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Governos tomam medidas para conter alta dos combustíveis e mercados reagem

Os preços do petróleo seguem em trajetória de alta

Por Veruska Costa Donato 13 mar 2026, 07h09 • Atualizado em 13 mar 2026, 07h31
  • Representantes das distribuidoras de combustíveis se reuniram na noite de ontem com integrantes do governo federal e levaram um recado direto: é preciso ampliar a importação de diesel para evitar problemas de abastecimento e novas pressões sobre os preços. A sugestão foi confirmada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

    A avaliação dentro do governo é que, até agora, a Petrobras não fez reajustes e não há justificava nesse ponto para os aumentos recentes nas bombas. O que existe, segundo economistas e agentes do setor, é um mercado reagindo ao risco de falta de combustível por conta da tensão no Oriente Médio. O petróleo disparou nos últimos dias, com o tipo Brent negociado a 101 dólares por barril — quase 10% de alta na semana — enquanto o petróleo bruto acumula avanço próximo de 6%. Houve sim um leve recuo esta manhã já que a alta chegou a ultrapassar 8% na semana. Os preços tiveram um respiro depois da decisão do governo americano de liberar por 30 dias a compra de petróleo russo que está retido no mar, uma tentativa de aumentar a oferta de combustível no mercado.

    O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, prometeu manter fechado o estratégico Estreito de Hormuz, rota por onde passa boa parte do petróleo mundial. Para o economista Bruno Corano, o risco é claro: “E se a guerra se estender por minimamente mais quatro, cinco dias, eu não acho nenhum absurdo o barril passar de 120 dólares. Eu até diria que é uma tendência.

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