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Gasolina congelada: política da Petrobras sacrifica lucro e dividendos?

Preços dos combustíveis estão defasados em relação à paridade internacional por causa das valorizações do dólar e do petróleo brent

Por Diego Gimenes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 jan 2025, 13h10 • Atualizado em 15 jan 2025, 13h13
  • A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) estima que os preços da gasolina estão 15% defasados em relação à paridade internacional, o equivalente a 41 centavos por litro. Já o diesel está 80 centavos defasado, ou 23% abaixo da paridade. Os valores da gasolina não são alterados pela Petrobras há seis meses, enquanto o diesel está inalterado há mais de um ano. A alta defasagem provocada pela valorização do dólar pode afetar negativamente os resultados e os dividendos da Petrobras? Alguns analistas entendem que não.

    O banco americano Goldman Sachs afirma em relatório enviado a clientes que a manutenção dos preços nos atuais níveis deve provocar um impacto negativo nos resultados do segmento de refino da estatal, mas que esses efeitos devem ser mais do que compensados por outras áreas. Os analistas entendem que os segmentos de exploração e produção compensam as perdas no refino por causa da alta dos preços do petróleo e do dólar.

    “Se aumentarmos nossas estimativas de preços médios do petróleo brent para o 1º trimestre de cerca de 74 dólares por barril para 81 dólares por barril, veríamos uma potencial de alta de cerca de 3% no Ebitda consolidado da Petrobras para o trimestre, mesmo após contabilizar as margens de refino mais fracas, mantendo tudo mais constante”, escrevem no relatório. Em outras palavras, a Petrobras limita o potencial de crescimento dos lucros ao não reajustar os preços dos combustíveis, mas a rentabilidade da estatal ainda se mantém positiva.

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