Trump volta a atirar para todos os lados e Faria Lima coloca o pé no freio
Otimismos e máximas nominais dão lugar a cautela em meio à pressão por tarifas e tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos
A Faria Lima colocou o pé no freio e interrompeu a sequência de recordes nominais do Ibovespa depois do acirramento das tensões comerciais provocado pelo presidente americano Donald Trump. O principal índica da bolsa brasileira é negociado na casa dos 138 mil pontos, uma queda de 0,5% em relação ao fechamento anterior e cerca de 3 mil pontos abaixo da máxima nominal alcançada na semana passada. Já o dólar, que chegou a ser negociado a 5,40 reais, está cotado a 5,46 reais na manhã desta quarta-feira, 9, uma alta de 0,5% no dia.
Os Estados Unidos enviaram cartas a mais de 15 países informando que as tarifas de importação anunciadas em abril terão início no próximo dia 1° de agosto. Investidores colocam na ponta do lápis os efeitos dessa política e uma série de países corre contra o tempo para tentar fechar acordos comerciais com os EUA. O ministro Fernando Haddad admitiu que também negocia com os americanos em meio a uma tensão diplomática entre Trump e Lula. O presidente americano voltou a ameaçar uma tarifa adicional de 10% a todos os países do Brics e defendeu novamente o ex-presidente Jair Bolsonaro e pediu para que “deixem em paz o grande ex-presidente do Brasil”.





