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Ações brasileiras negociadas em Nova York operam em forte queda na pré-abertura

ADRs de empresas brasileiras, como as do Bradesco, Itaú e Vale, sentem o impacto negativo da disparada do petróleo com a piora da guerra entre os EUA e o Irã

Por Márcio Juliboni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 mar 2026, 08h14 • Atualizado em 9 mar 2026, 08h16
  • A disparada do petróleo nesta manhã de segunda-feira 9, refletindo o agravamento da guerra entre os Estados Unidos e o Irã, causa fortes quedas nas principais bolsas de valores do planeta – e o Brasil não deve escapar ileso. Um sinal do que aguarda os investidores locais é o comportamento do iShares MSCI Brazil (EWZ), um ETF que espelha as principais ADRs (American Depositary Receipts) de ações brasileiras listadas na Bolsa de Nova York. Na pré-abertura, o EWZ recuava 1,1% e era negociado por 35,88 dólares por volta das 7h20 (horário de Brasília).

    As ADRs da Vale (VALE) derretiam 3,14% no mesmo horário e eram cotadas a 14,50 dólares. Já os recibos de ações preferenciais do Bradesco (BBD) recuavam 2,17% para 3,68 dólares. Os papéis do Itaú (ITUB) perdiam 3,44% e eram cotados a 7,86 dólares.

    O mau humor dos investidores é causado pela decisão de grandes produtores de petróleo, como o Irã, o Iraque e o Kwait, de reduzir o fornecimento em resposta ao fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais vias de transporte da commodity. O bloqueio do estreito foi determinado pelo Irã como uma retaliação aos ataques americanos e israelenses que culminaram na morte de importantes autoridades do país, incluindo o seu líder supremo Ali Khamenei.

    Como era de esperar, os únicos papéis que escapam da queda generalizada desta manhã são os ligados ao setor petrolífero. As ADRs que representam as ações ordinárias da Petrobras (PBR) subiam 1,31%, rumo aos 17,81 dólares. Já as ADRs dos papéis preferenciais (PBRa) avançavam 1,55% e eram cotados a 16,37 dólares.

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