A varejista chinesa Alibaba, controladora da marca AliExpress, vinha estudando a possibilidade de instalar uma operação própria no Brasil, nos moldes de concorrentes que mantêm grandes centros de distribuição. No entanto, decidiu adiar os planos. A companhia avalia que não há uma “base sólida” para iniciar atividades no país em pleno ano eleitoral.





