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Arrecadação federal bate novo recorde e acumula 2,6 trilhões de reais até novembro

O montante é 3,2% maior que o do mesmo período do ano passado, já descontada a inflação

Por Márcio Juliboni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 dez 2025, 12h07 • Atualizado em 22 dez 2025, 12h52
  • A arrecadação do governo federal bateu um novo recorde e encerrou novembro com um acumulado no ano de 2,6 trilhões de reais, na comparação com a série já ajustada pela inflação. O montante é 3,2% maior que o do mesmo período do ano passado. Considerando-se apenas o mês de novembro, o governo arrecadou 226,8 bilhões de reais, ante os 261,9 bilhões do mês retrasado. Em relação a novembro de 2024, quando a arrecadação a preços correntes foi de 209,2 bilhões, o crescimento nominal chegou a 8%, e o aumento real (já descontada a inflação) foi de 3,8%.

    Segundo a Receita Federal, na comparação dos meses de novembro deste ano e do ano passado, o valor arrecadado pelo Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) liderou as altas com um salto de 40%, subindo de 6,2 bilhões para 8,6 bilhões de reais. Apesar da disparada, o IOF não foi a principal fonte de receitas do governo, papel que coube às contribuições para a previdência social. Essa rubrica totalizou 58,4 bilhões, com um aumento real de 2,8% sobre a comparação. Na vice-liderança, as receitas geradas pelo Cofins-PIS/Pasep somaram 49,7 bilhões – um incremento de 3,2% sobre doze meses atrás.

    Na outra ponta, o governo deixou de arrecadar 117 milhões de reais com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que contribuiu com 5,1  bilhões no mês passado. Outros 741 milhões não entraram nos cofres públicos, referentes ao Imposto sobre Importações e ao IPI vinculado. O Imposto de Renda sobre Pessoas Jurídicas (IRPJ) e a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), em conjunto, recuaram 2,2 bilhões de reais na comparação. Com isso, o governo arrecadou 31,9 bilhões com esses tributos em novembro.

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