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A nova função ‘antivício’ do Instagram e do Facebook

Estudos ligam uso intensivo de redes sociais à ansiedade e a outros transtornos psicológicos

Por Redação
3 jul 2018, 16h12 • Atualizado em 3 jul 2018, 19h47
  • O Facebook e Instagram estão testando um recurso para que as pessoas consigam controlar as notificações dos aplicativos. O botão “Não perturbe” será similar ao recurso presente no sistema operacional Android – com ele, os usuários podem desativar as notificações que recebem.

    A atualização foi identificada pelo consultor digital Matt Navarra e pelo site WABetaIndo, que analisa versões de aplicativos do Android que ainda não foram lançadas.

    https://twitter.com/MattNavarra/status/1012307367092998145?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1012307367092998145&ref_url=https%3A%2F%2Fexame.abril.com.br%2Ftecnologia%2Ffacebook-e-instagram-testam-funcao-nao-perturbe%2F

    https://twitter.com/MattNavarra/status/1013455189108502533

    Nesta semana, o Instagram ganhou uma ferramenta para regular o uso do aplicativo. Agora, a plataforma avisa ao usuário quando ele viu todo o feed. A mensagem diz: “Isso é tudo. Você viu todas as suas novas publicações dos últimos dois dias”.

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    Os recursos fazem parte de um movimento das grandes empresas de tecnologia para tentar melhorar sua imagem pública por meio de ações contra o vício em dispositivos móveis. Em junho, a Apple anunciou novos aplicativos para reduzir o uso de smartphones pelos usuários – eles serão disponibilizados com o iOS 12, a partir de setembro deste ano.

    O tema tem ganhado força no debate público e já se tornou uma expressão na língua inglesa: “fomo”, acrônimo para fear of missing out, ou “medo de ficar de fora”. Várias pesquisas sugerem que o uso intensivo de celular e redes sociais está ligado à ansiedade, ao stress e a transtornos psicológicos.

    Em estudo publicado em 2017, o Instagram foi apontado pelo Royal Society for Public Health como a rede mais prejudicial à saúde mental dos jovens, seguida do Snapchat, do Facebook, do Twitter e do YouTube. Cerca de 70% dos entrevistados apoiaram que as redes sociais implantassem avisos de uso excessivo para os usuários.

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