O que trava o apetite de interessados na CSN de Steinbruch
Companhia anunciou um robusto plano de desalavancagem com venda de ativos
Benjamin Steinbruch ainda nega em público, mas já admite a interlocutores a possibilidade de sair totalmente da siderurgia no processo de venda de ativos para reduzir o endividamento do grupo.
Nos bastidores, a avaliação é que a CSN acumulou problemas que afastam potenciais interessados: endividamento elevado, descumprimento de normas ambientais, tecnologia defasada e disputas judiciais.
A recuperação da empresa exigiria recursos que o grupo não possui, mesmo com a venda de ativos relevantes, como a divisão de cimento. Para driblar a crise, em 2025 a CSN passou a importar grandes volumes de aço. Foram cerca de 300 mil toneladas vindas da Ásia.





