O International Business School (IBS), de Belo Horizonte, entrou com ação contra a Fundação Getúlio Vargas, a quem acusa de asfixia econômica.
A escola manteve, entre 1994 e 2018, uma parceria com a FGV, em que ministravam-se cursos de negócios no estado de Minas.
A FGV, no entanto, rompeu a parceria em dezembro de 2018, sob alegação de que a escola atrasou uma série de pagamentos.
Agora, o IBS pede que o contrato seja mantido. A instituição afirma que a crise econômica fez com que a inadimplência entre alunos saltasse de 2% para 20%.
“Definitivamente, a conduta da FGV contraria, a um só tempo, a missão social da própria fundação, bem como os interesses dos alunos residentes no Estado de Minas Gerais, que se encontram privados dos cursos desde meados de 2018”, diz trecho da ação.
Atualização:
A FGV afirma que a sequência de descumprimentos de obrigações se deu por parte do IBS, que não vem honrando suas responsabilidades básicas e exclusivas, “inclusive no que tange ao pagamento dos professores, conforme constou de notificação expressa levada a efeito pela FGV”.





