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Nova presidente da Caixa processa ex-marido por violência doméstica

Em processo espelho, ex-marido também acusa Daniella Marques de agressão

Por Josette Goulart 29 jun 2022, 22h02

Alçada ao posto de presidente da Caixa depois que Pedro Guimarães saiu do cargo por denúncias de assédio sexual, Daniella Marques enfrenta seu próprio processo de agressão. Daniella acusa o ex-marido por violência doméstica e é processada por ele sob o mesmo argumento. Os dois tentam usar a Lei Maria da Penha nas denúncias, apesar da lei ter sido criada para garantir proteção às mulheres. Os advogados de Daniella, Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso, dizem que a executiva tem medidas protetivas em seu favor. “Assim como tantas outras mulheres no país, Daniella Marques infelizmente foi vítima em um caso envolvendo a Lei Maria da Penha, com medidas protetivas autorizadas pela Justiça em seu favor. O caso é sigiloso e a vítima deve ter sempre sua privacidade preservada e, mais do que isso, respeitada. Esse caso, vale dizer, não tem a ver com qualquer atuação de Daniella Marques no serviço público, sendo uma situação eminentemente particular e assim deve permanecer”, dizem os advogados em nota.

Já o ex-marido diz em processo que o Radar Econômico teve acesso que ele é quem foi agredido com socos, tapas, puxões e arranhões e por isso também tenta enquadrá-la na Lei Maria da Penha, alegando ser companheiro e usando como analogia o uso da lei em casos de casais homossexuais. O exame de corpo de delito dá o parecer: “presença de uma equimose violácea e atípica, de pequenas dimensões, situada na face anterior do braço direito, havendo ainda quatro escoriações avermelhadas e lineares, de pequenas dimensões”. Na sua versão, o ex-marido conta que a agressão teria acontecido na frente da casa da ex-sogra, em março de 2019, e alega que Daniella queria forçá-lo a assinar documentos que continham trechos em branco. Ao se recusar, ela teria ficado em posição que o impedia de ir embora e que ao sair do carro para fechar a porta do lado do passageiro, ela teria começado a gritar que tinha sido agredida. Ele alega que neste momento foi até o porteiro para saber se ele estava vendo tudo e quando foi para outro carro é que Daniella o teria segurando no braço com tamanha força que o deixou arranhado e roxo e que ao tirar o braço levou um soco na orelha direita. Os dois casos correm na Justiça do Rio. 

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