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Governo nega atuar para livrar alguns setores de tarifaço dos EUA

"Foco é na reversão total do tarifaço. Essa informação de que o governo esteja pedindo a exclusão de setores não procede", diz um interlocutor de Alckmin

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 29 jul 2025, 14h12 • Atualizado em 29 jul 2025, 14h17
  • Responsável por liderar as negociações do Brasil com os Estados Unidos nessa discussão do tarifaço, o vice-presidente Geraldo Alckmin negou, nesta terça, que o governo atue para livrar alguns setores da medida.

    “Foco é na reversão total do tarifaço. Essa informação de que o governo esteja pedindo a exclusão de setores não procede”, disse ao Radar um interlocutor de Alckmin.

    Alckmin esteve com o governador do Ceará e empresários do estado, nesta terça-feira.

    O vice-presidente também teve uma conversa, na segunda, com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick.

    Como o Radar mostrou mais cedo, o governo segue sem canais de interlocução direta com Donald Trump, o único responsável por tratar do tarifaço imposto ao Brasil.

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    O presidente republicano poderia destacar algum auxiliar do governo para abrir negociações sobre produtos brasileiros, mas ainda não o fez.

    A informação de que o governo poderia negociar a exclusão de alguns setores do tarifaço saiu de dentro do próprio governo petista, ainda que negada por Alckmin.

    Nas conversas que mantém com representantes de comércio dos EUA, o governo brasileiro estaria disposto a pedir a exclusão de setores que exportam suco de laranja e café, além da Embraer, do tarifaço de 50%.

    Nesta terça, o secretário do Comércio afirmou que os EUA avaliam isentar de tarifas alimentos e outros recursos naturais que não são produzidos no território americano.

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