de as empresas negarem, a maioria dos recrutadores está de olho, sim, nas postagens. “Eles geralmente verificam Twitter, Facebook e Instagram. Se o candidato acha que possui informações que podem comprometer, é aconselhável não deixar suas redes sociais em modo público”, completa ela.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.