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Roubos, furtos e quedas: os cuidados com o celular no Carnaval

Mais do que perder o aparelho, a posse do dispositivo pelos criminosos torna a vítima sujeita a roubos de contas bancárias

Por Victor Irajá
11 fev 2024, 10h19

De acordo com dados do 7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, desenvolvido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública no final de 2023, o Brasil bateu o recorde mundial ao registrar 508,3 mil roubos e 490,8 mil furtos de celulares apenas no ano passado, totalizando quase 1 milhão de ocorrências — um aumento de 16,6% em comparação com 2021. Entre as capitais, a cidade de São Paulo lidera o ranking de ocorrências, com cerca de 346,5 mil casos.

De acordo com dados da Seguradora Zurich, parceira da rede de varejo da Fast Shop na comercialização de seguros, em festividades populares como o Carnaval esses tipos de ocorrências aumentam consideravelmente. É durante a folia, quando as pessoas estão mais distraídas, que os acidentes, roubos e furtos costumam ocorrer. No caso de acidentes, em 2023, 41% dos sinistros de celular da Zurich foram de reparos — os danos mais comuns são quebra de tela e derramamento de líquidos. Nessa época do ano, também há um aumento considerável de roubos e furtos de celulares nos blocos e festas — mais do que perder o aparelho, a posse do dispositivo pelos criminosos torna a vítima sujeita a roubos de contas bancárias ou fraudes como o roubo de identidade.

“Antes, o roubo de aparelhos era motivado somente pelo equipamento em si. Hoje, além do aparelho, a motivação está também no que há dentro deles, em especial apps dos bancos, a partir dos quais é possível fazer transações indevidas e causar muita dor de cabeça aos proprietários”, diz o Diretor Executivo de Parcerias da Seguradora Zurich, Luís Reis. “Entendemos que as pessoas ficam ainda mais expostas a este perfil de crime durante períodos como o Carnaval”, aponta o executivo.

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