A operadora de telefonia Oi dificilmente terá seu pedido de recuperação judicial aceito nos Estados Unidos. Nos últimos dias, o Tribunal de Falências americano sinalizou que não deve permitir que a companhia reestruture suas dívidas no país por meio do Chapter 11, mecanismo equivalente à recuperação judicial brasileira. A decisão final deve ser conhecida nas próximas semanas.
A Oi calcula que poderá desembolsar 100 milhões de dólares em honorários advocatícios e taxas administrativas no exterior, caso o processo seja aceito. No Brasil, a empresa contabiliza quase 10 bilhões de reais em dívidas e enfrenta sua segunda recuperação judicial.
(ATUALIZAÇÃO: Em nota, a Oi diz que discorda de que houve sinalização da Justiça dos EUA de afastamento do Chapter 11. Segundo eles, a juíza que acompanha o caso destacou a complexidade do processo, mas não deu manifestação contrária ao novo recurso e que não há decisão tomada. “Cabe destacar que a Oi é uma empresa de capital aberto, com inúmeros acionistas tanto no mercado interno como no mercado americano, portanto qualquer informação relevante é informada ao mercado por meio de comunicados oficiais. Informações não factuais apenas geram ruídos prejudiciais”)
Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise do VEJA Mercado:





