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Renúncia fiscal da indústria petroquímica no radar do mercado

O limite de renúncia fiscal foi fixado em até R$ 3 bilhões neste ano - No programa Mercado

Por Veruska Costa Donato 26 fev 2026, 06h46 • Atualizado em 26 fev 2026, 09h58
  • Depois de uma arrancada que já soma 19% no ano, o Ibovespa deu uma pausa para respirar. O índice fechou com leve baixa de 0,13%. Foi mais um movimento de ajuste — aquela correção natural depois de muitas altas — do que propriamente uma mudança de humor do mercado. 

    Na análise de Pedro Moreira, sócio da ONE Investimentos, um sentimento resumiu o dia: “O mercado realizou parte dos ganhos recentes, especialmente em bancos e varejo, mas não há mudança estrutural no cenário”. Segundo ele, o investidor estrangeiro segue olhando para o Brasil com interesse. “Estamos vendo um descolamento pontual dos Estados Unidos”, avaliou. 

    No campo político, uma atenção sobre a aprovação do projeto de Lei pelo Senado que renova incentivos fiscais para a indústria química e petroquímica, tema que pode mexer com as ações do setor nos próximos dias. Elas passam a participar de um programa fiscal especial até a migração para um novo regime com vigência a partir de 2027 e terminando em 2031, ou até começar a valer a reforma tributária integral.

    Na prática, o regime reduz PIS e Cofins na compra de insumos e nas operações das empresas. O limite de renúncia fiscal foi fixado em até R$ 3 bilhões neste ano — mas ainda assim bem acima dos R$ 800 milhões alcançados pelo regime atual. Este ano, a renúncia fiscal chega a R$ 1,1 bilhão, impacto direto no cofre do governo Lula.

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