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Efeito Trump: advogado vê risco para empresas que cortarem metas de ESG

Leonardo Corrêa, sócio da área de Direito Ambiental e Negócios Sustentáveis do VLF Advogados, cita compromissos revistos por Microsoft, Meta e outras

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 29 jan 2025, 11h30 • Atualizado em 30 jan 2025, 15h15
  • Em um movimento intensificado pela volta de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, multinacionais como Walmart, Amazon, Microsoft, Toyota, Meta, Ford, McDonald’s Coca-Cola vêm anunciando a suavização, a revisão ou até mesmo o abandono de metas e compromissos da tríade ESG (ambiental, social e governança).

    O advogado Leonardo Corrêa, sócio-executivo da área de Direito Ambiental e Negócios Sustentáveis do VLF Advogados, alerta que a “mudança repentina de uma meta que teve um anúncio público pode gerar danos a terceiros e consequências jurídicas concretas” para empresas, principalmente as de capital aberto.

    “Há a possibilidade de acionistas discutirem se existe uma omissão de informação: por que a empresa está mudando tão rápido de meta? Será que era muito audaciosa e faltou a análise correta? Ou está mudando sem justificativa? E o dano à imagem? Como vai ficar para os consumidores?”, questiona Corrêa.

    No Brasil, afirma o advogado, o Ministério Público pode investigar revisões ou abandonos de metas ambientais e de diversidade social como propaganda enganosa.

    A Meta, por sua vez, anunciou mudanças na moderação de conteúdo e o fim do programa de verificação de fatos poucos dias antes de Trump tomar posse para seu novo mandato como presidente dos EUA.

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    Outra gigante da tecnologia, a Microsoft acabou, no meio do ano passado, com todo o seu programa de diversidade e inclusão.

    Já a Coca-Cola, que antes ostentava o objetivo de chegar a 50% de materiais recicláveis em suas embalagens em 2030, anunciou em dezembro de 2024 que mudaria a meta para uma faixa de 35% a 40%, a ser atingida só em 2035.

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