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Mesmo com agravamento da pandemia, venda de cimento cresce 34,6% em março

Os resultados positivos são decorrentes das condições climáticas favoráveis, a manutenção das obras imobiliárias e a autoconstrução

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 13 abr 2021, 15h29

O mau desempenho no primeiro trimestre de 2020, em razão das fortes chuvas e do início da pandemia, frente ao mesmo período de 2021 levou a indústria do cimento a um crescimento acumulado de 19%. Os dados são do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento.

Em termos nominais, foram vendidas 15,3 milhões de toneladas no trimestre, sendo que 5,5 milhões ocorreram somente em março, mantendo o mesmo patamar dos meses anteriores. Na comparação entre março de 2021 e março de 2020 o crescimento foi de 34,6%.

Os principais indutores desse desempenho continuam sendo as condições climáticas favoráveis, a manutenção das obras imobiliárias e a autoconstrução, que ainda desempenha um papel relevante nas vendas de cimento, mesmo com a suspensão do auxílio emergencial desde janeiro.

Na contramão dos resultados do período, as vendas de cimento por dia útil, melhor indicador do setor, tiveram uma queda de 6,3% na comparação com o mês de fevereiro, que ocorreram pela antecipação dos feriados e restrições de circulação e do funcionamento do comércio – destaque para as lojas de materiais de construção -, além de fatores como aumento do desemprego, inflação e queda da renda.

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