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Os sinais de alerta na confiança dos consumidores no Brasil e nos EUA

Trajetória de queda

Por Pedro Gil Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 set 2025, 12h25 • Atualizado em 9 set 2025, 13h25
  • O Índice de Confiança do Consumidor, monitorado pela Ipsos em 30 países, mostra um cenário estável no Brasil no último mês. O país registrou 51 pontos, queda de 0,1 ponto em relação a julho e recuo de 2 pontos em 12 meses, mas permanecendo levemente acima da linha da neutralidade. “Essa variação marginal pode refletir uma combinação de fatores noticiados no fim de julho e ao longo de agosto que envolvem atividades econômicas piores que o esperado, e com debates fiscais e tributários com ampla cobertura na mídia, além das flutuações cambiais e movimentos nos preços de commodities que pressionam o poder de compra”, diz Marcos Calliari, CEO da Ipsos. “Esses acontecimentos tendem a reduzir avaliações das finanças pessoais e das expectativas de consumo. Soma-se a isso o fato da inflação, embora relativamente controlada, estabilizou os preços em um patamar muito alto, o que faz com que os consumidores realmente sintam seu poder de compra reduzido e não reconheçam efetivamente nenhuma melhora no próprio bolso”.

    Por outro lado, os Estados Unidos fecharam agosto com 53,4 pontos, uma retração mensal de 0,4 ponto e perda anual de 1,8 ponto. “Embora os movimentos sejam modestos, como os do Brasil, a sequência contínua de quedas acende uma alerta diante do bom momento de percepção econômica que o país vinha mostrando no primeiro semestre”, diz Calliari.

    Já na Argentina, o índice ficou em 44,2 pontos (queda mensal de 0,3 e recuo de 1,4 no ano), nível bem abaixo dos registrados no Brasil e nos EUA. “Esse patamar segue sintetizando o forte contexto de pressão causado pelas altas taxas de desemprego, o nervosismo cambial e a incerteza sobre medidas recentes econômicas e fiscais anunciadas pelo governo de Milei”, explica o executivo.
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